Você Está Disposto a Abandonar o Que Te Faz Sofrer?

Não é apenas sobre pessoas, relacionamentos, trabalhos… é sobre ideias percepções, julgamentos, sentimentos…é sobre raiva, ressentimento e o apego a sua interpretação dos fatos e das pessoas. É sobre resumir o outro e a si mesmo aos erros e a dor quando existe muito mais que isso! É a sua escolha abandonar um emprego ou um relacionamento, mas também é a sua escolha que emoções vai manter consigo se ficar ou partir. Você pode ter raiva do que alguém fez ou pode escolher entender que ele deu o que tinha e que algo dentro de você se colocou disponível à isso. Você continua se levando consigo, é o sentimento que carrega no seu coração e a maneira como interpreta a dinâmica da vida que determinam o peso do sofrimento/problema e sua habilidade de lidar com isso sem perder a paz.

Você está disposto a abandonar a narrativa da vítima e do vilão? Somos espíritos interpretando personagens que apenas parecem a vítima ou o vilão. Enquanto você contar a história de que por culpa dos seus pais…do seu chefe… do cliente…do seu marido(esposa)…do seu filho…do seu vizinho… Você não se sente ______, amado, feliz, próspero, em paz, ou que por sua culpa o seu filho, fulano ou ciclano não é feliz ou qualquer coisa que seja, você carrega uma carga que não é sua enquanto dá o seu poder ao outro. Cada um é responsável pelo seu mundo interno. Se a carga não é sua, você não tem o poder ou o que é necessário para carrega-la, e por isso enverga. A “carga” foi feita sob medida para o seu dono, para o desenvolvimento dele, por tanto só ele tem o necessário para dar conta dela, é o poder dele. Aquela pessoa precisa daquilo pra desenvolver as habilidades necessárias para dar o próximo passo. Tudo serve ao ser. Tudo agora está a serviço do que está por vir.

Abandonar o que te machuca aqui não é apenas perdoar o erro, é compreender que cada ser humano deu o seu melhor em cada circunstância ainda que pareça pouco, ainda que pareça horrível, que doa, ainda que existisse uma opção “melhor” ao nosso ver. Tudo que aquele ser podia fazer com o conteúdo interno dele, ele fez. Mesmo que você olhe e diga que ele poderia ter pego outro caminho, tomado outra ação ou reagido de outra forma… você não vê o interior do outro, nem as razões do espírito por trás das ações do humano. Você não sabe o que só Deus sabe. Você julga da sua posição, com o seu conteúdo, não do lugar do outro, com a dor do outro, na pele do outro, você não sabe, então você escolhe uma maneira de interpretar o outro, a si mesmo, as circunstancias, as ações e reações. Se é assim, escolha uma interpretação que te faça bem, que te beneficie e te empodere ao invés de uma que te diminua. Escolha uma interpretação que liberte, que não aprisione nem resuma ninguém à um julgamento no seu mundo interno. Que não te amarre em emoções pesadas. Que não te prenda à cadeira da vítima ou do vilão. Para ser livre você precisa se soltar da culpa e do julgamento que te amarra ao outro. Do lado de fora você toma as ações pertinentes a cada situação mas não internaliza a posição de mocinho ou bandido e busca entender porquê seu inconsciente trouxe aquela situação para sua experiência. Quanto mais desenvolvemos a habilidade de agir no mundo externo de acordo com o que determinamos que é melhor e mais humano, e simultaneamente do lado de dentro não nos prendermos ao julgamento, mais livres nos tornamos.

Autorresponsabilidade não é culpa. Se julgar do lugar em que você está agora, quando já sabe onde aquelas escolhas “erradas” te levaram, quando você já aprendeu algo com aquilo é incoerente, até mesmo insano. A consciência que você tem hoje é resultado de todas as suas vivências, aquele era o seu melhor, e te desenvolveu para ser melhor um passo a frente. Abandone a ideia de que você poderia ter feito melhor, com o conteúdo que você tinha aquele foi o seu melhor.

Você está disposto a abandonar a ideia de que não te deram o bastante? De que aquilo que aconteceu foi feito pra te destruir? De que a vida é injusta com você? A vida que o seu Espirito escolheu!

Parece que são pessoas que te machucam

Não são pessoas que te machucam mas a sua ideia sobre o que eles deveriam fazer pra você se sentir ____________em contraste com a realidade. Se você abandonar a ideia de que precisa disso pra se sentir ________ você é livre pra continuar buscando pessoas que tenham determinado trato com você, mas não vai mais sofrer quando se deparar com alguém que não tiver. Você se muda sem se afetar pela mudança, pela dor do que não foi….você é livre pra continuar buscando o trabalho sonhado e todas as coisas que deseja desfrutar mas não sofre por não as ter porque abandonou a ideia de que depende delas pra se sentir_________. As buscas sempre serão contínuas, mas os resultados, cedo ou tarde, podem surpreender. Todo sentimento é uma semente para colheita futura. Escolha uma visão da vida que você tem agora que faça você se sentir bem, o melhor possível, mas continue agindo no mundo material para ter uma vida melhor. Uma coisa não anula a outra, a semeadura acontece simultaneamente no mundo material e imaterial, pelo que você faz, acredita e pelo que você sente.

@interconexão


Pesquisa científica mostra que memórias podem ser transmitidas de geração para geração através do DNA

Pesquisas mostraram que é possível que algumas informações sejam herdadas biologicamente através de mudanças químicas que ocorrem no DNA.

As memórias podem ser transmitidas às gerações futuras por meio de interruptores genéticos que permitem que os filhos herdem a experiência de seus ancestrais, tornando-se uma espécie de instinto.

Pesquisadores da Emory University de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriram que camundongos podem transmitir informações aprendidas sobre experiências traumáticas ou estressantes – neste caso, um medo do cheiro de flor de cerejeira – para as gerações subsequentes.

Essa condição poderia explicar, por exemplo, por que algumas pessoas da mesma família têm medo das mesmas coisas, ou então um medo irracional aparentemente sem razão, como uma espécie de herança das fobias de seus antepassados.

