Todas As Coisas Que Parecem Me Acontecer eu as Peço e as Recebo Conforme Pedi

O livro um curso em milagres tem uma passagem com esses dizeres onde orienta a dizer essa sentença com convicção. Convicção as vezes precisa ser construída, então vamos analisar um pouco e ver se conseguimos vender a nós mesmos essa ideia. Porque mudar uma crença é isso, convencer a si mesmo, e se você fosse vender algo a outra pessoa precisaria de argumentos, então quando você quiser absorver uma ideia a analise de modo a construir argumentos para vende-la a si mesmo.

Eu sou responsável pelo que vejo. Eu escolho os sentimentos que experimento, e eu decido quanto a meta que quero alcançar.

E TODAS AS COISAS QUE PARECEM ME ACONTECER EU AS PEÇO E AS RECEBO CONFORME PEDI

PARECE, porque as coisas realmente parecem que simplesmente acontecem, acontece de o ônibus atrasar ou passar mais cedo e você perder, acontece de alguém bater no seu carro no transito, acontece de alguém esbarrar e derramar café na sua roupa branca, do carro passar na poça de água bem na hora que você estava do lado.

A vida é vivida assim, tudo parece que acontece e tudo bem, esse é o jogo que estamos jogando no teatro da vida. Mas quanto mais conscientes estamos de QUE APENAS PARECE mais empoderados estamos pra lidar com as situações, identificar e mudar a informação interna que é refletida neles. O NOSSO CONTEÚDO INTERNO SE EXTERNA E SE MOSTRA PRA NÓS ATRAVÉS DOS ACONTECIMENTOS DO DIA A DIA, das pessoas que atraímos, das reações que atraímos, de absolutamente tudo que vivenciamos.

O PRIMEIRO PASSO é reconhecer que por mais dolorido ou bizarro que seja o que estamos vivenciando e do quanto gostaríamos conscientemente que fosse diferente, ISSO é um reflexo do conteúdo interno. Alguma informação registrada por você desde o início da sua vida ressoa criando experiências presentes e é através dessas mesmas informações que a sua mente interpreta as interpreta. Então não é pra se debater e pensar “nossa eu sou um merda pra criar essa vida horrível pra mim mesmo”. A sua experiência é a única forma de você ver o seu conteúdo, por isso fala-se em ser grato pelo que se apresenta. A vida não está te batendo mas sim mostrando o que tem aí dentro, se quiser viver de uma forma diferente é isso que precisa ser mudado internamente, ela não pode fazer por você mais que isso, mostrar.

EU AS PEÇO E AS RECEBO

Pedir aqui quer dizer energeticamente, a gente sabe que na nossa sã consciência não quer bater o carro, não quer chegar atrasado numa reunião importante ou ser maltratado. Mas pessoas se atraem para cocriar experiências que são a externalização do conteúdo de ambas. Melhor dizendo Campos energéticos se atraem, inconscientes se atraem porque tem em si peças que se encaixam como um quebra cabeça, para qualquer experiência acontecer é preciso que exista esse encaixe energético, as informações no que dr Hew Len chama banco de dados precisam se encaixar.

O campo busca algo que o complemente, que encaixe uma peça na outra pra poder assim construir uma realidade material pra ser experimentada. Fulano que tem uma informação que é compatível com chegar atrasado vai atrair como chefe alguém que tem uma informação compatível de ter funcionários que atrasem. E se ele fizer de tudo para não atrasar, algo vai aparentemente acontecer com ele, pode ser através de atrair alguém que vai bater no carro de leve, o suficiente para atrasar, ou que vai roubar a vaga de estacionamento, ou pode o carro estragar se não houver ninguém nas redondezas com um campo predisposto a cocriar essas coisas. Essas pessoas tem campos energéticos predispostos a x ações e reações e o seu inconsciente vai estar caçando essas pessoas por aí pra te ajudar a viver a experiência necessária e/ou padrão. No exemplo de chegar atrasado se não houver pessoas para cocriar, o inconsciente vai dar outro jeito porque é o trabalho dele manifestar a sua vida de ACORDO com o seu conteúdo interno, com os seus comandos primordiais. Então essas pessoas estão te ajudando a manifestar o seu conteúdo ao mesmo tempo que você as ajuda a manifestar o delas, é e sempre será uma troca justa e compatível no campo energético. Mas no físico pode parecer injusto, sacanagem ou azar. Portanto é sim um pedido recebido.

EU SOU RESPOSÁVEL PELO QUE VEJO

É a experiência, mas também é como você a enxerga.

Você está manifestando o seu conteúdo interno na experiência presente e ao mesmo tempo “programando manifestações futuras”, criando padrões, com o modo de ver/interpretar e sentir esta mesma experiência presente.

Você é o único que tem o poder de mudar a sua PERCEPÇÃO, olhar para as mesmas pessoas, para os mesmos eventos DE UM MODO TOTALMENTE DIFERENTE. É você quem tem que mergulhar dentro de si mesmo e dissolver a raiva, o ressentimento, o julgamento e mudar a sua percepção.

