Todas As Coisas Que Parecem Me Acontecer eu as Peço e as Recebo Conforme Pedi

O livro um curso em milagres tem uma passagem com esses dizeres onde orienta a dizer essa sentença com convicção. Convicção as vezes precisa ser construída, então vamos analisar um pouco e ver se conseguimos vender a nós mesmos essa ideia. Porque mudar uma crença é isso, convencer a si mesmo, e se você fosse vender algo a outra pessoa precisaria de argumentos, então quando você quiser absorver uma ideia a analise de modo a construir argumentos para vende-la a si mesmo.

Eu sou responsável pelo que vejo. Eu escolho os sentimentos que experimento, e eu decido quanto a meta que quero alcançar.

E TODAS AS COISAS QUE PARECEM ME ACONTECER EU AS PEÇO E AS RECEBO CONFORME PEDI

PARECE, porque as coisas realmente parecem que simplesmente acontecem, acontece de o ônibus atrasar ou passar mais cedo e você perder, acontece de alguém bater no seu carro no transito, acontece de alguém esbarrar e derramar café na sua roupa branca, do carro passar na poça de água bem na hora que você estava do lado.

A vida é vivida assim, tudo parece que acontece e tudo bem, esse é o jogo que estamos jogando no teatro da vida. Mas quanto mais conscientes estamos de QUE APENAS PARECE mais empoderados estamos pra lidar com as situações, identificar e mudar a informação interna que é refletida neles. O NOSSO CONTEÚDO INTERNO SE EXTERNA E SE MOSTRA PRA NÓS ATRAVÉS DOS ACONTECIMENTOS DO DIA A DIA, das pessoas que atraímos, das reações que atraímos, de absolutamente tudo que vivenciamos.

O PRIMEIRO PASSO é reconhecer que por mais dolorido ou bizarro que seja o que estamos vivenciando e do quanto gostaríamos conscientemente que fosse diferente, ISSO é um reflexo do conteúdo interno. Alguma informação registrada por você desde o início da sua vida ressoa criando experiências presentes e é através dessas mesmas informações que a sua mente interpreta as interpreta. Então não é pra se debater e pensar “nossa eu sou um merda pra criar essa vida horrível pra mim mesmo”. A sua experiência é a única forma de você ver o seu conteúdo, por isso fala-se em ser grato pelo que se apresenta. A vida não está te batendo mas sim mostrando o que tem aí dentro, se quiser viver de uma forma diferente é isso que precisa ser mudado internamente, ela não pode fazer por você mais que isso, mostrar.

EU AS PEÇO E AS RECEBO

Pedir aqui quer dizer energeticamente, a gente sabe que na nossa sã consciência não quer bater o carro, não quer chegar atrasado numa reunião importante ou ser maltratado. Mas pessoas se atraem para cocriar experiências que são a externalização do conteúdo de ambas. Melhor dizendo Campos energéticos se atraem, inconscientes se atraem porque tem em si peças que se encaixam como um quebra cabeça, para qualquer experiência acontecer é preciso que exista esse encaixe energético, as informações no que dr Hew Len chama banco de dados precisam se encaixar.

O campo busca algo que o complemente, que encaixe uma peça na outra pra poder assim construir uma realidade material pra ser experimentada. Fulano que tem uma informação que é compatível com chegar atrasado vai atrair como chefe alguém que tem uma informação compatível de ter funcionários que atrasem. E se ele fizer de tudo para não atrasar, algo vai aparentemente acontecer com ele, pode ser através de atrair alguém que vai bater no carro de leve, o suficiente para atrasar, ou que vai roubar a vaga de estacionamento, ou pode o carro estragar se não houver ninguém nas redondezas com um campo predisposto a cocriar essas coisas. Essas pessoas tem campos energéticos predispostos a x ações e reações e o seu inconsciente vai estar caçando essas pessoas por aí pra te ajudar a viver a experiência necessária e/ou padrão. No exemplo de chegar atrasado se não houver pessoas para cocriar, o inconsciente vai dar outro jeito porque é o trabalho dele manifestar a sua vida de ACORDO com o seu conteúdo interno, com os seus comandos primordiais. Então essas pessoas estão te ajudando a manifestar o seu conteúdo ao mesmo tempo que você as ajuda a manifestar o delas, é e sempre será uma troca justa e compatível no campo energético. Mas no físico pode parecer injusto, sacanagem ou azar. Portanto é sim um pedido recebido.

EU SOU RESPOSÁVEL PELO QUE VEJO

É a experiência, mas também é como você a enxerga.

Você está manifestando o seu conteúdo interno na experiência presente e ao mesmo tempo “programando manifestações futuras”, criando padrões, com o modo de ver/interpretar e sentir esta mesma experiência presente.

Você é o único que tem o poder de mudar a sua PERCEPÇÃO, olhar para as mesmas pessoas, para os mesmos eventos DE UM MODO TOTALMENTE DIFERENTE. É você quem tem que mergulhar dentro de si mesmo e dissolver a raiva, o ressentimento, o julgamento e mudar a sua percepção.

A primeira interpretação que você dá a algo é automática, vem do seu “banco de dados inconsciente”, mas você pode parar e reinterpretar conscientemente de forma que te eleve e libere a todos, não resumindo as pessoas aos seus defeitos ou erros, se abstendo de julgar de forma condenatória. Quando você faz isso seu inconsciente que está sempre trabalhando, ouvindo, registrando e executando no mundo externo o que está no seu mundo interno, registra a diferença e começa a mudar a sua “visão/interpretação automática das coisas”, assim o mesmo passa a ser visto com outros olhos. É como se o inconsciente fosse uma máquina que está o tempo todo aprendendo conforme observa você, e ele é a maquina que executa no mundo energético os comandos necessários pra manifestar o que você experimenta no mundo material. E aí quando você experiência o que materializou, ele registra as suas reações e vai aprendendo mais sobre o que criar em seguida e vai trocando a informação conforme percebe que você está reagindo diferente! Em essência ele presta atenção no que você sente e esse sentimento vai estar vinculado a ideias, pensamentos e a elementos materiais que para o inconsciente é 0101, é código energético. Ele não entende dinheiro como dinheiro e namorado como namorado, mas ele entende que quando você foca no código energético que pra gente é dinheiro você se sente “triste”, seu campo e DNA se contraem, o que pode gerar doença no seu sistema, um corpo e campo saudável requerem um DNA relaxado, então como o objetivo primário desse sistema é a sua sobrevivência gastando o mínimo de energia possível ele vai afastar isso que contrai (dinheiro etc) de você.