Assim, o medo das aranhas pode, de fato, ser um mecanismo de defesa herdado, depositado nos genes de uma família, pelo assustador encontro de um ancestral com uma aracnídeo.

O Dr. Brian Dias, do departamento de psiquiatria da Emory University, disse: “Começamos a explorar uma influência subvalorizada no comportamento adulto – experiência ancestral antes da concepção.

“De uma perspectiva translacional, nossos resultados nos permitem apreciar como as experiências de um pai, antes mesmo de conceber a prole, influenciam marcadamente tanto a estrutura quanto a função no sistema nervoso das gerações subseqüentes.

“Tal fenômeno pode contribuir para a etiologia e potencial transmissão intergeracional de risco para transtornos neuropsiquiátricos, como fobias, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático”.

A experiência olfativa dos pais influencia o comportamento e a estrutura neural nas gerações subsequentes

No estudo, publicado na revista Nature Neuroscience , os pesquisadores treinaram ratos para temer o cheiro de flor de cerejeira usando choques elétricos antes de permitir que eles se reproduzissem.

Para isso, os animais foram submetidos a choques elétricos sempre que entravam em contato com o odor de flor de cerejeira .

Após esses ratos se reproduzirem, os filhotes foram expostos ao mesmo cheiro e, surpreendentemente, eles demonstraram reações de medo ao contato com este odor, mesmo sem terem experimentado qualquer efeito negativo relacionado ao cheiro. A mesma reação também foi percebida em outras gerações dos animais.Este efeito continuou mesmo com os ratos criados por inseminação artificial.

Durante este processo de condicionamento, o cérebro do grupo exposto ao choque elétrico apresentou uma mudança química e estrutural na área responsável pela detecção de odores. Esta mesma condição foi percebida até a terceira geração destes ratos. Segundo os pesquisadores, ocorreram mudanças no cérebro e no DNA dos animais.

O DNA dos animais também carregava alterações químicas, conhecidas como metilação epigenética, no gene responsável pela detecção do odor.

O resultado da transmissão da fobia de geração para geração aconteceu pela programação do DNA, que se alterou para apresentar aos filhotes os traumas vivenciados por seus antecessores. O resultado apontou uma firme evidência de que a transmissão biológica de memórias é possível.

Isso sugere que as experiências são de alguma forma transferidas do cérebro para o genoma, permitindo que elas sejam passadas para gerações posteriores.

Os pesquisadores agora esperam realizar mais trabalhos para entender como a informação chega a ser armazenada no DNA em primeiro lugar.

Eles também querem explorar se efeitos semelhantes podem ser vistos nos genes dos seres humanos.

O professor Marcus Pembrey, geneticista pediátrico da University College London, disse que o trabalho fornece “evidências convincentes” para a transmissão biológica da memória.

Ele acrescentou: “Ele aborda temor constitucional que é altamente relevante para fobias, ansiedade e transtornos de estresse pós-traumático, além do assunto controverso de transmissão da” memória “da experiência ancestral ao longo das gerações.

“É hora de os pesquisadores de saúde pública levarem as respostas transgeracionais humanas a sério… Eu suspeito que não vamos entender o aumento dos distúrbios neuropsiquiátricos ou da obesidade, diabetes e distúrbios metabólicos, geralmente sem adotar uma abordagem multigeracional“.

O professor Wolf Reik, chefe de epigenética do Instituto Babraham, em Cambridge, disse que, no entanto, mais trabalho é necessário antes que tais resultados possam ser aplicados aos seres humanos.

Ele disse: “Esses tipos de resultados são encorajadores, pois sugerem que a herança transgeracional existe e é mediada pela epigenética, mas é necessário um estudo mecanicista mais cuidadoso dos modelos animais antes de extrapolar tais descobertas para os seres humanos”.

Pesquisas como esta são extremamente importantes para que os cientistas consigam entender melhor a mente humana e possam sugerir novos tratamentos e abordagens para algumas doenças.

O estudo mostra que nosso DNA tem a capacidade de carregar lições e memórias de nossos antepassados, e pode ser um caminho para novos estudos nos campos da neuropsiquiatria, da obesidade, do diabetes e de outros distúrbios metabólicos que atingem várias gerações em uma mesma família.

efeitos transgeracionais são herdados por meio dos gametas parentais. Nossas descobertas fornecem uma estrutura para abordar como a informação ambiental pode ser herdada transgeracionalmente nos níveis comportamental, neuroanatômico e epigenético.

Interconexão


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A Avó Materna e o que você pode ter herdado dela

Essa senhora é muito importante para você.

Por quê?

Porque é fundamental quando se trata da transferência de informações e programas genéticos. Acontece que quando ela estava grávida de sua mãe, o feto já tem os oócitos formados.

E desses oócitos, os dois milhões de óvulos que sua mãe terá durante a vida vão sair. Um desses óvulos, tenha seu nome. Então este carrega as informações da avó.

Quais informações você quer dizer?

Para tudo o que a avó vivia, ela sentia e vivia. Se era o momento certo para ter filhos, se a gravidez era desejada, se ela se sentia protegida pelo marido, … etc.

Sabendo que as necessidades biológicas não cobriam a avó. Tudo isso e muito mais é informação que fica impressa em todas as células do feto. Portanto, você carrega informações sobre a avó quando ela estava grávida de sua mãe. Você já ouviu falar que a genética às vezes pula uma geração? Bem, é isso.

O óvulo do qual você leva a informação da avó materna.

Por que a avó e não o avô?

Porque a avó coloca o óvulo e o avô o esperma. E o óvulo, além da informação genética, carrega a informação mitocondrial, que está na membrana celular.

Enquanto no avô, a informação mitocondrial é na cauda do espermatozóide, e como você sabe no momento da fertilização, a cauda fica de fora.

Na mitocôndria é onde a informação é armazenada nos níveis de programas que são herdados. Informação biológica E você, o que você sabe sobre a sua avó materna?

Plano sem fim – Jodorowsky

À medida que eu me desperto, desperto você. Eu te desejo paz sobre todas as coisas.