A primeira interpretação que você dá a algo é automática, vem do seu “banco de dados inconsciente”, mas você pode parar e reinterpretar conscientemente de forma que te eleve e libere a todos, não resumindo as pessoas aos seus defeitos ou erros, se abstendo de julgar de forma condenatória. Quando você faz isso seu inconsciente que está sempre trabalhando, ouvindo, registrando e executando no mundo externo o que está no seu mundo interno, registra a diferença e começa a mudar a sua “visão/interpretação automática das coisas”, assim o mesmo passa a ser visto com outros olhos. É como se o inconsciente fosse uma máquina que está o tempo todo aprendendo conforme observa você, e ele é a maquina que executa no mundo energético os comandos necessários pra manifestar o que você experimenta no mundo material. E aí quando você experiência o que materializou, ele registra as suas reações e vai aprendendo mais sobre o que criar em seguida e vai trocando a informação conforme percebe que você está reagindo diferente! Em essência ele presta atenção no que você sente e esse sentimento vai estar vinculado a ideias, pensamentos e a elementos materiais que para o inconsciente é 0101, é código energético. Ele não entende dinheiro como dinheiro e namorado como namorado, mas ele entende que quando você foca no código energético que pra gente é dinheiro você se sente “triste”, seu campo e DNA se contraem, o que pode gerar doença no seu sistema, um corpo e campo saudável requerem um DNA relaxado, então como o objetivo primário desse sistema é a sua sobrevivência gastando o mínimo de energia possível ele vai afastar isso que contrai (dinheiro etc) de você.

EU ESCOLHO OS SENTIMENTOS QUE EXPERIMENTO” é vinculado a sua percepção e sua habilidade de reinterpretar as coisas de uma forma que faça você se sentir bem, seguro e empoderado. Você é livre para ver o seu problema como a vida te ferrando, e ver a si mesmo como um nada, ou mesmo determinado a mudar a sua realidade e resolver seus problemas, olhar pra tudo como uma oportunidade de ver o seu conteúdo interno, escolher seus sentimentos conscientemente, retomar o poder do seu mundo interno e sair do automático. Você pode lembrar de todos os pontos acima para fazer isso, lembrar que as pessoas envolvidas são compatíveis com seu mundo interno e estão contribuindo, que você só recebe o que pede não importa como isso (recebido)lhe pareça no primeiro momento. Porque mesmo que você não consiga mergulhar dentro de si mesmo e achar a raiz dessa informação que origina o seu problema/oportunidade, só de olhar pra isso de maneira diferente, só de trabalhar as memórias conscientemente, o seu sistema já está registrando uma mudança. Você já está plantando sementes novas ao invés de somatizar o mesmo padrão.

Então você pode pegar a sua lista negra e começar a reinterpretar esses momentos e essas pessoas através de um olhar diferente, ou apenas usar esse olhar a partir daqui com o que quer que lhe aconteça. Você pode buscar ferramentas e praticar pensar conscientemente, ou não fazer nada. A questão é assumir que não fazer nada também é uma escolha. Manter as mesmas crenças e padrões também é uma escolha. Acreditar que tudo está contra você ou a seu favor é uma escolha. A seu favor não é o que só facilita a sua vida, mas é acreditar que dentro daquele problema tem uma oportunidade que você não está se permitindo enxergar.

@interconexao



O Que São Campos Mórficos? Ressonância Mórfica e o Inconsciente Coletivo

A questão do desenvolvimento biológico, da morfogênese, é na verdade bastante aberta e é assunto de muito debate dentro da própria biologia. Uma alternativa à abordagem mecanicista / reducionista, que existe desde a década de 1920, é a ideia de campos morfogenéticos (modelagem de forma). Nesse modelo, os organismos em crescimento são moldados por campos que estão dentro e ao redor deles, campos que contêm, por assim dizer, a forma do organismo. Isso está mais próximo da tradição aristotélica do que de qualquer uma das outras abordagens tradicionais. À medida que um carvalho se desenvolve, a bolota é associada a um campo de carvalho, uma estrutura organizadora invisível que organiza o desenvolvimento do carvalho; é como o molde de um carvalho, dentro do qual cresce o organismo em desenvolvimento.

Um fato que levou ao desenvolvimento dessa teoria é a notável capacidade que os organismos têm de reparar danos. Se você cortar um carvalho em pequenos pedaços, cada pequeno pedaço, devidamente tratado, pode crescer e se tornar uma nova árvore. Então, de um pequeno fragmento, você pode obter um todo. As máquinas não fazem isso; eles não têm o poder de permanecer inteiros se você remover partes deles. Corte um computador em pequenos pedaços e tudo o que você terá é um computador quebrado. Ele não se regenera em muitos pequenos computadores. Mas se você cortar um verme chato em pequenos pedaços, cada pedaço pode se transformar em um novo verme. Outra analogia é um ímã. Se você cortar um ímã em pequenos pedaços, terá muitos pequenos ímãs, cada um com um campo magnético completo. Esta é uma propriedade holística que os campos possuem e que os sistemas mecânicos não possuem, a menos que estejam associados aos campos. Ainda outro exemplo é o holograma, qualquer parte do qual contém o todo. Um holograma é baseado em padrões de interferência dentro do campo eletromagnético. Os campos, portanto, têm uma propriedade holística que foi muito atraente para os biólogos que desenvolveram esse conceito de campos morfogenéticos.