EU ESCOLHO OS SENTIMENTOS QUE EXPERIMENTO” é vinculado a sua percepção e sua habilidade de reinterpretar as coisas de uma forma que faça você se sentir bem, seguro e empoderado. Você é livre para ver o seu problema como a vida te ferrando, e ver a si mesmo como um nada, ou mesmo determinado a mudar a sua realidade e resolver seus problemas, olhar pra tudo como uma oportunidade de ver o seu conteúdo interno, escolher seus sentimentos conscientemente, retomar o poder do seu mundo interno e sair do automático. Você pode lembrar de todos os pontos acima para fazer isso, lembrar que as pessoas envolvidas são compatíveis com seu mundo interno e estão contribuindo, que você só recebe o que pede não importa como isso (recebido)lhe pareça no primeiro momento. Porque mesmo que você não consiga mergulhar dentro de si mesmo e achar a raiz dessa informação que origina o seu problema/oportunidade, só de olhar pra isso de maneira diferente, só de trabalhar as memórias conscientemente, o seu sistema já está registrando uma mudança. Você já está plantando sementes novas ao invés de somatizar o mesmo padrão.

Então você pode pegar a sua lista negra e começar a reinterpretar esses momentos e essas pessoas através de um olhar diferente, ou apenas usar esse olhar a partir daqui com o que quer que lhe aconteça. Você pode buscar ferramentas e praticar pensar conscientemente, ou não fazer nada. A questão é assumir que não fazer nada também é uma escolha. Manter as mesmas crenças e padrões também é uma escolha. Acreditar que tudo está contra você ou a seu favor é uma escolha. A seu favor não é o que só facilita a sua vida, mas é acreditar que dentro daquele problema tem uma oportunidade que você não está se permitindo enxergar.

@interconexao



Você Está Disposto a Abandonar o Que Te Faz Sofrer?

Não é apenas sobre pessoas, relacionamentos, trabalhos… é sobre ideias percepções, julgamentos, sentimentos…é sobre raiva, ressentimento e o apego a sua interpretação dos fatos e das pessoas. É sobre resumir o outro e a si mesmo aos erros e a dor quando existe muito mais que isso! É a sua escolha abandonar um emprego ou um relacionamento, mas também é a sua escolha que emoções vai manter consigo se ficar ou partir. Você pode ter raiva do que alguém fez ou pode escolher entender que ele deu o que tinha e que algo dentro de você se colocou disponível à isso. Você continua se levando consigo, é o sentimento que carrega no seu coração e a maneira como interpreta a dinâmica da vida que determinam o peso do sofrimento/problema e sua habilidade de lidar com isso sem perder a paz.

Você está disposto a abandonar a narrativa da vítima e do vilão? Somos espíritos interpretando personagens que apenas parecem a vítima ou o vilão. Enquanto você contar a história de que por culpa dos seus pais…do seu chefe… do cliente…do seu marido(esposa)…do seu filho…do seu vizinho… Você não se sente ______, amado, feliz, próspero, em paz, ou que por sua culpa o seu filho, fulano ou ciclano não é feliz ou qualquer coisa que seja, você carrega uma carga que não é sua enquanto dá o seu poder ao outro. Cada um é responsável pelo seu mundo interno. Se a carga não é sua, você não tem o poder ou o que é necessário para carrega-la, e por isso enverga. A “carga” foi feita sob medida para o seu dono, para o desenvolvimento dele, por tanto só ele tem o necessário para dar conta dela, é o poder dele. Aquela pessoa precisa daquilo pra desenvolver as habilidades necessárias para dar o próximo passo. Tudo serve ao ser. Tudo agora está a serviço do que está por vir.

Abandonar o que te machuca aqui não é apenas perdoar o erro, é compreender que cada ser humano deu o seu melhor em cada circunstância ainda que pareça pouco, ainda que pareça horrível, que doa, ainda que existisse uma opção “melhor” ao nosso ver. Tudo que aquele ser podia fazer com o conteúdo interno dele, ele fez. Mesmo que você olhe e diga que ele poderia ter pego outro caminho, tomado outra ação ou reagido de outra forma… você não vê o interior do outro, nem as razões do espírito por trás das ações do humano. Você não sabe o que só Deus sabe. Você julga da sua posição, com o seu conteúdo, não do lugar do outro, com a dor do outro, na pele do outro, você não sabe, então você escolhe uma maneira de interpretar o outro, a si mesmo, as circunstancias, as ações e reações. Se é assim, escolha uma interpretação que te faça bem, que te beneficie e te empodere ao invés de uma que te diminua. Escolha uma interpretação que liberte, que não aprisione nem resuma ninguém à um julgamento no seu mundo interno. Que não te amarre em emoções pesadas. Que não te prenda à cadeira da vítima ou do vilão. Para ser livre você precisa se soltar da culpa e do julgamento que te amarra ao outro. Do lado de fora você toma as ações pertinentes a cada situação mas não internaliza a posição de mocinho ou bandido e busca entender porquê seu inconsciente trouxe aquela situação para sua experiência. Quanto mais desenvolvemos a habilidade de agir no mundo externo de acordo com o que determinamos que é melhor e mais humano, e simultaneamente do lado de dentro não nos prendermos ao julgamento, mais livres nos tornamos.

Autorresponsabilidade não é culpa. Se julgar do lugar em que você está agora, quando já sabe onde aquelas escolhas “erradas” te levaram, quando você já aprendeu algo com aquilo é incoerente, até mesmo insano. A consciência que você tem hoje é resultado de todas as suas vivências, aquele era o seu melhor, e te desenvolveu para ser melhor um passo a frente. Abandone a ideia de que você poderia ter feito melhor, com o conteúdo que você tinha aquele foi o seu melhor.

Você está disposto a abandonar a ideia de que não te deram o bastante? De que aquilo que aconteceu foi feito pra te destruir? De que a vida é injusta com você? A vida que o seu Espirito escolheu!

Parece que são pessoas que te machucam

Não são pessoas que te machucam mas a sua ideia sobre o que eles deveriam fazer pra você se sentir ____________em contraste com a realidade. Se você abandonar a ideia de que precisa disso pra se sentir ________ você é livre pra continuar buscando pessoas que tenham determinado trato com você, mas não vai mais sofrer quando se deparar com alguém que não tiver. Você se muda sem se afetar pela mudança, pela dor do que não foi….você é livre pra continuar buscando o trabalho sonhado e todas as coisas que deseja desfrutar mas não sofre por não as ter porque abandonou a ideia de que depende delas pra se sentir_________. As buscas sempre serão contínuas, mas os resultados, cedo ou tarde, podem surpreender. Todo sentimento é uma semente para colheita futura. Escolha uma visão da vida que você tem agora que faça você se sentir bem, o melhor possível, mas continue agindo no mundo material para ter uma vida melhor. Uma coisa não anula a outra, a semeadura acontece simultaneamente no mundo material e imaterial, pelo que você faz, acredita e pelo que você sente.