A serviço e da luz e da lucidez

@Interconexão

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Epigenética: O Que herdamos de nossos pais ? E de nossa sociedade?

Comportamentos culturais por meio de instintos geneticamente programados. As crianças pequenas observam o ambiente e absorvem a sabedoria do mundo, fornecida por seus pais, diretamente em seu sistema de memória subconsciente. Como resultado, passam a ter muito dos mesmos comportamentos e crenças deles quer reconheçam ou não.

os comportamentos básicos, crenças e atitudes dos pais também são “incorporados” às redes sinápticas de nossa mente subconsciente e, uma vez que passam a fazer parte de nós, controlam nossa biologia pelo resto da vida… a menos que encontremos uma maneira de reprogramá-los.

Com um sistema tão preciso, imagine as consequências para uma criança que ouve dos pais frases do tipo: “Criança idiota”, “você não merece ganhar as coisas”, “não serve para nada”, “não devia ter nascido” ou “é um fraco”.

Quando pais descuidados ou que não gostam dos filhos transmitem a eles esse tipo de mensagem, nem sempre têm consciência de que as informações são armazenadas na mente subconsciente das crianças como “fatos reais”, da mesma maneira que os dados em um computador.

Durante a primeira fase de desenvolvimento, a consciência da criança ainda não se desenvolveu o suficiente para filtrar ou identificar essas afirmações como algo que os pais disseram em um momento de raiva e que não são necessariamente características do seu “eu”. Mas uma vez dentro da mente subconsciente elas passam a ser “verdades” que, inconscientemente, moldam o comportamento e o potencial da criança ao longo de toda a sua vida.

A medida que crescemos, nos tornamos menos suscetíveis à programação externa, pois atingimos a frequência cerebral alfa (8-12 Hz). A atividade alfa é mantida no período de consciência tranquila. Enquanto a maior parte de nossos sentidos como a visão, a audição e o olfato captam o mundo externo, a consciência é um “órgão sensor” e se comporta como um espelho, refletindo o trabalho da comunidade celular do corpo. É a chamada consciência do “eu”.

Quando a criança atinge os 12 anos de idade, seu EEG começa a mostrar períodos mais longos de uma frequência ainda mais alta chamada ondas beta (12-35 Hz). O estado beta do cérebro se caracteriza pela “consciência ativa ou concentrada”, a mesma que você está utilizando ao ler este livro. Recentemente, foi descoberto um quinto estado de EEG, ainda mais alto, chamado de ondas gama (acima de 35 Hz). Essa frequência é a predominante em momentos de “alto desempenho”, como o dos pilotos no momento em que estão pousando um avião ou um tenista quando está fazendo uma jogada que pode definir a partida.

Quando a criança passa para a adolescência, sua mente subcons-ciente está saturada de informações como o seu modo de andar, a “consciência” de que jamais será alguém na vida ou a noção de que pode obter tudo o que almejar. Depende do incentivo ou do tratamento que recebeu dos pais até aquele momento. O conjunto de instintos geneticamente programados e das crenças que adquirimos de nossos pais formam a mente subconsciente, que pode tanto nos impedir de manter o braço esticado em um consultório de quiroprática quanto sabotar todas as promessas que fazemos no Ano-Novo, de que iremos parar de comer demais, usar drogas e medicamentos etc. Volto então à questão das células, que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. Já disse muitas vezes que cada uma delas tem inteligência própria. Mas quando se agrupam para criar comu-nidades multicelulares, passam a seguir a “voz coletiva” do orga- nismo mesmo que ela implique comportamentos autodestrutivos. Nossa fisiologia e padrões de comportamento se desenvolvem de acordo com as “verdades” dessa voz central e todas as suas crenças, sejam elas construtivas ou destrutivas. Já mencionei o poder da mente subconsciente, mas quero enfatizar que não há necessidade de a considerarmos uma fonte assustadora, poderosa e freudiana de “conhecimento” destrutivo.

Na verdade, o subconsciente é um grande centro de dados e programas desprovido de emoção, cuja função é simplesmente ler os sinais do ambiente e seguir uma programação estabelecida sem nenhum tipo de questionamento ou julgamento prévio.

A mente subconsciente é como um “disco rígido” que armazena nossas experiências de vida. Os programas são basicamente comportamentos de estímulo-reação. Os estímulos que ativam o comportamento podem ser sinais que o sistema nervoso detecta do mundo externo e/ou de dentro do próprio corpo, como emoções, prazer e dor. Quando um estímulo é captado, gera automaticamente a mesma reação comportamental que foi aprendida na primeira vez em que foi detectado.

Complicado do livro de Bruce Lipton

Bio-choque ou Psico-Choque

 

Uma das grandes contribuições do Dr. Hamer, chamado Síndrome de Dick Hamer (DHS), em memória de seu filho.

Há um evento suficientemente chocante que afeta o nível psíquico e o nível do órgão.

O cérebro e o corpo estão permanentemente relacionados e, desse modo, a cada momento há choques biológicos que são resolvidos involuntariamente. O choque biológico é permanente. O açúcar que temos no sangue diminui quando trabalhamos. Nosso cérebro, que controla todo o organismo, dá ordem ao fígado para liberar glicogênio. O açúcar retorna ao sangue e continuamos trabalhando. Mas há um momento em que não há mais reserva: é ressentido: “estou com fome”. Quando não há solução por dentro, procuro por fora. Eu dou a ordem aos músculos para que através deles comam. É assim que todo o organismo funciona: se me falta oxigénio quando corro, o meu cérebro acelera o coração e os músculos respiratórios. Quando não é suficiente, chegará à consciência de que devemos parar de correr. Se não houver comida na geladeira ou precisar correr porque tenho um leão para trás, não vou mais ouvir minha biologia.

Este é o bio-choque, porque minha necessidade biológica não pode ser satisfeita. Então há uma solução de exceção: farei mais fígado, para ampliar a reserva, ou expandirei meus brônquios.

A doença é um termo suplementar de adaptação à sobrevivência. Não é uma solução definitiva. O conflito está aí para nós superarmos.