Cada espécie tem seus próprios campos e dentro de cada organismo existem campos dentro de campos. Dentro de cada um de nós está o campo de todo o corpo; campos para braços e pernas e campos para rins e fígados; dentro estão campos para os diferentes tecidos dentro desses órgãos, e depois campos para as células, e campos para as estruturas subcelulares, e campos para as moléculas, e assim por diante. Existe uma série de campos dentro de campos. A essência da hipótese que estou propondo é que esses campos, que já são amplamente aceitos na biologia, têm uma espécie de memória embutida derivada de formas anteriores de tipo semelhante.  O campo do fígado é moldado pelas formas dos fígados anteriores e o campo do carvalho pelas formas e organização dos carvalhos anteriores. Através dos campos, por um processo denominado ressonância mórfica, a influência de semelhantes sobre semelhantes, há uma conexão entre campos semelhantesIsso significa que a estrutura do campo possui uma memória cumulativa, baseada no que aconteceu com a espécie no passado. Essa ideia se aplica não apenas a organismos vivos, mas também a moléculas de proteínas, cristais e até átomos. No reino dos cristais, por exemplo, a teoria diria que a forma que um cristal assume depende de seu campo mórfico característico. Campo mórfico é um termo mais amplo que inclui os campos de forma e comportamento; doravante, usarei a palavra campo mórfico em vez de morfogenético. por exemplo, a teoria diria que a forma que um cristal assume depende de seu campo mórfico característico. 


Se você fizer um novo composto e cristalizá-lo, não haverá um campo mórfico para ele na primeira vez. Portanto, pode ser muito difícil cristalizar; você tem que esperar que um campo mórfico surja. Na segunda vez, no entanto, mesmo que você faça isso em outro lugar do mundo, haverá uma influência da primeira cristalização, e ela deve se cristalizar um pouco mais facilmente. Na terceira vez, haverá uma influência da primeira e da segunda, e assim por diante. Haverá uma influência cumulativa de cristais anteriores, então deve ficar cada vez mais fácil cristalizar quanto mais frequentemente você cristaliza. E, de fato, é exatamente isso que acontece. Os químicos sintéticos descobrem que os novos compostos geralmente são muito difíceis de cristalizar. Conforme o tempo passa, eles geralmente ficam mais fáceis de cristalizar em todo o mundo. A explicação convencional é que isso ocorre porque fragmentos de cristais anteriores são carregados de laboratório em laboratório nas barbas de químicos migrantes. Quando não houve nenhum químico migrante, presume-se que os fragmentos flutuaram pela atmosfera como partículas microscópicas de poeira.

Talvez os químicos migrantes carreguem fragmentos em suas barbas e talvez partículas de poeira se espalhem pela atmosfera. No entanto, se medirmos a taxa de cristalização sob condições rigorosamente controladas em vasos selados em diferentes partes do mundo, ainda assim devemos observar uma taxa acelerada de cristalização. Este experimento ainda não foi feito. Mas um experimento relacionado envolvendo taxas de reação química de novos processos sintéticos está atualmente sendo considerado por uma grande empresa química na Grã-Bretanha porque, se essas coisas acontecerem, terão implicações muito importantes para a indústria química.

Uma nova ciência da vida

Existem vários experimentos que podem ser feitos no reino da forma biológica e no desenvolvimento da forma. Correspondentemente, os mesmos princípios se aplicam ao comportamento, formas de comportamento e padrões de comportamento. Considere a hipótese de que, se você treinar ratos para aprender um novo truque em Santa Bárbara, os ratos de todo o mundo serão capazes de aprender a fazer o mesmo truque mais rapidamente, só porque os ratos em Santa Bárbara aprenderam. Este novo padrão de aprendizagem estará, por assim dizer, na memória coletiva do rato – nos campos mórficos dos ratos, aos quais outros ratos podem entrar em sintonia, apenas porque são ratos e apenas porque estão em circunstâncias semelhantes, por ressonância mórfica . Isso pode parecer um pouco improvável, mas ou esse tipo de coisa acontece ou não.

Entre o vasto número de artigos nos arquivos de experimentos em psicologia de ratos, há vários exemplos de experimentos em que as pessoas realmente monitoraram as taxas de aprendizagem ao longo do tempo e descobriram aumentos misteriosos. Em meu livro Uma nova Ciência da Vida, descrevo uma dessas séries de experimentos que se estendeu por um período de 50 anos. Iniciado em Harvard e depois na Escócia e na Austrália, o experimento demonstrou que os ratos aumentaram sua taxa de aprendizagem em mais de dez vezes. Este foi um efeito enorme – não algum resultado marginal estatisticamente significativo. Essa taxa melhorada de aprendizado em situações de aprendizado idênticas ocorreu nesses três locais separados e em todos os ratos da raça, não apenas em ratos descendentes de pais treinados.


Pode-se ver a partir dessas analogias como a genética e a ressonância mórfica estão envolvidas na hereditariedade. Claro, uma nova teoria da hereditariedade leva a uma nova teoria da evolução. A teoria evolucionária atual é baseada na suposição de que praticamente toda hereditariedade é genética. A sociobiologia e o neodarwinismo, em todas as suas várias formas, são baseados na seleção de genes, frequências de genes e assim por diante. A teoria da ressonância mórfica leva a uma visão muito mais ampla que permite que uma das grandes heresias da biologia mais uma vez seja levada a sério: a saber, a ideia da herança de características adquiridas. Os comportamentos que os organismos aprendem ou as formas que desenvolvem podem ser herdados por outros, mesmo que não sejam descendentes dos organismos originais – por ressonância mórfica.