@interconexão


O Que São Campos Mórficos? Ressonância Mórfica e o Inconsciente Coletivo

A questão do desenvolvimento biológico, da morfogênese, é na verdade bastante aberta e é assunto de muito debate dentro da própria biologia. Uma alternativa à abordagem mecanicista / reducionista, que existe desde a década de 1920, é a ideia de campos morfogenéticos (modelagem de forma). Nesse modelo, os organismos em crescimento são moldados por campos que estão dentro e ao redor deles, campos que contêm, por assim dizer, a forma do organismo. Isso está mais próximo da tradição aristotélica do que de qualquer uma das outras abordagens tradicionais. À medida que um carvalho se desenvolve, a bolota é associada a um campo de carvalho, uma estrutura organizadora invisível que organiza o desenvolvimento do carvalho; é como o molde de um carvalho, dentro do qual cresce o organismo em desenvolvimento.

Um fato que levou ao desenvolvimento dessa teoria é a notável capacidade que os organismos têm de reparar danos. Se você cortar um carvalho em pequenos pedaços, cada pequeno pedaço, devidamente tratado, pode crescer e se tornar uma nova árvore. Então, de um pequeno fragmento, você pode obter um todo. As máquinas não fazem isso; eles não têm o poder de permanecer inteiros se você remover partes deles. Corte um computador em pequenos pedaços e tudo o que você terá é um computador quebrado. Ele não se regenera em muitos pequenos computadores. Mas se você cortar um verme chato em pequenos pedaços, cada pedaço pode se transformar em um novo verme. Outra analogia é um ímã. Se você cortar um ímã em pequenos pedaços, terá muitos pequenos ímãs, cada um com um campo magnético completo. Esta é uma propriedade holística que os campos possuem e que os sistemas mecânicos não possuem, a menos que estejam associados aos campos. Ainda outro exemplo é o holograma, qualquer parte do qual contém o todo. Um holograma é baseado em padrões de interferência dentro do campo eletromagnético. Os campos, portanto, têm uma propriedade holística que foi muito atraente para os biólogos que desenvolveram esse conceito de campos morfogenéticos.

Cada espécie tem seus próprios campos e dentro de cada organismo existem campos dentro de campos. Dentro de cada um de nós está o campo de todo o corpo; campos para braços e pernas e campos para rins e fígados; dentro estão campos para os diferentes tecidos dentro desses órgãos, e depois campos para as células, e campos para as estruturas subcelulares, e campos para as moléculas, e assim por diante. Existe uma série de campos dentro de campos. A essência da hipótese que estou propondo é que esses campos, que já são amplamente aceitos na biologia, têm uma espécie de memória embutida derivada de formas anteriores de tipo semelhante.  O campo do fígado é moldado pelas formas dos fígados anteriores e o campo do carvalho pelas formas e organização dos carvalhos anteriores. Através dos campos, por um processo denominado ressonância mórfica, a influência de semelhantes sobre semelhantes, há uma conexão entre campos semelhantesIsso significa que a estrutura do campo possui uma memória cumulativa, baseada no que aconteceu com a espécie no passado. Essa ideia se aplica não apenas a organismos vivos, mas também a moléculas de proteínas, cristais e até átomos. No reino dos cristais, por exemplo, a teoria diria que a forma que um cristal assume depende de seu campo mórfico característico. Campo mórfico é um termo mais amplo que inclui os campos de forma e comportamento; doravante, usarei a palavra campo mórfico em vez de morfogenético. por exemplo, a teoria diria que a forma que um cristal assume depende de seu campo mórfico característico. 


Se você fizer um novo composto e cristalizá-lo, não haverá um campo mórfico para ele na primeira vez. Portanto, pode ser muito difícil cristalizar; você tem que esperar que um campo mórfico surja. Na segunda vez, no entanto, mesmo que você faça isso em outro lugar do mundo, haverá uma influência da primeira cristalização, e ela deve se cristalizar um pouco mais facilmente. Na terceira vez, haverá uma influência da primeira e da segunda, e assim por diante. Haverá uma influência cumulativa de cristais anteriores, então deve ficar cada vez mais fácil cristalizar quanto mais frequentemente você cristaliza. E, de fato, é exatamente isso que acontece. Os químicos sintéticos descobrem que os novos compostos geralmente são muito difíceis de cristalizar. Conforme o tempo passa, eles geralmente ficam mais fáceis de cristalizar em todo o mundo. A explicação convencional é que isso ocorre porque fragmentos de cristais anteriores são carregados de laboratório em laboratório nas barbas de químicos migrantes. Quando não houve nenhum químico migrante, presume-se que os fragmentos flutuaram pela atmosfera como partículas microscópicas de poeira.

Talvez os químicos migrantes carreguem fragmentos em suas barbas e talvez partículas de poeira se espalhem pela atmosfera. No entanto, se medirmos a taxa de cristalização sob condições rigorosamente controladas em vasos selados em diferentes partes do mundo, ainda assim devemos observar uma taxa acelerada de cristalização. Este experimento ainda não foi feito. Mas um experimento relacionado envolvendo taxas de reação química de novos processos sintéticos está atualmente sendo considerado por uma grande empresa química na Grã-Bretanha porque, se essas coisas acontecerem, terão implicações muito importantes para a indústria química.

Uma nova ciência da vida

Existem vários experimentos que podem ser feitos no reino da forma biológica e no desenvolvimento da forma. Correspondentemente, os mesmos princípios se aplicam ao comportamento, formas de comportamento e padrões de comportamento. Considere a hipótese de que, se você treinar ratos para aprender um novo truque em Santa Bárbara, os ratos de todo o mundo serão capazes de aprender a fazer o mesmo truque mais rapidamente, só porque os ratos em Santa Bárbara aprenderam. Este novo padrão de aprendizagem estará, por assim dizer, na memória coletiva do rato – nos campos mórficos dos ratos, aos quais outros ratos podem entrar em sintonia, apenas porque são ratos e apenas porque estão em circunstâncias semelhantes, por ressonância mórfica . Isso pode parecer um pouco improvável, mas ou esse tipo de coisa acontece ou não.

Entre o vasto número de artigos nos arquivos de experimentos em psicologia de ratos, há vários exemplos de experimentos em que as pessoas realmente monitoraram as taxas de aprendizagem ao longo do tempo e descobriram aumentos misteriosos. Em meu livro Uma nova Ciência da Vida, descrevo uma dessas séries de experimentos que se estendeu por um período de 50 anos. Iniciado em Harvard e depois na Escócia e na Austrália, o experimento demonstrou que os ratos aumentaram sua taxa de aprendizagem em mais de dez vezes. Este foi um efeito enorme – não algum resultado marginal estatisticamente significativo. Essa taxa melhorada de aprendizado em situações de aprendizado idênticas ocorreu nesses três locais separados e em todos os ratos da raça, não apenas em ratos descendentes de pais treinados.