  Critérios de Bio Choque

1- É imprevisível, inesperado: é um momento preciso, devemos procurar um momento específico.

2- Vivemos em isolamento: o que sentimos por dentro (ressentimento).

3- Não vemos a solução: não posso mudar o mundo exterior.

4- Mais ou menos dramático: dará sintomas diferentes dependendo da intensidade do drama.

O choque biológico pode manifestar-se de duas formas, excedendo o limiar de tolerância, tendo em conta que este limiar é específico para cada pessoa; nós também chamamos de: limite superior tolerável (LST).

* Efeito míssil : a situação é muito estressante por si só.

* Efeito Jarra : é a palha que enche o copo. O que o Dr. Salomón Sellam chama de “conversão repetitiva mínima”.

Quando há quatro critérios, há uma Repressão e, às vezes, uma distorção. Daqui a programação acontece.

Bio-choque – Repressão – Automação do Respeito – Ferroviário / Âncora – Programação

Rail ou Anchor, na linguagem da PNL: no momento em que há um choque emocional, nosso cérebro registra tudo que nos rodeia. Quando um evento é repetido, mesmo que por semelhança, esse trilho é ativado novamente: Humanos e animais, ressentimos sem estarmos cientes disso.

No momento em que chamamos de ancoragem , existe uma necessidade que não pode ser atendida: necessidade de carinho, necessidade de projetos, etc.

Enric Corbera

Como transformar o corpo da dor:

–  Reconhecendo :

Observe a conversa interna. Quando os pensamentos vêm, permita-os e reconheça os sentimentos que eles geram. “Estou com medo”, “Estou com raiva”, “Estou triste”, “Estou animado”, “Estou animado”, “Estou atraído”, “Estou confuso”, etc.

Perceba que, quando uma emoção está ativa, há também um diálogo interno que tenta justificar e dar razão ou significado à emoção. Tente ficar com a sensação sem se perder no diálogo interno.

–  Localização :

Agora, ligue-se ao seu corpo Onde eu me sinto? Observando em qual parte do corpo exatamente a sensação é.

Estamos acostumados a estar desconectados do nosso corpo. Quando permitimos que o corpo seja parte do que está acontecendo, entramos em outro nível de consciência e o corpo nos dirá o que precisamos. A energia estagnada está no corpo e a partir daí será liberada.

Permitir :

Agora você escuta ao seu corpo, deixá-lo fazer o que você precisa: em movimento, agitação, alongamento, fazendo sons …

Ao ligar para o corpo, ele nos diz o que você precisa e simplesmente permitir  que , sem julgar ou criticar . Por exemplo, o corpo precisa gritar e a mente pode resistir justificando que será embaraçoso ou deixará os outros desconfortáveis. Permitir isso significa ajudar a satisfazer a necessidade  do corpo, apesar de reconhecer o que a mente nos diz. Se você precisa gritar, pode imaginar que grita e mergulha nessa sensação.

–  Intensificando :

Ampliando ao máximo o que eu sinto.

A maneira de passar a contração é experimentá-la em todo o seu potencial, apesar dos medos que ela gera. Somos feitos de uma grande inteligência, de modo que se trata de confiar e mergulhar totalmente na contração.

– Respiração:

Após o processo de reconhecer, permitir, localizar e intensificar, a respiração nos enche de vida e equilíbrio, promovendo  a conexão entre todas as células do corpo  e, portanto, a  integração  da energia liberada.

Então, adquira algum tempo sozinho para integrar a experiência que você teve. Talvez, deite-se por um tempo e escreva na sua agenda.

Toma água.

Luis Diaz

Contratos Inconscientes; Árvore Genealógica nossa maior Armadilha e nosso Tesouro mais Precioso

certos comportamentos inconscientes são transmitidos de geração em geração e para evitar a manifestação dos mesmos é preciso tomar consciência deles e se desvincular para isso é necessário estudar sua árvore genealógica.

Indiscutivelmente, às vezes somos “propriedade” de nossas famílias, especialmente os nosso relacionamento com nossos pais desempenham um papel fundamental na formação da psique individual, por isso é essencial desatar esses “nós” com o passado, e ir baixando o peso das experiências de vida que não nos correspondem.

A árvore está viva dentro de mim. Eu sou a árvore. Eu sou toda minha familia. Ninguém tem problemas individuais porque toda a família está sempre em jogo. A família inconsciente existe. A partir do momento em que alguém se torna consciente de alguma coisa, que todo o seu também aceita. Que alguém é leve. Se alguém faz o seu trabalho, toda a árvore é purificada. – Alejandro Jodorowski

A árvore genealógica é nossa maior armadilha e nosso tesouro mais precioso. Armadilha que nos leva a nos trair, permanecendo fiéis aos contratos inconscientes. Tesouro que nos gera e nos dá a possibilidade de viver desenvolvendo a consciência.

Nós trabalhamos com um organismo vivo. A árvore genealógica não é um fóssil enterrado, vive e se transforma constantemente a cada nova geração e é por isso que não usamos uma técnica que seria usada para produção em massa. A psicogenealogia de Jodorowsky representa uma forma de trabalho artístico.

condicionamento emocional e comportamental registrado por nossa linhagem em nosso inconsciente pessoal, o mais desconhecido e misterioso, determina a nossa atitude perante a vida e leva nossas ações inevitavelmente a repetições de padrões dolorosos em diferentes domínios pessoais, dos quais dificilmente podemos escapar . A análise psicogenealógica de nossa própria árvore revela as causas originais que desencadearam esses padrões. Sua visão e compreensão já estão curando em si, mas podemos dar um passo no sentido de superar essas rotinas prejudiciais que nos privam de viver em sua plenitude e consciência.

Marianne Costa

A genealogia é uma linguagem de precisão matemática, um sistema de repetições com datas, doenças, mortes, situações, nomes: mapas neurológicos que são percorridos e transmitidos de geração em geração.

Somos portadores dos conflitos não solucionados de nossa árvore e que se manifestam em nós como expiatórios, causando-nos sofrimento, impedindo-nos de amar, ter relações sexuais, realizar … ser feliz, enfim. A memória da nossa árvore genealógica está sempre presente.