Um Novo Conceito de Memória

Quando consideramos a memória, essa hipótese leva a uma abordagem muito diferente da tradicional. O conceito-chave da ressonância mórfica é que coisas semelhantes influenciam coisas semelhantes no espaço e no tempo. A quantidade de influência depende do grau de semelhança. A maioria dos organismos são mais semelhantes a si próprios no passado do que a qualquer outro organismo. Eu sou mais parecido comigo cinco minutos atrás do que sou como qualquer um de vocês; todos nós somos mais parecidos conosco no passado do que com qualquer outra pessoa. O mesmo é verdade para qualquer organismo. Essa auto-ressonância com estados passados ​​do mesmo organismo no reino da forma ajuda a estabilizar os campos morfogenéticos, a estabilizar a forma do organismo, mesmo que os constituintes químicos nas células estejam se transformando e mudando. Os padrões habituais de comportamento também são sintonizados pelo processo de auto-ressonância. Se eu começar a andar de bicicleta, por exemplo, o padrão de atividade do meu sistema nervoso e dos meus músculos, em resposta ao equilíbrio na bicicleta, imediatamente me sintoniza por semelhança com todas as ocasiões anteriores em que eu andei de bicicleta. A experiência de andar de bicicleta é dada por ressonância mórfica cumulativa a todas aquelas ocasiões passadas. Não é uma memória verbal ou intelectual; é uma memória corporal de andar de bicicleta. 

Isso também se aplica à minha memória de eventos reais: o que fiz ontem em Los Angeles ou no ano passado na Inglaterra. Quando penso nesses eventos específicos, estou me sintonizando nas ocasiões em que esses eventos aconteceram. Existe uma conexão causal direta por meio de um processo de ajuste. Se essa hipótese estiver correta, não é necessário assumir que as memórias estão armazenadas dentro do cérebro.


Ao considerar a teoria da ressonância mórfica da memória, podemos perguntar: se nos sintonizamos com nossas próprias memórias, por que não nos sintonizamos com as de outras pessoas também? Acho que sim, e toda a base da abordagem que estou sugerindo é que existe uma memória coletiva com a qual todos estamos sintonizados, que forma um pano de fundo contra o qual nossa própria experiência se desenvolve e contra a qual nossas próprias memórias individuais se desenvolvem. Este conceito é muito semelhante à noção de inconsciente coletivo.

Jung pensava no inconsciente coletivo como uma memória coletiva, a memória coletiva da humanidade. Ele pensava que as pessoas estariam mais sintonizadas com os membros de sua própria família, raça e grupo social e cultural, mas que, no entanto, haveria uma ressonância de fundo de toda a humanidade: uma experiência combinada ou média de coisas básicas que todas as pessoas experimentam (por exemplo, comportamento materno e vários padrões sociais e estruturas de experiência e pensamento). Não seria tanto uma memória de pessoas particulares do passado, mas uma média das formas básicas de estruturas de memória; esses são os arquétipos. A noção de inconsciente coletivo de Jung faz muito sentido no contexto da abordagem geral que estou apresentando. A teoria da ressonância mórfica levaria a uma reafirmação radical de Jung ‘

A abordagem que estou apresentando é muito semelhante à ideia de Jung do inconsciente coletivo. A principal diferença é que a ideia de Jung foi aplicada principalmente à experiência humana e à memória coletiva humana. O que estou sugerindo é que um princípio muito semelhante opera em todo o universo, não apenas nos seres humanos. Se o tipo de mudança radical de paradigma de que estou falando ocorrer dentro da biologia – se a hipótese da ressonância mórfica for aproximadamente correta – então a ideia de Jung do inconsciente coletivo se tornaria uma ideia dominante: os campos morfogênicos e o conceito de inconsciente coletivo mudar completamente o contexto da psicologia moderna.

 Compilação dos textos de Rupert Sheldrake

Aumentando os sintomas da ascensão e as soluções

Estamos chegando ao fim de um momento intensamente desafiador. Começou com o eclipse lunar de janeiro, Super Lua, dois turnos, a Estrela Negra, um Mercúrio Retrógrado particularmente maligno e alguma atividade solar seriamente estranha. 2019 está se preparando para ser o ano de subir de nível. Novos caminhos nasceram da nossa disposição de despir todos os enganos para encontrar a nossa verdade. Quanto mais nos aprofundamos, mais aprendemos, conhecemos e crescemos. Nós podemos nos sentir pela primeira vez. Nós ouvimos nossos corpos, nossos instintos e nossa intuição. Estamos chegando on-line com frequências mais altas, onde a telepatia, a telecinese, a cura e as tecnologias avançadas prolongarão substancialmente a duração da vida humana. Estamos passando pelas dores do parto desse nascimento.

Estamos todos nos nivelando conscientemente ou não. Alguns estão na vanguarda, no ponto zero, limpando toxinas, transmutando energias negativas, liberando traumas ancestrais, para aumentar as frequências. Outros estão sendo arrastados por uma onda de despertar matricial político, cultural e religioso. Eles estão sendo varridos por um tornado de vibrações da verdade, o Kansas está indo, tchau. Outros estão seguindo a estrada de tijolos amarelos, prontos para enfrentar o bruxo por trás de seu véu. Deles é a jornada de quebrar cadeias. Aqueles que ainda estão dormindo estão sendo auxiliados em sua alma, despertando por forças invisíveis de luz e liberação astral. Xamã transdimensional de recuperação da alma trabalhando dia e noite para reconstruir as sombras da humanidade. Ninguém não é afetado. Apatia espiritual ou escolha consciente está levando alguns a sair do jogo por completo. Estamos reivindicando nossa soberania para mudar a base de nossa comunidade global.