Pode-se ver a partir dessas analogias como a genética e a ressonância mórfica estão envolvidas na hereditariedade. Claro, uma nova teoria da hereditariedade leva a uma nova teoria da evolução. A teoria evolucionária atual é baseada na suposição de que praticamente toda hereditariedade é genética. A sociobiologia e o neodarwinismo, em todas as suas várias formas, são baseados na seleção de genes, frequências de genes e assim por diante. A teoria da ressonância mórfica leva a uma visão muito mais ampla que permite que uma das grandes heresias da biologia mais uma vez seja levada a sério: a saber, a ideia da herança de características adquiridas. Os comportamentos que os organismos aprendem ou as formas que desenvolvem podem ser herdados por outros, mesmo que não sejam descendentes dos organismos originais – por ressonância mórfica.

Um Novo Conceito de Memória

Quando consideramos a memória, essa hipótese leva a uma abordagem muito diferente da tradicional. O conceito-chave da ressonância mórfica é que coisas semelhantes influenciam coisas semelhantes no espaço e no tempo. A quantidade de influência depende do grau de semelhança. A maioria dos organismos são mais semelhantes a si próprios no passado do que a qualquer outro organismo. Eu sou mais parecido comigo cinco minutos atrás do que sou como qualquer um de vocês; todos nós somos mais parecidos conosco no passado do que com qualquer outra pessoa. O mesmo é verdade para qualquer organismo. Essa auto-ressonância com estados passados ​​do mesmo organismo no reino da forma ajuda a estabilizar os campos morfogenéticos, a estabilizar a forma do organismo, mesmo que os constituintes químicos nas células estejam se transformando e mudando. Os padrões habituais de comportamento também são sintonizados pelo processo de auto-ressonância. Se eu começar a andar de bicicleta, por exemplo, o padrão de atividade do meu sistema nervoso e dos meus músculos, em resposta ao equilíbrio na bicicleta, imediatamente me sintoniza por semelhança com todas as ocasiões anteriores em que eu andei de bicicleta. A experiência de andar de bicicleta é dada por ressonância mórfica cumulativa a todas aquelas ocasiões passadas. Não é uma memória verbal ou intelectual; é uma memória corporal de andar de bicicleta. 

Isso também se aplica à minha memória de eventos reais: o que fiz ontem em Los Angeles ou no ano passado na Inglaterra. Quando penso nesses eventos específicos, estou me sintonizando nas ocasiões em que esses eventos aconteceram. Existe uma conexão causal direta por meio de um processo de ajuste. Se essa hipótese estiver correta, não é necessário assumir que as memórias estão armazenadas dentro do cérebro.


Ao considerar a teoria da ressonância mórfica da memória, podemos perguntar: se nos sintonizamos com nossas próprias memórias, por que não nos sintonizamos com as de outras pessoas também? Acho que sim, e toda a base da abordagem que estou sugerindo é que existe uma memória coletiva com a qual todos estamos sintonizados, que forma um pano de fundo contra o qual nossa própria experiência se desenvolve e contra a qual nossas próprias memórias individuais se desenvolvem. Este conceito é muito semelhante à noção de inconsciente coletivo.

Jung pensava no inconsciente coletivo como uma memória coletiva, a memória coletiva da humanidade. Ele pensava que as pessoas estariam mais sintonizadas com os membros de sua própria família, raça e grupo social e cultural, mas que, no entanto, haveria uma ressonância de fundo de toda a humanidade: uma experiência combinada ou média de coisas básicas que todas as pessoas experimentam (por exemplo, comportamento materno e vários padrões sociais e estruturas de experiência e pensamento). Não seria tanto uma memória de pessoas particulares do passado, mas uma média das formas básicas de estruturas de memória; esses são os arquétipos. A noção de inconsciente coletivo de Jung faz muito sentido no contexto da abordagem geral que estou apresentando. A teoria da ressonância mórfica levaria a uma reafirmação radical de Jung ‘

A abordagem que estou apresentando é muito semelhante à ideia de Jung do inconsciente coletivo. A principal diferença é que a ideia de Jung foi aplicada principalmente à experiência humana e à memória coletiva humana. O que estou sugerindo é que um princípio muito semelhante opera em todo o universo, não apenas nos seres humanos. Se o tipo de mudança radical de paradigma de que estou falando ocorrer dentro da biologia – se a hipótese da ressonância mórfica for aproximadamente correta – então a ideia de Jung do inconsciente coletivo se tornaria uma ideia dominante: os campos morfogênicos e o conceito de inconsciente coletivo mudar completamente o contexto da psicologia moderna.

 Compilação dos textos de Rupert Sheldrake

A Medida que eu me Desperto, Desperto você…Nós Despertamos

Acreditamos muitas vezes que estamos no mundo a serviço do outro, que precisamos contribuir com os outros, ou não seremos bons o bastante. Até um certo ponto tudo bem, considerando que vivemos em sociedade e dependemos dessa troca todos os dias, contribuir para o outro é positivo, se contribuo para um mundo mais preservado é bom para mim e para os outros, se contribuo para um mundo mais pacifico é bom para mim e para os outros.

Mas de que “lugar” fazemos isso? Da obrigação de que precisamos ser bons para agradar a Deus? Para sermos bem vistos e aceitos? Para pertencermos? Qualquer que seja a resposta continua e sempre continuará sendo egoísmo… Controverso não? Um altruísta atuando a partir do egoísmo? É assim mesmo…sempre há alguma coisa no nosso interior que nos move, o desejo de ser “bom” vem de algum lugar dentro de nós que diz que isso será benéfico para nós! Funciona assim mesmo quando você faz o que considera um sacrifício em prol do outro. O ato mais altruísta que você já teve na vida foi “egoísta” também. Talvez não aparente na materialidade do mundo tridimensional que vivemos. Mas vontades, ímpetos, decisões, motivações vem de dentro de nós e nem sempre sabemos a origem, apenas julgamos com o filtro da dualidade, bom e mau, certo e errado.

Digo isso apenas para explicar que se você acha que faz pouco, que não esta servindo o bastante, e se culpa por isso entenda que isso é apenas uma interpretação! Se você não acorda as 6 hr da manhã pra servir café para os moradores de rua, não quer dizer que você não seja bom e não possa “servir”. Apenas que no seu interior não tem uma programação incentivando, gerando vontade de fazer isso, porque não registrou que isso é benéfico para você, não registrou ganhos. E aqueles que o fazem, abençoados sejam, tem um registro que sim, há ganhos, então há vontade. Entendeu?

Mas aí olhamos para eles com admiração ou ressentimento? Porque não conseguimos ser tão bons, tão marcantes, fazer diferença na vida do outro… Pense nisso de modo geral, qualquer coisa que você não consiga se colocar a fazer e vê alguém que faz com facilidade…Como se sente em relação a essa pessoa? Se é mau, sua maior contribuição a si mesmo e a ela é olhar para isso, investigar a origem e transmutar os sentimentos. Você faz isso olhando para ela? Não, é para si e por si mesmo! Mas a contribuição energeticamente falando é uma consequência. Comece por se abrir para entender que aquela pessoa tem uma programação interior onde aquilo é para ela um ganho e ela pode ou não estar consciente disso. É uma forma de amor? É pode ser! Pode ser que ela tenha registrado que doar-se dessa maneira é amor e isso traz amor de volta. Você da amor porque quer ser amado. E da o amor que conhece e tem.