Os pais geralmente projetam suas imagens ou desejos em seus filhos, no que é chamado de projeto parental. Com isso sutilmente impor um papel, uma personalidade e, finalmente, um destino que você deve adaptar para não ser rejeitado pelo clã.

Às vezes, para explicar um gesto que fazemos, uma atitude ou uma dor, é necessário voltar a quase quatro gerações. Existem elementos que estamos repetindo.

Para impor esse destino, eles usam a linguagem não verbal de cada família, feita de olhares, silêncios e gestos. E às vezes, até mesmo as ordens literais aparecem como: “você será um fracasso”. Quando os segredos subliminares da árvore são desvendados, as datas de nascimentos, doenças, mortes ou casamentos, correspondências surpreendentes aparecem. Eles começam a reafirmar os laços sutis que a mente estabelece com aqueles que nos rodeiam. Se somos capazes de transformar nosso mito familiar, também muda o Universo. O bem que você faz, como a Bíblia diz, reverberará em mil gerações.

Cristóbal Jodorowski

Tudo está na árvore genealógica, então devemos investigar na árvore genealógica. Esta metodologia baseia-se no fato de que todos os problemas vêm de nossos ancestrais. Nós somos nossa família completa, estamos carregando nossos ancestrais, temos nossa história nas nossas costas, e essa história está viva e se manifesta em diferentes circunstâncias, idades e gerações.

A árvore nos condiciona de todas as maneiras concebíveis. Influencia tudo: “somos possuídos por nossa árvore” há tanto que não sabemos sobre nossa família que, inconscientemente, se move por trás do cenário racional e nos guia através da vida. Ela nos conduz através do que chamamos de destino familiar: ela nos influencia no plano material: (econômico, ocupacional, saúde-doença) no plano emocional: (relações de casal, filhos, amigos …) no plano sexual criativo, no plano intelectual, enfim, tudo porque nós viemos de uma árvore, como as crianças que são o fruto desse destino da família e, em seguida, reproduzir o mesmo por desconhecimento e não dizer como julgamento, mas porque em nossa cultura ocidental não valoriza as raizes, antepassados, não Conhecemos as histórias completas e porque em todas as famílias existem segredos.

Nós curamos a árvore fazendo o que somos autenticamente. Fazendo o nosso destino pessoal. Lançando luz sobre nossas raízes, conhecendo nossa árvore genealógica, pois essa é a psicogenealogia. E então você tem que resolver: é para isso que serve a psicomagia.

Gabriela Rodríguez

“Em cada geração, os novos membros da família são forçados a não ser o que são (indivíduos que desenvolvem sua consciência, obedecendo às proposições do futuro) e a ser o que o clã quer que eles sejam (indivíduos que obedecem aos limites impostos por o passado, sacrificando seus sonhos).

Os pais assim reprimidos provocam em seus filhos um doloroso conflito: queremos que você perceba, obtenha o que não podemos obter, mas, se o fizer, nos destronará, para atentar contra os princípios do clã. Nós amamos você porque você é como nós: se você diferir, deixaremos de amar você.

Todos os objetos que nos cercam influenciam nossa vida de maneira positiva ou negativa. O inconsciente dá um significado simbólico para tudo, em nosso espírito eles adquirem um modo de vida. Eles atuam como chaves que abrem antigos traumas, fazendo com que eles abandonem a dor reprimida, embora com “boas intenções”, nossos pais e educadores nos deram definições negativas.

Estes duram por muitos anos impedindo-nos de desenvolver com prazer, quando os pais exigem que a criança se comporte como um adulto, sobrecarregue-a com responsabilidades, seus próprios problemas, demore tempo e espaço para brincar, impede que viva plenamente sua infância. Roubando a infância e cometendo um abuso total, agindo de maneira infantil, transformando seus filhos em adultos antes do tempo.

A pesada responsabilidade que eles colocam impede que desenvolvam a atividade mais importante para uma criança: poder brincar. Por causa disso, eles crescem reprimindo uma tristeza constante: eles não sabem como entreter. A única coisa que sabem é adquirir responsabilidades, esquecer-se e repetir a história da família repetidas vezes.

Alejandro Jodorowsky

À medida que eu me desperto, desperto você. Eu te desejo paz sobre todas as coisas.

As cinco leis naturais da “Nova Medicina Germânica” – Causa, Desenvolvimento e a Cura

As cinco leis biológicas propostas pela Nova Medicina Germânica, se baseia nas descobertas do médico Ryke Geer Hamer e explicam a causa, o desenvolvimento e a cura natural das “doenças” baseadas em princípios biológicos universais. De acordo com estas leis biológicas, as chamadas “doenças” são parte de “um programa biológico especial da natureza” (SBS), criado para ajudar um indivíduo durante um período de sofrimento emocional e psicológico. Estes programas biológicos arcaicos seguem a lei bifásica da natureza acompanhando o ciclo dia/noite (sistema simpático – parassimpático).   O   Dr. Hamer constatou também que diante de um hiperestresse, o modo preferencial de resposta varia segundo a polaridade de nascimento (lateralidade). Definiu o hemicórtex (um lado do cérebro) esquerdo como feminino e o hemicórtex direito como masculino, cada um destes hemicórtex produz uma resposta própria ao estresse. Por isto, após um mesmo conflito hiperestressante, os destros e os canhotos de ambos os sexos expressarão respostas biológicas diferentes.

Todo Programa Biológico tem sua origem a partir de um DHS (Dirk Hamer Syndrome), que é um evento traumático, um choque conflituoso grave, altamente agudo e dramático, o qual ocorre simultaneamente em três níveis: PSIQUE – CÉREBRO – ORGÃO.

1ª lei: A Lei do Câncer de Ferro: o trauma é o gatilho, características do conflito a ser biologizado

Todo o câncer começa com um sério conflito psicológico conflituoso (do ponto de vista subjetivo de quem sofre), que te pega de surpresa e você vive na solidão. Dito de outra forma, se você não sofre um conflito deste estilo, você não pode ter câncer.