Transcendência do escuro para a luz é um processo interno para externo. Nós começamos com nós mesmos. Para aqueles de nós que se identificaram como starseed, voluntários, viajantes com a missão de salvar a humanidade e Gaia, nos últimos meses nos levaram para espaços que não sabíamos que eram possíveis. Traumas ancestrais, infância, traumas de vidas passadas, programação e modificações quânticas vieram à tona. As intermináveis camadas de cebola da limpeza cármica nos levaram a um novo paradigma. Há mais nesta história do que encontra o olho. O portal da Super lua ativou as equipes de viajantes. Downloads vieram, atualizações de trabalhadores leves para guerreiros. Deusas Gaia doendo para libertá-la. Xamãs furtivos acordaram para sua consciência astral. A ativação do corpo de luz foi acelerada. Todo o trabalho feito anteriormente foi um trampolim para nos permitir fazer o salto quântico através de dois turnos dentro do portal da super lua. Nós transcendemos além do plano material, nós deixamos o prédio, se você quiser. Para alguns isso tem acontecido de forma consciente e em estado de sonho. Falhas nas modificações do loop de memória significavam que a amnésia total não entrava em ação. Para outros, os ajustes eram no estilo de vida, permitindo que a limpeza cármica ocorresse.

Preenchendo a matriz do plano material requer massas de energia de nossos seres orgânicos. É necessário que as tarefas de matriz de luz e de despertar para alguns de nós estejam presentes no plano material para ancorar a luz de cura divina. Nós somos os voluntários. Operações em frequências mais altas estão em andamento durante o sono e durante os períodos de vigília também. A necessidade de ficar quieto e estar é o ajuste ao trabalho transdimensional em que nós, ou nosso eu superior, estamos engajados. Em parte, é por isso que as rotinas normais têm sido tão desafiadoras. Tarefas de Ascensão precisam ser concluídas. Alguns voluntários estão tecendo a matriz de luz no plano material. Outros estão trabalhando com aliados intergalácticos, famílias de almas, para administrar operações contra nossos inimigos nos céus e no solo. O xamã furtivo está realizando a cura xamânica no plano astral e material. Almas e Guerreiros da Luz, cavaleiros Jedi, estão criando portais de luz com suas contrapartes angélicas para liberar tudo o que está perdido, traumatizado, escravizado das dimensões astrais. As equipes de viajantes estão negociando estratégias relacionadas a questões mais profundas. Estamos saltando cronogramas cada vez mais conscientemente.

A consciência das flutuações do afeto na nossa vibração celular tem sobre nós a chave para aprender o salto e o gerenciamento transdimensionais. Blocos de estresse de roda de hamster, dificultam o despertar espiritual. Mudanças devem ser feitas em nossas rotinas diárias para acomodar um caminho de consciência mais elevado. Quando descemos de estados meditativos vibratórios mais elevados para interações rotineiras, nossa mente, corpo e alma são afetados. Quanto mais alto estivermos operando, mais problemas teremos estabilizando nas frequências mais baixas. Semelhante aos Bends, vindo do fundo do mar, subindo e descendo o espectro de freqüência muito rapidamente pode nos fazer sentir muito mal. No sono é o corpo que descansa enquanto o espírito, eu superior, completa os detalhes de nossa missão em outras frequências. Acordar nos leva de volta à consciência, se não nos firmarmos, darmos ao nosso espírito uma chance de se realinhar no corpo, pode levar às Curvas Transdimensionais. A velocidade a que normalmente nos movemos, as tarefas completas, as nossas rotinas diárias tornam-se impossíveis à medida que os nossos sistemas oscilam em demasia. Os sintomas de mover-se entre as dimensões, nossas vibrações caindo muito rapidamente ou as tensões da matriz forçando nossa frequência para baixo, são

• Doença, tontura, vômito,

• desmaio, cabeça leve,”fora do ar”

• fraqueza nos membros,

• pensamento lento,

• tremor,

• palpitações do coração,

• ansiedade no coração e garganta,

• falta de ar,

• dores de cabeça súbitas,

• dores nos ossos

• exaustão

• falta de jeito

• “medos no intestino”…frio no estômago

• instintos que são difíceis de explicar

• sentindo-se desapegado.

Ao desacelerar deliberadamente nossos movimentos e vidas, somos mais capazes de acomodar essas flutuações internas em nossas freqüências. Nosso trabalho de Luz em outros planos tem prioridade. Aqueles que não ajustaram seus estilos de vida para acomodar isso estão lutando para integrar atualizações ou incorporar downloads. A pressa da matriz de roda bloqueada, compartimentada e hamster foi neutralizada por aqueles que fizeram as mudanças. Purgando o medo e abraçando a luz divina através da atenção plena, meditação, amor próprio e gratidão. Nossa percepção do tempo não é mais linear. Datas, épocas, dias, semanas, meses assumem uma qualidade surreal à medida que nos alinhamos com o fluxo das vibrações amorosas universais. Estamos nos nivelando para uma nova consciência do espaço quântico.