O que você registrou como amor no subconsciente pode não ser o que você acha hoje que é amor. Assim como aquilo que registrou como maior contribuição ao outro pode ser o oposto que acha hoje. Talvez para o seu subconsciente o maior ato de amor é deixar as pessoas levantarem sozinhas, ou é derrubar para que ela então o faça. Esses registros são feitos desde o útero, ou seja, segundo a teoria do desenvolvimento cognitivo de piaget fizemos essas primeiras interpretações do mundo com o pensamento concreto, sem a capacidade da mente abstrata que que analisa vários fatores, que explora possibilidades. Qualquer ideia ficou registrada como verdade absoluta. Como concreto.

Libere a culpa de ser “egoísta”.

Você não precisa achar que é pecado ser egoísta, todos somos, e o “melhor” de nós também é. Cada um faz o seu papel seguindo as suas motivações interiores, ainda que não percebamos afinal são programações, elas são sim egoístas. Apenas não no sentido que aprendemos a ver o egoísmo, o julgamos mau e errado, não queremos olhar para ele e não queremos jamais ser taxados de egoístas, entretanto nossa programação primária de sobrevivência tem toda sua base no egoísmo. E tudo bem, afinal todo ser humano funciona exatamente igual. Só parece que não, quando julgamos as pessoas dualmente no mundo material.

Então espiritualmente falando, se você apenas trabalhar em sua própria evolução, em resolver suas emoções internas, em descobrir porque você não consegue fazer aquela coisa que gostaria, é bom o bastante. Porque se somos interconectados quando um desperta todos despertamos um pouco. Quando você trabalha em si mesmo em estar mais consciente dos seus pensamentos e sentimentos troca informações com o campo magnético de todos, e esse pode ser o seu papel de contribuição.

Quando você trabalha no seu mundo interior e foca em você, isso é considerado egoísta e ainda assim é um serviço ao todo. Quando você libera alguém dos seus julgamentos isso é extremamente benéfico para você, e o outro vai sentir também. Partículas de consciência são trocadas em um nível que na maioria das vezes olhos humanos não podem ver.

Ninguém é melhor que ninguém, a medida que um se desperta, desperta a todos…

E veja o despertar não é um evento isolado, é um desenvolvimento continuo, dia após dia, pensamento após pensamento, partícula por partícula.

Trabalhar em si mesmo, no seu autoconhecimento e desenvolvimento interior é um serviço ao todo. É a sua contribuição, e se a partir desse trabalho você se tornar mais propenso a caridade, tudo bem, se não, tudo bem. Mas se você se tornar mais pacífico dentro de você o mundo a sua volta também se torna, se você se tornar mais amoroso isso toca o mundo a sua volta, se você se tornar mais alegre o mundo também, se você brilhar o mundo a sua volta se ilumina! Tem uma frase de um filme cujo poema completo está no inicio deste texto que diz :

Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros.

A Media que eu me Desperto, Desperto você, a Medida que eu Me Desperto nós Despertamos Através da Interconexão.

@interconexao

Radiestesia e Radiônica

A radiônica é considerada a ciência que estuda os campos energéticos interativos entre as pessoas e ambientes, reconhecendo que a matéria, energia, e mente estão perfeitamente interligados. O conhecimento para detectar, registrar e analisar as manifestações de energias presentes na Natureza já era conhecido pelos antigos Egípcios. A maior prova disto foi a construção da Grande Pirâmide de Quéops, o maior aparelho radiônico já construído.

Através de décadas de estudo diversos aparelhos radiônicos foram desenvolvidos. Estes podem ser subdivididos em duas classificações: na primeira têm-se os condensadores eletro eletrônicos, os quais são aparelhos que além da forma geométrica característica, utilizam sistemas eletrônicos, ópticos e mecânicos, para seu funcionamento se faz necessária a energia elétrica.

Na segunda têm-se os condensadores cósmicos instrumentos que dispensam a energia elétrica e são formados por materiais específicos, com formas precisas em suas dimensões. Através deles é possível de se realizar efeitos extraordinários, tanto físicos quanto químicos ou biológicos, mesmo a grandes distâncias. Como Magia, a Radiônica auxilia as pessoas em busca do equilíbrio Vital, através do equilíbrio energético tanto pessoal quanto do próprio ambiente em que se vive.

A partir das comprovações da Mecânica Quântica, sabemos que as partículas subatômicas, ora se comportam como matéria, ora como energia. Ou seja, a realidade que nos cerca é fruto de nossa concepção pessoal do mundo. Don Juan, guru de Castañeda já dizia que: “quando um homem nasce, lhe é transmitida uma visão do mundo que vai gradualmente sendo reforçada, até o ponto em que a realidade é por ela substituída. Ninguém vê uma árvore, apenas intui o conceito do que seja uma árvore”.

Nós vivemos enredados no corpo etérico do planeta, sujeitos ao fluxo incessante de energias e forças que circulam pelo sistema solar. Os nossos Chackras, cada um deles sensível a um determinado padrão de energia, atuam como condutores das fontes planetárias de nosso sistema e mesmo fora dele. Nós também estamos sujeitos às energias que emanam da própria Terra e das formas pensamentos de todas as criaturas, em todos os planos.

Também, a partir da Teoria da Relatividade de Einstein, passamos a saber que as partículas materiais podem ser criadas a partir da pura energia e voltar a ser pura energia. A equivalência entre matéria e energia é expressa pela famosa equação E=mc2. As teorias de campo transcenderam definitivamente a distinção clássica entre as partículas e o vácuo. Segundo Einstein, as partículas representam condensações de um campo contínuo presente em todo o espaço.

Mas, que energia é esta que nos rodeia, faz parte de nós e de todo o Universo? Desde o início da humanidade conhecemos esta forma de energia sutil e que, ao longo dos tempos, foi recebendo diferentes nomes.

Os Hindus, mais de três mil anos antes de Cristo, já a conheciam como “prana”. Seria uma energia não-física que absorvemos pelos Chackras. Hermes Trimegisto, a denominava “Telesma”. Platão, a chamava “nous”. Hipócrates dizia que era “Via Medicatrix Naturæ”, também a chamava “Ignis Subtilissimus” (fogo sutil). Aristóteles a denominava “Causa Formativa”. Paracelso, “Alcahest”. Os alquimistas a chamavam “Quinta Essência”. “Espírito Universal” é como era conhecida pelos ocultistas. Os orientais (China, Japão, Coreia) sempre a chamaram “Chi”, desde tempos imemoriais.

Se considerarmos que estamos imersos em um mar de energia, todos estamos interconectados. Assim, a partir do momento em que nos concentramos em transmitir uma forma de onda para alguém ou algo, entramos em um estado de sobreposição quântica com nosso alvo.

Tudo o que fizermos será transmitido Instantaneamente ao alvo desejado.