O DHS pode ser acionado, por exemplo, pela perda inesperada de um ente querido, uma separação imprevista, um diagnóstico ou prognóstico para os quais não se está preparado, um pânico da morte súbita, uma raiva ou preocupação inesperada, uma repentina sensação de abandono, um medo, algo inesperado ou ameaçador.

No momento em que ocorre o conflito, o choque imediatamente interrompe as funções biológicas normais do organismo e afim de lidar com o acontecimento inesperado, o cérebro ativa o programa biológico especial da natureza (SBS), criado exatamente para lidar com esta situação em particular. O momento em que o DHS ocorre, todo o organismo está envolvido.

Existe uma relação definida entre o tipo de conflito psicológico sofrido e a área cerebral afetada, e entre ela e o órgão específico onde o câncer se manifesta.

No nível psíquico: Psicologicamente nós experimentamos o estresse emocional e mental.

Nível cerebral: o choque conflituoso atinge uma área específica no cérebro causando uma lesão que é claramente visível em uma tomografia computadorizada do cérebro como um conjunto de anéis concêntricos (imagem que se assemelha a um alvo). Tal lesão anelada é chamada de Foco de Hamer. A localização exata do Foco de Hamer é determinada pela natureza do conflito. Exemplo: um conflito de separação sempre impacta o córtex sensorial. O tamanho da lesão é determinado pela intensidade e duração do conflito.

No curso da evolução do cérebro, cada área foi programada com um programa de resposta biológica especial permitindo que o organismo possa combater uma situação de emergência inesperada. No momento do choque, as células do cérebro recebem a confirmação do conteúdo do conflito para o qual estão programadas e, em seguida, transmitem um sinal bioquímico para as células do corpo correspondentes. A relação entre o choque de conflito, a área do cérebro e o órgão é sempre inequívoca.

Nível de órgãos: O órgão pode responder ao choque ou ao conflito com uma multiplicação celular (crescimento do tumor) ou diminuição de células (osteólise, necrose, ulceração) ou ainda com perturbação funcional (diabetes, paralisia motora, deficiência visual ou auditiva) dependendo de qual camada do cérebro recebe o choque e do tipo de tecido que está envolvido (endoderma, ectoderma, mesoderma – tecidos de origem embriológica). Para cada tipo de conflito, há um tipo específico de doença e uma área específica no cérebro a partir da qual, os processos são controlados.

Exceção: Desnutrição, envenenamento, ou lesões que podem resultar em disfunção de órgão (s) – sem DHS!

Também deve ser dito que nem todos os conflitos psicológicos obviamente geram um trauma, mas geralmente se manifestam fisicamente na forma de problemas mais brandos. Esta primeira lei também especifica outros pontos importantes:

2ª lei: As duas fases da doença: fase de simpaticotonia ou conflito ativo e fase de vagotonía ou recuperação / reparo. A crise do epileptoide

 

Evolução bifásica do conflito .

A partir do choque, há uma correlação entre a evolução do conflito psicológico, a evolução do enfoque de Hamer e o da doença orgânica que consiste basicamente de duas fases desde que haja uma resolução do conflito.

1ª fase: Qualquer aparecimento de um conflito como o mencionado é seguido por uma fase de estresse (fase ativa do conflito). Nesta fase a pessoa entra estado prolongado de simpaticotonia,o organismo todo está ligado sob o comando do sistema nervoso simpático e mostra nervosismo, mãos frias, dificuldade em dormir, tensão muscular, falta de descanso e relaxamento, perda de peso, perda de apetite, insônia, fadiga, pensamentos fixos (remoer pensamentos) e respiração superficial, etc. Nesse sentido, a prática de técnicas de relaxamento, exercícios leves ou alongamentos podem reduzir o impacto do conflito psicológico.

2ª fase: No momento em que o conflito psicológico é resolvido, entra a segunda fase (Fase de Reparo ou Cicatrização ), em que a predominância é o relaxamento / fadiga. Que está no momento em que o conflito psicológico RESOLVIDO/ doença começa processo de auto-cura. Se o corpo tiver um ambiente adequado, livre de toxinas e energia suficiente, o processo de cura ocorre sozinho. Significativamente, é muitas vezes na segunda fase, quando a identificação de diagnóstico médico da doença prejudicial ocorre, tal como a leucemia ou o enfarte do miocárdio, enquanto que pode causar complicações graves a ser tratado, deve ser entendido como processos de cura.

Nível psíquico: A resolução do conflito vem com um sentimento de grande alívio.

Nível vegetativo: o tônus vegetativo, instantaneamente, muda para a prolongada vagotonia (uma extensão do ritmo noturno). Fadiga, fraqueza e um bom apetite são sintomas típicos. A fase de cicatrização é também chamada de fase de calor, porque durante a vagotonia os vasos sanguíneos são dilatados resultando em mãos quentes, inflamações e possível febre. Do ponto de vista biológico, o prolongado tônus de descanso é caracterizado por fadiga e bom apetite, auxilia o processo de reparação e restauração da saúde.

Nível cerebral: Em paralelo com a psique e com o órgão, a lesão do cérebro também começa a cicatrizar. Durante a primeira parte da fase de cicatrização (fase pcl) a água e licor são atraídos para a área lesada criando um edema cerebral para proteger o tecido cerebral durante o processo de reparação. É este inchaço (edema cerebral) que causa os sintomas típicos de reparo cerebral com dores de cabeça, tonturas ou visão dupla (diplopia). Em uma tomografia do cérebro, o Foco de Hamer (os anéis concêntricos da lesão em forma de alvo) que submerge no edema, aparece agora na fase de resolução com uma aparência diferente, como uma mancha borrada indistinta e escura.