O quarto reino não é a matriz 3d. É muito mais estranho. A energia dita todas as coisas, não calendários, relógios ou salas de controle. Estamos no plano material para estarmos presentes em nossos corpos, para realizar nossas missões, nossos espíritos ancorados no plano material, ancorados em Gaia. Equipes do nível do solo. Espaços dimensionais astrais e superiores estão sendo acessados o tempo todo. À medida que elevamos nossas vibrações, nos tornamos cada vez mais conscientes, os circuitos de amnésia estão se desfazendo. Observamos e lembramos quando todos ao nosso redor desaparecem e esquecem. Estamos empurrando através da lama energética, um pântano de energias tóxicas. Não responder às intervenções no universo, ignorando sincronicidades, permanecendo em espaços estressantes irá prevenir ou retardar a ativação do corpo de luz. A jornada espiritual que estamos, sendo acelerada leva tempo, espaço, esforço, compromisso e energia. Acalmar nosso karma o suficiente para ativar o corpo de luz completo é impossível enquanto ainda conectado à corrida de ratos matricial ou a programas similares de controle de consumo. Assim como o corpo precisa de nutrição, o mesmo acontece com a mente e a alma.

O nivelamento é um processo ativo, nos envolvemos. Nós nos envolvemos com a nossa alma. Damos tempo para as coisas boas da vida, minimizamos o negativo. Não é suficiente dizer os mantras, nós os sentimos. Nós mudamos de linear para energia como nossa referência contextual. Nós mudamos do ego para o coração. Nós somos a mudança. Nós somos os criadores da nova terra. Tome um cuidado especial extra nos próximos dias. Nós temos um espaço de recuperação. Use-o para Refletir, descansar, consolidar, reagrupar, recuperar o fôlego, respirar. Faça um balanço. Âncora nossa intenção para 2019. Tudo vai ficar cósmico novamente em breve, então aproveite este alívio espiritual gente bonita

Morag _/\_

À medida que eu me desperto, desperto você. Eu te desejo paz sobre todas as coisas. @Interconexão


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A Glândula Timo

No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz “eu”, fica uma pequena glândula chamada timo.

A origem da palavra timo remonta à antiga Grécia, e, possívelmente, à civilização indo-européia. Na Grécia, a palavra thymos foi utilizada por Platão e seu mestre Sócrates, assim como por Homero. Há indicações de que, para os gregos, thymos significava a alma ativa, a alma perecível – diferente da psyché ou alma passiva e imortal. Essa alma ativa seria equivalente à razão, à consciência (“awareness”) e estaria associada à respiração (sopro, alma, palavra), ao coração (desejos e intenções) e ao fígado (emoções).

Em um determinado momento na Ilíada , Aquiles diz: “Levantando-se como fumaça no peito dos homens Agamemnon irritou-me, mas deixemos os grandes serem grandes e aquietemos o thymos no nosso peito”. Assim, thymos é metafóricamente interpretado como “levantar fumaça no peito”. Expressa o princípio da vitalidade e, portanto, no seu lado físico, a respiração. Como atestado por Homero, thymos é o ânimo ou o coração, a sede das paixões e da ira, mas também da coragem e do entusiasmo. Neste sentido, uma pessoa que tem thymos pode ser chamada de entusiasta, dotada da força passional de reagir prontamente. Em consequência,thymos não tem a ver unicamente com a tendência à ira ou à indignação, mas com uma disposição anímica para acender e reagir enérgicamente, com dignidade, coragem, autoestima e ardor espiritual. Como indicado por John Onians, thymos referia-se originalmente ao sopro, à respiração. Era a matéria da consciência, o espírito, a alma-sopro, da qual dependia a energia e coragem do homem. Mesmo na sua mais remota origem, thymos denota “levantar-se em chamas” como nuvem ou espírito, o que nos remete ao conceito de alma e energia vital.

Na anatomia humana, o Timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o Timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só o conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhido.Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam Timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu “tamanho anormal” poderiam causar problemas.

Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro. Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.

Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.

Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas. 

Energeticamente, sua principal tarefa é a de servir de mediadora entre a energia provinda das emoções e o dos fios energéticos conectados ao chacra cardíaco, distribuindo sua alta vibração pelos nádis, a partir do coração etérico, num movimento vertical (para cima e para baixo). Portanto, é responsável direta pela resposta emocional ao organismo, e pela sensibilização da mente através das energias que retém, provenientes do meio externo no qual o indivíduo convive. Estimulada em seu funcionamento, torna o indivíduo mais emotivo e menos racional, mais sensível às emoções e sentimentos alheios, e menos egocentrado em suas próprias necessidades.

Para estimulá-lo, aplica-se a energia verde esmeralda em profusão, o que romperá a camada protetiva que a bloqueia em certos casos, por exemplo, quando a pessoa é fria e calculista. Em pessoas mais amorosas, estimula o compartilhamento destes sentimentos, fortalece a circulação sanguínea e o coração, e, consequentemente, fortalecendo emocionalmente o indivíduo. Até certo limite, permite também a absorção de conhecimentos provenientes de entidades amorosas e puras, que, levadas ao conhecimento da pineal, são reabsorvidas em sabedoria e intuição eletiva ao mais alto grau de iluminação.

a) Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

b) Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo: uma pancadinha forte e duas fracas.