Certas formas geométricas, (Gráficos Radiônicos) obtidas por meio de pesquisas, servem de canal entre o operador e seu alvo. Existe algo que se chama “Energia da Forma” (conhecem mandalas?) e que age como amplificador e ponto focal do operador.

Tudo no universo é uma fonte de energia que ressoa a uma certa frequência ou em uma combinação de frequências com outros elementos, ou, em múltiplas frequências harmônicas. Nosso corpo é feito de um número incontável de átomos e moléculas representando vários elementos. Cada molécula elementar ou átomo ressoa em harmonia com outra quanto estamos em perfeito estado de saúde.

Nossos corpos na realidade também atuam como receptores biológicos, nós reagimos, talvez subconscientemente, a frequências de energia que são irradiadas de outras fontes. Portanto, nossas emoções são formadas pelo modo como os neurônios ativam nosso cérebro que cria ou corrige o balanço químico que a partir daí governa nosso humor e nossas emoções. Isto é porque frequentemente não temos consciência do que nos causou uma certa experiência de humor ou emoção.

A todo momento estamos expostos as ondas de rádios, TV e elas passam sobre nossos corpos, da mesma forma que somos afetados pela radiação do sol, da lua, da terra e como sabemos das outras pessoas.

Mesmo pensamentos criam energias que se irradiam através de nossos corpos. Os humores e atitudes de um grupo de pessoas pode afetar-nos se estivermos cientes deles e, formos suficientemente sensitivos. Frequentemente durante o dia, respondemos fisiologicamente, ou emocionalmente e intelectualmente de alguma forma às diferentes radiações que nos impactam vindas de várias fontes.

Tudo, absolutamente tudo à nossa volta vibra vivemos imersos em um mundo de vibrações, desde as mais violentas e explícitas, tais como os sons, se propagando através da vibração do ar, passando por todo o espectro das ondas de rádio e finalizando com as vibrações mais sutis, não explicadas pela física, mas presentes em nosso universo.

A radiestesia é muito antiga e existem referências históricas vindas desde muito tempo antes de Cristo. Isto não dá maior ou menor credibilidade à mesma, é somente uma datação para efeito de estudos. Muitas pesquisas e estudos são feitos sobre estas técnicas em várias partes do mundo, sendo que sua eficácia é comprovada nas mais diversas áreas, em especial na saúde. Independentemente dos resultados que provoca, a radiestesia e a radiônica pode ser uma grande aliada no tratamento médico, já que pode nos orientar sobre possíveis causas e melhores tratamentos, além de auxiliar no equilíbrio da parte energética do paciente e do ambiente em que ele vive.

A radiestesia e a radiônica por si só é capaz de trazer grandes benefícios à saúde do paciente, seja nos níveis físico (corpo, doenças), mental (transmutação dos pensamentos e padrões mentais negativos em positivos), emocional (transmutação de sentimentos e padrões emocionais negativos em positivos) e espiritual (transmutação de energias e vibrações externas negativas em positivas e proteção).

A Radiônica serve para transmutar as energias anteriormente detectadas pela radiestesia através do pêndulo ou outro aparelho radiestésico. É a ciência que estuda as propriedades e o poder radioativo das ondas de forma que foram acessadas por meio dos circuitos gráficos em conjuntos projetados com a finalidade específica de tratar. A dimensão em que a Radiônica atua é invisível por ser vibracional frequencial, mas palpável por produzir efeitos evidentes e qualitativos.

Os Gráficos Radiônicos são aparelhos para emissão das energias sutis nos processos de ajustes, correções, harmonizações e curas em geral de locais e pessoas. Através dos Gráficos, são enviadas energias positivas para corrigir desequilíbrios energéticos que a mesma por ventura esteja apresentando, podemos também acelerar a recuperação física pós-operatória, purificar um ambiente, pode facilitar o processo de meditação, fortalecer a união de um grupo, abrir caminhos para um novo emprego, uma nova oportunidade, neutralizar energias negativas e muito mais, cada qual com uma função específica. Os gráficos Radiônicos giram em uma frequência acima de 120000 angstroms, o que gera uma transmutação energética muito acima do padrão, manifestando os resultados de forma rápida e precisa nos diversos planos.

A característica principal da Radiônica é que ela pode ser executada a distância da pessoa ou ambiente que precise de ajuda, isto a torna uma ferramenta indispensável para os dias atuais, pois as pessoas já não têm mais tempo para se deslocar de um local para outro.

Os aparelhos radiônicos, todos eles incluindo os gráficos, tem valor como instrumento de codificação, para nos comunicar com a energia primordial em primeira mão. No processo de criação existem vários estágios, no início uma mente gera uma ideia, ela ainda não existe no mundo físico.

Esta ideia para começar a se materializar usa da energia primordial ou quântica que está esperando que uma mente coerente a informe e lhe dê uma forma, na medida em que esta mente se firma em seu pensamento, na sua ideia, a energia vai se densificando em forma concreta.

Esta mente sendo forte e coerente o suficiente, pode chegar a materializar por completo o seu projeto e este vai independentemente dela, desde que se coloque em andamento seu padrão de funcionamento.

compilado do livro Radiestesia a ciência da magia de Mauro Pasqualetti

@Interconexão

Se você acha isso útil, compartilhe com outras pessoas.  

À medida que eu me desperto, desperto você.

Eu te desejo paz sobre todas as coisas.

|@Interconexão |


Existem outros artigos relevantes para esse assunto:

Consciente e Inconsciente: Memórias no Corpo Etérico

A técnica de pensamento positivo não é uma técnica que o transforma. Ela está simplesmente reprimindo os aspectos negativos da sua personalidade. É um método de escolha. Ela não pode ajudar a consciência; ela vai contra a consciência.

A consciência é sempre algo sem escolha.

O pensamento positivo simplesmente significa forçar o negativo para o inconsciente e condicionar a mente consciente com pensamentos positivos. Mas o problema é: o inconsciente é muito mais poderoso, nove vezes mais poderoso que a mente consciente.

Então, uma vez que uma coisa se torne inconsciente, se torna nove vezes mais poderosa do que antes. Ela pode não ser mostrada da maneira antiga mas irá encontrar novas maneiras de expressão…

E isso é danoso e perigoso também.

As idéias negativas da sua mente precisam ser liberadas, não reprimidas por idéias positivas. Você tem de criar uma consciência que não é nem positiva nem negativa. Isso será a consciência pura. Neste puro estado de consciência, você viverá a vida mais natural e plena de felicidade…

O pensamento positivo é simplesmente a filosofia da hipocrisia – para lhe dar o nome correto.(…)

Você tem que entender que não tem apenas este corpo de carne, ossos e sangue, não apenas este cérebro que é parte do corpo.

Por trás do cérebro, você tem uma mente – que a mente é abstrata – e, por trás do corpo, você tem um corpo astral.