A fase de reparo pode ser dividida em três etapas: a primeira é chamada de exsudativa ou inflamatória, a segunda de crise epileptóide ou releitura do conflito e a última de cicatricial. Devido à evolução sincrônica cerebral e orgânica, os Focos de Hamer entram em edema (inchaço) na fase exsudativa, e para frear esta situação, a qual poderia levar a um edema brutal, a crise epileptóide cria uma hiper ativação do sistema simpático. Neste momento, ocorre um aumento dos sintomas da fase ativa. Esta releitura do conflito ocorre essencialmente à noite, entre as 23 e as 3 horas e pode ser de todas as intensidades possíveis. O fim da crise epileptóide é marcado pela eliminação dos edemas com o aumento da diurese.

Suspensão de Conflitos

Se não formos capazes de resolver o conflito ou se uma solução factível não pode ser alcançada, não podemos deixar o nosso local de trabalho ou os nossos relacionamentos infelizes, temos a chance de conscientemente diminuir o grau do conflito, quer intelectualmente, psicologicamente ou espiritualmente. Através da diminuição do grau do conflito, conseguimos diminuir a intensidade do conflito e, consequentemente, os sintomas, tanto no cérebro como no nível do órgão. Podemos conviver com tal conflito reduzido até uma idade avançada, como por exemplo, um tumor no cólon, desde que ele não cause qualquer obstrução mecânica e se nenhum órgão produtor de hormônio, como a tireoide, estiver envolvido. Mas temos que ter em mente que transformar um conflito em um conflito suspenso só pode representar uma alternativa secundária porque a cura só pode ser definitiva quando o conflito é completamente resolvido.

O foco da terapia da Nova Medicina, ou da Leitura Biológica é identificar a origem do DHS (choque conflituoso) e encontrar uma solução para o conflito tão real e tão prática quanto possível. Por exemplo, um homem que perdeu seu negócio e sofre uma perda territorial deve encontrar uma nova ocupação, o choque de uma aposentadoria precoce e inesperada pode ser resolvido através da criação de uma nova atividade, como se associar a um clube ou assumir um hobby negligenciado. Assim que o conflito seja resolvido, a cura segue seu curso natural.

CL – Conflictólise – é o ponto de virada e de resolução do conflito. A conflictólise marca o término da fase ativa e o início da fase de reparo (cicatrização). Como na fase de conflito ativa, o progresso na fase de cicatrização ocorre também de forma síncrona nos três níveis.

 

3ª lei: O sistema ontogênico de tumores e doenças. Os 4 estágios da biologia: sobrevivência, proteção, movimento, relacionamento.Correlação entre as patologias, as camadas embrionárias e o cérebro: endoderme, mesoderme velho, novo mesoderme, ectoderme, casca cérebro.

Ela ilustra a correlação biológica entre a psique, o cérebro e os órgãos de um ponto de vista evolutivo. Os folhetos embriológicos mantêm a memória dos programas de sobrevivência desenvolvidos pela natureza, desde o aparecimento dos seres vivos. O endoderma é relacionado a tudo que é vital e está representado no tronco cerebral. O mesoderma antigo é relacionado ao ataque à integridade e está representado no cerebelo. O mesoderma novo é relacionado às desvalorizações e impotências e está representado na substância branca e o ectoderma, tecido relacionado às separações, está representado no córtex cerebral.

A manifestação da doença depende na origem embrionária do tecido afectado: Quando o impacto é realizada num tecido desenvolvido a partir de endoderme ou mesoderme embrionário durante a proliferação celular activa conflito e protuberâncias são gerados nos órgãos correspondentes enquanto o fase de resolução do conflito ocorre parada de crescimento, encistamento, redução bacteriana, etc. Quando o impacto é realizado sobre o tecido desenvolvido a partir da ectoderme , durante a fase activa durante a fase activa de necrose ou ulcerações são gerados nos órgãos correspondentes, enquanto na fase operatória há edema, inchaço, crescimento abundante, a cura.

4ª lei: O Sistema Ontogenético de Micróbios: fungos / micobactérias,bactérias, vírus

Quando nossos órgãos se desenvolveram ao longo da evolução, muitos tipos específicos de micróbios se desenvolveram com eles. O propósito biológico dos bilhões de microorganismos que habitam o nosso corpo é preservar os diferentes tecidos e mantê-los em um estado saudável. Micróbios, tais como fungos e bactérias, são os nossos ajudantes leais indispensáveis para nossa sobrevivência.

É descoberta do Dr. Hamer que os micróbios se tornam, sem exceção, ativos somente na fase de cicatrização. Na fase de normotonia, bem como na fase de conflito ativo, eles estão adormecidos e não causam qualquer infecção. Mas, no momento da resolução de conflitos (CL), eles recebem um sinal do cérebro para iniciar o trabalho que lhes foi atribuído. Micróbios ativos são totalmente inofensivos a todos os outros órgãos. Os micróbios são especializados em relação ao modo de sua atuação.

Os micróbios, bactérias e vírus colaboram com o organismo durante a fase de cura. Ou seja, a gripe, por exemplo, é uma demonstração da resolução de conflito psicológico: Se o conflito afetou partes da endoderme ou mesoderme durante a fase de resolução aparecerá fungos, bactérias e vírus que vai ajudar a eliminar a proliferação celular ou o tumor que ocorreu durante a fase ativa. Se o conflito afetou o ectoderma, durante a fase de resolução aparecerão microorganismos e vírus que ajudarão a restaurar a necrose ou ulcerações produzidas na fase ativa do conflito.

5ª lei: A Lei da Quintessência ou compreensão do significado da doença: a doença corresponde a um sentido biológico programado por natureza.

A doença é um programa biológico destinado a dizer ao indivíduo que ele está vivendo uma situação que não lhe convém, que ele não assimilou.

As doenças não acontecem por acaso, nem por caprichos de “destino”. Se observarmos o que a doença nos permite fazer, nos força a fazer ou impedir que façamos, podemos encontrar pistas para o conflito psicológico associado.