Continue por três a cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, brônquios, coração, rins, baço e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

Ótimo, íntimo, cheio de estímulo.

Bendito Timo!

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Pesquisa científica mostra que memórias podem ser transmitidas de geração para geração através do DNA

Pesquisas mostraram que é possível que algumas informações sejam herdadas biologicamente através de mudanças químicas que ocorrem no DNA.

As memórias podem ser transmitidas às gerações futuras por meio de interruptores genéticos que permitem que os filhos herdem a experiência de seus ancestrais, tornando-se uma espécie de instinto.

Pesquisadores da Emory University de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriram que camundongos podem transmitir informações aprendidas sobre experiências traumáticas ou estressantes – neste caso, um medo do cheiro de flor de cerejeira – para as gerações subsequentes.

Essa condição poderia explicar, por exemplo, por que algumas pessoas da mesma família têm medo das mesmas coisas, ou então um medo irracional aparentemente sem razão, como uma espécie de herança das fobias de seus antepassados.

Assim, o medo das aranhas pode, de fato, ser um mecanismo de defesa herdado, depositado nos genes de uma família, pelo assustador encontro de um ancestral com uma aracnídeo.

O Dr. Brian Dias, do departamento de psiquiatria da Emory University, disse: “Começamos a explorar uma influência subvalorizada no comportamento adulto – experiência ancestral antes da concepção.

“De uma perspectiva translacional, nossos resultados nos permitem apreciar como as experiências de um pai, antes mesmo de conceber a prole, influenciam marcadamente tanto a estrutura quanto a função no sistema nervoso das gerações subseqüentes.

“Tal fenômeno pode contribuir para a etiologia e potencial transmissão intergeracional de risco para transtornos neuropsiquiátricos, como fobias, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático”.

A experiência olfativa dos pais influencia o comportamento e a estrutura neural nas gerações subsequentes

No estudo, publicado na revista Nature Neuroscience , os pesquisadores treinaram ratos para temer o cheiro de flor de cerejeira usando choques elétricos antes de permitir que eles se reproduzissem.

Para isso, os animais foram submetidos a choques elétricos sempre que entravam em contato com o odor de flor de cerejeira .

Após esses ratos se reproduzirem, os filhotes foram expostos ao mesmo cheiro e, surpreendentemente, eles demonstraram reações de medo ao contato com este odor, mesmo sem terem experimentado qualquer efeito negativo relacionado ao cheiro. A mesma reação também foi percebida em outras gerações dos animais.Este efeito continuou mesmo com os ratos criados por inseminação artificial.

Durante este processo de condicionamento, o cérebro do grupo exposto ao choque elétrico apresentou uma mudança química e estrutural na área responsável pela detecção de odores. Esta mesma condição foi percebida até a terceira geração destes ratos. Segundo os pesquisadores, ocorreram mudanças no cérebro e no DNA dos animais.

O DNA dos animais também carregava alterações químicas, conhecidas como metilação epigenética, no gene responsável pela detecção do odor.

O resultado da transmissão da fobia de geração para geração aconteceu pela programação do DNA, que se alterou para apresentar aos filhotes os traumas vivenciados por seus antecessores. O resultado apontou uma firme evidência de que a transmissão biológica de memórias é possível.

Isso sugere que as experiências são de alguma forma transferidas do cérebro para o genoma, permitindo que elas sejam passadas para gerações posteriores.

Os pesquisadores agora esperam realizar mais trabalhos para entender como a informação chega a ser armazenada no DNA em primeiro lugar.

Eles também querem explorar se efeitos semelhantes podem ser vistos nos genes dos seres humanos.

O professor Marcus Pembrey, geneticista pediátrico da University College London, disse que o trabalho fornece “evidências convincentes” para a transmissão biológica da memória.

Ele acrescentou: “Ele aborda temor constitucional que é altamente relevante para fobias, ansiedade e transtornos de estresse pós-traumático, além do assunto controverso de transmissão da” memória “da experiência ancestral ao longo das gerações.

“É hora de os pesquisadores de saúde pública levarem as respostas transgeracionais humanas a sério… Eu suspeito que não vamos entender o aumento dos distúrbios neuropsiquiátricos ou da obesidade, diabetes e distúrbios metabólicos, geralmente sem adotar uma abordagem multigeracional“.

O professor Wolf Reik, chefe de epigenética do Instituto Babraham, em Cambridge, disse que, no entanto, mais trabalho é necessário antes que tais resultados possam ser aplicados aos seres humanos.

Ele disse: “Esses tipos de resultados são encorajadores, pois sugerem que a herança transgeracional existe e é mediada pela epigenética, mas é necessário um estudo mecanicista mais cuidadoso dos modelos animais antes de extrapolar tais descobertas para os seres humanos”.

Pesquisas como esta são extremamente importantes para que os cientistas consigam entender melhor a mente humana e possam sugerir novos tratamentos e abordagens para algumas doenças.

O estudo mostra que nosso DNA tem a capacidade de carregar lições e memórias de nossos antepassados, e pode ser um caminho para novos estudos nos campos da neuropsiquiatria, da obesidade, do diabetes e de outros distúrbios metabólicos que atingem várias gerações em uma mesma família.

efeitos transgeracionais são herdados por meio dos gametas parentais. Nossas descobertas fornecem uma estrutura para abordar como a informação ambiental pode ser herdada transgeracionalmente nos níveis comportamental, neuroanatômico e epigenético.