A palavra “astral” vem de estrelas; ela significa luz… Ao invés de carne e ossos, um corpo somente de luz. Este corpo de luz, o corpo astral, tem a mente dentro de si.

Quando você morre, seu corpo físico e sua mente física são deixados para trás. Mas o corpo astral viaja com você, com a mente, com todas as lembranças da vida passada e do corpo, lembrando de todas as feridas e cicatrizes que acontecem no corpo físico.

Este fenômeno abstrato viaja com você; oculto dentro dele está o seu centro fundamental, existencial.

Até que você conheça o seu centro, terá que viajar continuamente de um corpo para outro.

Você já tem viajado por milhares de vidas, juntando mais e mais memórias na sua mente astral, mais e mais memórias no seu corpo astral. Embora o seu centro não seja afetado, ele é envolto pelo corpo astral, e o corpo astral vai de um útero a outro, de um túmulo a outro. Ele é a sua individualidade; ele tem um continuum. Mas o continuum chega ao fim quando você se torna um buda.

Quando você penetra profundamente em direção ao centro, você também está rompendo o corpo astral, fazendo um caminho através da mente, além da mente, através do corpo astral e além do corpo astral, em direção ao centro do seu ser. Um vez que tenha chegado no centro do seu ser, o continuum da individualidade pára. Agora começa a existência universal. Você não entrará num útero novamente e não será cremado numa pira funeral novamente. Agora você será um com o todo.

É claro, tudo tem um custo. Você terá de deixar o seu tão estimado amor pela individualidade. Durante milhões de anos, você tem amado a sua individualidade, mas a sua individualidade, no final das contas, é uma limitação.

Agora, dê um salto para fora do continuum e torne-se um com o todo. Você irá desaparecer exatamente como uma gota no oceano. Mas isto é a bênção essencial, tornar-se oceânico, tornar-se cósmico é o mais profundo êxtase.

Você jamais irá se arrepender de perder a sua individualidade.

O que era a sua individualidade?

Você já pensou alguma vez?

A sua individualidade era uma prisão sutil, que o tirou de um útero, passou de um túmulo para outro útero e repetiu as mesmas coisas de novo e de novo e de novo. Esta é a razão pela qual, no oriente, eles chamam isto de ciclo de vida e morte.

Saltar fora deste círculo é todo o propósito da meditação – sair fora deste continuum, que tem sido apenas uma profunda angústia, tortura e sofrimento, e desaparecer no céu azul.

Este desaparecimento não é a sua morte. Este desaparecimento o torna um com o todo. E ser um com o todo é a maior alegria, a maior bênção.”

Osho em Krishna, the man and his Philosophy

@Interconexão

Se você acha isso útil, compartilhe com outras pessoas.  

À medida que eu me desperto, desperto você.

Eu te desejo paz sobre todas as coisas.


A Ciência dos Registros Akáshicos- Teoria holoinformacional

Os físicos chamam o pensamento de “pré-matéria”, podendo se mover através do tempo. Einstein e outros estudiosos da física quântica mostraram que tudo o que move mais depressa que a luz (pensamento) pode ser observado em sequências temporais inversas.

Com esse raciocínio dizem que uma onda quântica é uma onda de probabilidades, que se move mais depressa que a luz e conecta as mentes com o mundo físico. Assim, as ondas quânticas estão na mente dos seres humanos e também fora dela, determinando a probabilidade de ocorrência dos fatos.

Nessa nova realidade conceitual o campo holoinformacional universal ou, o campo akhashico para alguns é o registro que consiste em padrões de luz (energia) e que está sintonizado em uma frequência vibracional, especial e exclusiva para seu conteúdo.

O “registro akáshico” de um ser humano é o padrão de energia holográfica armazenada dentro do seu DNA, que está presente no núcleo de suas células. E como o padrão de DNA é repetido em todas elas, esses registros podem ser acessados através de uma única célula.

Esses registros são também “guardados em cópias” aos níveis galáctico, universal, cósmico e devido a sua natureza holográfica informacional podem ser imaginados como em uma matrioska (conjunto de objetos sucessivamente aninhados um dentro do outro).

No momento em que uma consciência toma decisão de experenciar a vida (físico-biológica), é formado um campo de energia holoinformacional com finalidade de gravar para esse ser todos os seus pensamentos, palavras, emoções e ações geradas em cada uma de suas experiências. Esse campo de energia holoinformacional é também chamado de “registro akáshico”.

Akasha é uma palavra de origem sânscrita, que se utiliza para denominar um plano da consciência cósmica atuando como “arquivo” Pode-se ainda o definir como Alma Universal – a Matriz do Universo, de onde tem origem a substância energética da qual toda a vida está formada e causa da existência por todo espaço infinito. É mencionado na Bíblia associado ao “O Livro da Vida”. Os budistas o referem como a “Memória da Natureza” e os dimensionais o associam aos Fundamentos da Natureza.

O ser humano só tem acesso ao registro de sua alma e daqueles que tiveram influência sobre sua vida, a não ser que tenha sido concedido a ele o acesso a outras informações, necessárias para evolução da sua alma.

Cada ser humano possui sua própria memória guardada nesse “registro”, mas o interdimensional desperto – “viajante no tempo”, o leitor pode especialmente acessá-los na realidade física através de “transmissões” pela linguagem codificada de Luz.

O corpo é um efeito, criado por uma causa. Esta causa é o pensamento, que não pode experimentar… Só o corpo pode experimentar e ser experimentado, que é a sua função original. O que o pensamento pode fazer é criar e interpretar, portanto necessita de um mundo de relatividade (o mundo físico do corpo) para nele experimentar.

Frequência é o número de ondas eletromagnéticas que passam por um determinado ponto em um segundo. E ressonância pode ser entendida por uma cavidade ou, como uma região espacial limitada cuja forma e volume determinam as frequências, em que ondas repercutem (ressoam) dentro da mesma.

As emoções mais sutis (“espiritualizadas”) geram sentimentos em frequências que conduzem mais facilmente um para outro. Portanto nesse esforço mental, pensamentos em frequências sutis de vibração regidas pelo coração podem ressoar também no planeta, nessa caminhada que é de todos e de tudo, para um outro ciclo de existência que se inicia.

A Mecânica Quântica dentro dos Princípios que a regem – e, com as informações e os conhecimentos que fornece, começa a descortinar para o ser humano, a sua real probabilidade de existir mais além, agora não mais em linguagem mística e superficial. Mas do ser humano existir de fato além de seu corpo físico pelo entrelaçamento/emaranhamento quântico nele naturalmente já presente. Quando em outra condição (mentalmente) vibratória mais acelerada pode cada vez mais se evidenciar. Mostrar-se em corpo mais sutil ou de mais luz (transmutado), se assim for sua vontade e desejo conscientemente conduzidos pelo seu pensamento, em sintonia às Ondas Moduladoras Entrelaçadas – ou, ao seu “Modelo de Deus” no universo quântico holoinformacional.