Exemplo: Uma mulher está caminhando com seu filho ao seu lado e seguro pelas suas mãos. De repente, ele chora e corre para a rua e é atropelado por um carro. No momento em que uma mãe vê seu filho ferido, ela sofre, em termos biológicos, um conflito de preocupação mãe-filho e em uma fração de segundos o Programa Biológico Especial para esse conflito particular é acionado. A preocupação mãe-filho no momento do choque de conflito biológico (DHS) sempre impactará a área do cérebro que controla a função das glândulas mamárias. Uma vez que, em termos biológicos, uma prole ferida recupera-se mais rápido quando ela recebe mais leite, a produção extra de leite é imediatamente estimulada pelo aumento do número de células da glândula mamária. Mesmo se a mulher não está amamentando, o evento ainda desencadeia o início desta resposta, uma vez que isso vem sendo feito ao longo de milhões de anos. Enquanto a mulher está na fase de conflito ativo, por exemplo, porque a criança ainda está no hospital, às células mamarias irão manter-se dividindo e multiplicando, formando o que é comumente chamado de tumor glandular mamário. Se a mulher for destra, o tumor será em seu seio esquerdo, se for canhota o seio afetado será o direito (lateralidade). Assim que o conflito seja resolvido (digamos, a criança é liberada do hospital), o tumor para de crescer imediatamente. Uma vez que a criança está fora de perigo, não há mais a necessidade de produzir células extras pela glândula mamária. Durante a fase de cura ou cicatrização, as células agora supérfluas serão discriminadas com a ajuda de microbactérias que foram treinados para fazer exatamente isso. Se a fase de reparo não for interrompida, deixando-a completar seu percurso, o tumor será completamente removido com a conclusão do processo de cura.

E o mais importante, que esses princípios não se aplicam apenas ao câncer, mas a TODAS AS DOENÇAS , exceto aquelas derivadas diretamente de trauma físico, envenenamento, radiação, etc. E mesmo naqueles não faria mal para ver os fatores psicológicos que levaram a colocar em uma situação de perigo.

Essa maneira de ver a doença implica uma concepção radicalmente nova dela, no campo acadêmico, e é por isso que essa abordagem já é conhecida como a Nova Medicina.

Origem da doença são descobertos e como O conflito psicológico afeta a biologia que leva à doença. O funcionamento das memórias familiares que circulam na genealogia de cada um de nós e como elas podem influenciar nossa vida pessoal e a de nossos descendentes são estudadas.

Todas as pessoas recebem uma herança de seus antepassados que irá influenciar nos acontecimentos da sua vida, mas cada pessoa sente e reage às situações difíceis da vida de maneiras diferentes influenciadas pela sua construção de vida e também pelas heranças genéticas e pela lateralidade.

Esses conhecimentos favorecem o profundo despertar do ser e dos outros.

 

@Interconexão

O Fantasma na Máquina: Interação Mente-Corpo

Em termos médicos, é muito mais simples consertar um corpo mecânico sem ter de pensar na incómoda figura de um “fantasma”. A realidade de um universo quântico retoma conceitos que Descartes refutou. Sim, a mente (energia) emana do corpo físico exatamente como ele pensava. A nova compreensão da mecânica do universo, porém, mostra como o corpo físico pode ser afetado pela mente não-material.

Pensamentos, que são a energia da mente, influenciam diretamente a maneira como o cérebro físico controla a fisiologia do corpo. A “energia” dos pensamentos pode ativar ou inibir as proteínas de funcionamento das células.

Apesar de todas as descobertas da física quântica, a divisão entre mente e corpo prevalece no Ocidente. Os cientistas ainda classificam na mesma categoria das anomalias casos como o do rapaz que se curou por meio da hipnose.

O poder da mente pode ser ainda mais eficaz que as drogas das quais estamos programados a acreditar que precisamos.

Infelizmente, os cientistas ignoram esses casos ao invés de estudá-los.

Meu exemplo favorito dessa insistência em negar a realidade da interação mente-corpo é de um artigo publicado na Science sobre um físico alemão do século 19 chamado Robert Koch, que estabeleceu junto com Pasteur a teoria dos germes. Essa teoria é bem aceita hoje, mas na época de Koch era alvo de controvérsias. Um dos críticos estava tão certo de que a teoria dos germes era absurda que tomou, de um gole só, um copo d’água cheio de Vibrio cholerae, a bactéria que Koch acreditava ser a causadora da cólera. Mas para surpresa de todos, não foi afetado. O artigo da Science, publicado em 2000, afirmava: “por razões desconhecidas ele não apresentou nenhum dos sintomas, mas nem por isso estava certo” (Di Rita, 2000). O homem sobreviveu e a Science, refletindo a unanimidade das opiniões da teoria dos germes, teve a audácia de dizer que sua crítica era incorreta? Se todos sabem que essa bactéria é causadora da cólera e o cientista demonstrou não ser afetado por ela… como ele podia estar errado? Ao invés de tentar descobrir por que ele não apresentou os sintomas, os cientistas simplesmente ignoram a chance de estudar essa e outras exceções às suas teorias.

Um exemplo de uma realidade que desafia os conceitos estabelecidos da ciência é uma antiga prática religiosa de caminhar sobre o fogo. Seus seguidores desafiam constantemente os conceitos da ciência caminhando destemidamente sobre pedaços de carvão em brasa. A temperatura do material e a duração da exposição são mais que suficientes para causar queimaduras severas nas solas dos pés, mas eles saem da experiência ilesos. Antes que você pense que o carvão provavelmente não estava tão quente, saiba que muitas vezes, no mesmo grupo, algumas pessoas que não têm crença suficiente tentam fazer a mesma coisa e sofrem lesões sérias caminhando ao lado daquelas cujos pés se mantêm intactos.

Outro exemplo interessante é o do vírus HIV, que se acredita causar a Aids, pois até agora ninguém conseguiu explicar por que tantos indivíduos infectados com o vírus há décadas não apresentam sintoma algum. E o que dizer dos pacientes terminais de câncer que recuperaram a saúde livrando-se das consequências da doença? Como essas remissões espontâneas ainda não têm explicação, a ciência simplesmente ignorasua existência.

Cura ou saúde espontâneas estão fora do quadro-padrão de diagnósticos.

Bruce Lipton

À medida que eu me desperto, desperto você. Eu te desejo paz sobre todas as coisas.

A serviço e da luz e da lucidez

@Interconexão

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