“nossos cérebros constroem matematicamente a realidade “concreta”, interpretando as freqüências vindas de uma dimensão que transcende o tempo e o espaço. O cérebro é um holograma interpretando um universo holográfico”. – Ferguson


Epigenética: O Que herdamos de nossos pais ? E de nossa sociedade?

Comportamentos culturais por meio de instintos geneticamente programados. As crianças pequenas observam o ambiente e absorvem a sabedoria do mundo, fornecida por seus pais, diretamente em seu sistema de memória subconsciente. Como resultado, passam a ter muito dos mesmos comportamentos e crenças deles quer reconheçam ou não.

os comportamentos básicos, crenças e atitudes dos pais também são “incorporados” às redes sinápticas de nossa mente subconsciente e, uma vez que passam a fazer parte de nós, controlam nossa biologia pelo resto da vida… a menos que encontremos uma maneira de reprogramá-los.

Com um sistema tão preciso, imagine as consequências para uma criança que ouve dos pais frases do tipo: “Criança idiota”, “você não merece ganhar as coisas”, “não serve para nada”, “não devia ter nascido” ou “é um fraco”.

Quando pais descuidados ou que não gostam dos filhos transmitem a eles esse tipo de mensagem, nem sempre têm consciência de que as informações são armazenadas na mente subconsciente das crianças como “fatos reais”, da mesma maneira que os dados em um computador.

Durante a primeira fase de desenvolvimento, a consciência da criança ainda não se desenvolveu o suficiente para filtrar ou identificar essas afirmações como algo que os pais disseram em um momento de raiva e que não são necessariamente características do seu “eu”. Mas uma vez dentro da mente subconsciente elas passam a ser “verdades” que, inconscientemente, moldam o comportamento e o potencial da criança ao longo de toda a sua vida.

A medida que crescemos, nos tornamos menos suscetíveis à programação externa, pois atingimos a frequência cerebral alfa (8-12 Hz). A atividade alfa é mantida no período de consciência tranquila. Enquanto a maior parte de nossos sentidos como a visão, a audição e o olfato captam o mundo externo, a consciência é um “órgão sensor” e se comporta como um espelho, refletindo o trabalho da comunidade celular do corpo. É a chamada consciência do “eu”.

Quando a criança atinge os 12 anos de idade, seu EEG começa a mostrar períodos mais longos de uma frequência ainda mais alta chamada ondas beta (12-35 Hz). O estado beta do cérebro se caracteriza pela “consciência ativa ou concentrada”, a mesma que você está utilizando ao ler este livro. Recentemente, foi descoberto um quinto estado de EEG, ainda mais alto, chamado de ondas gama (acima de 35 Hz). Essa frequência é a predominante em momentos de “alto desempenho”, como o dos pilotos no momento em que estão pousando um avião ou um tenista quando está fazendo uma jogada que pode definir a partida.

Quando a criança passa para a adolescência, sua mente subcons-ciente está saturada de informações como o seu modo de andar, a “consciência” de que jamais será alguém na vida ou a noção de que pode obter tudo o que almejar. Depende do incentivo ou do tratamento que recebeu dos pais até aquele momento. O conjunto de instintos geneticamente programados e das crenças que adquirimos de nossos pais formam a mente subconsciente, que pode tanto nos impedir de manter o braço esticado em um consultório de quiroprática quanto sabotar todas as promessas que fazemos no Ano-Novo, de que iremos parar de comer demais, usar drogas e medicamentos etc. Volto então à questão das células, que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. Já disse muitas vezes que cada uma delas tem inteligência própria. Mas quando se agrupam para criar comu-nidades multicelulares, passam a seguir a “voz coletiva” do orga- nismo mesmo que ela implique comportamentos autodestrutivos. Nossa fisiologia e padrões de comportamento se desenvolvem de acordo com as “verdades” dessa voz central e todas as suas crenças, sejam elas construtivas ou destrutivas. Já mencionei o poder da mente subconsciente, mas quero enfatizar que não há necessidade de a considerarmos uma fonte assustadora, poderosa e freudiana de “conhecimento” destrutivo.

Na verdade, o subconsciente é um grande centro de dados e programas desprovido de emoção, cuja função é simplesmente ler os sinais do ambiente e seguir uma programação estabelecida sem nenhum tipo de questionamento ou julgamento prévio.

A mente subconsciente é como um “disco rígido” que armazena nossas experiências de vida. Os programas são basicamente comportamentos de estímulo-reação. Os estímulos que ativam o comportamento podem ser sinais que o sistema nervoso detecta do mundo externo e/ou de dentro do próprio corpo, como emoções, prazer e dor. Quando um estímulo é captado, gera automaticamente a mesma reação comportamental que foi aprendida na primeira vez em que foi detectado.

Complicado do livro de Bruce Lipton

Como transformar o corpo da dor:

–  Reconhecendo :

Observe a conversa interna. Quando os pensamentos vêm, permita-os e reconheça os sentimentos que eles geram. “Estou com medo”, “Estou com raiva”, “Estou triste”, “Estou animado”, “Estou animado”, “Estou atraído”, “Estou confuso”, etc.

Perceba que, quando uma emoção está ativa, há também um diálogo interno que tenta justificar e dar razão ou significado à emoção. Tente ficar com a sensação sem se perder no diálogo interno.

–  Localização :

Agora, ligue-se ao seu corpo Onde eu me sinto? Observando em qual parte do corpo exatamente a sensação é.

Estamos acostumados a estar desconectados do nosso corpo. Quando permitimos que o corpo seja parte do que está acontecendo, entramos em outro nível de consciência e o corpo nos dirá o que precisamos. A energia estagnada está no corpo e a partir daí será liberada.

Permitir :

Agora você escuta ao seu corpo, deixá-lo fazer o que você precisa: em movimento, agitação, alongamento, fazendo sons …

Ao ligar para o corpo, ele nos diz o que você precisa e simplesmente permitir  que , sem julgar ou criticar . Por exemplo, o corpo precisa gritar e a mente pode resistir justificando que será embaraçoso ou deixará os outros desconfortáveis. Permitir isso significa ajudar a satisfazer a necessidade  do corpo, apesar de reconhecer o que a mente nos diz. Se você precisa gritar, pode imaginar que grita e mergulha nessa sensação.

–  Intensificando :

Ampliando ao máximo o que eu sinto.

A maneira de passar a contração é experimentá-la em todo o seu potencial, apesar dos medos que ela gera. Somos feitos de uma grande inteligência, de modo que se trata de confiar e mergulhar totalmente na contração.

– Respiração:

Após o processo de reconhecer, permitir, localizar e intensificar, a respiração nos enche de vida e equilíbrio, promovendo  a conexão entre todas as células do corpo  e, portanto, a  integração  da energia liberada.

Então, adquira algum tempo sozinho para integrar a experiência que você teve. Talvez, deite-se por um tempo e escreva na sua agenda.

Toma água.

Luis Diaz