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A amplitidão da Alma: Tudo que rejeitamos, apodera-se de nós. Tudo que respeitamos, deixa- nos livres

O que é que faz com que a nossa alma se amplie? O que a aprofunda e o que a faz crescer? Vou dar um exemplo simples: quando vocês olham para uma pessoa inocente e para uma que assumiu a sua culpa, qual a alma que é mais limitada? A alma de uma pessoa inocente. Uma pessoa inocente é pequena. Por que isso? Porque aquele que almeja a inocência elimina muitas coisas de sua alma. Com isso permanece limitado e permanece uma criança. Aquele que dá um lugar àquilo que antes queria eliminar de sua alma cresce internamente.

Quando crescemos em uma família, precisamos excluir algo e precisamos denominar algo como ruim ou mau, para que possamos continuar pertencendo a essa família. O preço para a pertinência à nossa família é que queremos eliminar algumas coisas. Contudo, se dermos a esse outro um lugar em nossa alma, temos uma má consciência, embora talvez pudéssemos alcançar algo bom, se fizéssemos isso.

Conflito e Paz: Uma Resposta
Estamos mais próximos da realidade quanto mais espaço dermos a esse outro em nossa alma. Isso começa à medida em que, quando nós nos sentimos culpados, concordamos com a culpa e lhe damos também um lugar em nossa alma. Então nos sentiremos, com efeito, culpados, mas estaremos mais próximos à Terra e mais ligados a outras pessoas. E nós nos sentiremos mais fortes.

Na família, às vezes, certas pessoas são excluídas ou desaparecem de nossa memória. Não se pensa mais nelas. Ou ainda estamos ligados a alguém que já está morto há muito tempo ou estamos zangados com alguém da família e não queremos mais saber dele.

O que acontece quando sinto a perda de alguém por muito tempo? Uma parte de minha alma fica com ele ou ela, e isso pesa não somente sobre mim, mas também sobre ele ou ela. Contudo, se coloco novamente dentro de mim o que deixei com a outra pessoa, ela fica livre. Se coloco essa pessoa em minha alma, com amor, como um todo, como ela é, fico enriquecido e, o que é estranho, é que também me liberto dela. Através do tomar com amor conquistamos a outra pessoa, e ela se torna uma parte de nós. Ao mesmo tempo, nos libertamos dela e ela se liberta de nós.

Um exemplo simples: se eu der aos meus pais, com amor, um lugar em minha alma, eu os tenho, sinto-me pleno e ricamente presenteado. Ao mesmo tempo, estou também separado deles. Estou liberto deles, porque eu os tomei. Essa é, portanto, a estranha contradição: através do tomar, fico enriquecido, e ao mesmo tempo, livre. A outra pessoa também fica livre de mim, porque a tomei com amor. Ela não perde nada se tomei algo dela. Muito pelo contrário, enriquece com isso. E vice-versa, se eu me recuso a tomar algo, os dois empobrecem: aquele que quis me dar algo e eu, que me recusei a tomar algo.

Meditação – reconciliação

Fechem os olhos. Agora podem ir para as suas famílias, cada um por si, e olhar para todos que a ela pertencem: os bons e os maus, os agressores e as vítimas, os culpados e os inocentes. Dirijam-se a cada um deles, façam uma reverência e digam a cada um: ―Sim, eu respeito você, e o seu destino, e a sua sorte. Agora eu tomo você em meu coração, como você é, e você pode me tomar em seu coração. No final, virem-se juntos para uma direção, para o horizonte, e façam uma profunda reverência. Perante esse horizonte, todos são iguais.

Tudo que rejeitamos, apodera-se de nós. Tudo que respeitamos, deixa- nos livres. Ok?

Ordens da Ajuda – Bert Hellinger

Compilação – @Interconexão

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A serviço e da luz e da lucidez @Interconexão

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A conexão cérebro-coração

A maioria de nós aprendeu na escola que o coração está constantemente respondendo a “ordens” enviadas pelo cérebro na forma de sinais neurais. No entanto, não é tão comum saber que o coração realmente envia mais sinais para o cérebro do que o cérebro envia para o coração! Além disso, esses sinais cardíacos têm um efeito significativo na função cerebral – influenciando o processamento emocional e também as faculdades cognitivas superiores, como atenção, percepção, memória e resolução de problemas. Em outras palavras, o coração não responde apenas ao cérebro, mas o cérebro responde continuamente ao coração.

O efeito da atividade cardíaca na função cerebral tem sido pesquisado extensivamente nos últimos 40 anos. Pesquisas anteriores examinaram principalmente os efeitos da atividade cardíaca ocorrendo em uma escala de tempo muito curta – ao longo de vários batimentos cardíacos consecutivos no máximo. Cientistas do HeartMath Institute ampliaram esse corpo de pesquisas científicas observando como padrões de escala maior de atividade cardíaca afetam o funcionamento do cérebro.

A pesquisa da HeartMath demonstrou que diferentes padrões de atividade cardíaca (que acompanham diferentes estados emocionais) têm efeitos distintos na função cognitiva e emocional. Durante o estresse e as emoções negativas, quando o padrão do ritmo cardíaco é irregular e desordenado, o padrão correspondente de sinais neurais viajando do coração para o cérebro inibe as funções cognitivas superiores. Isso limita nossa capacidade de pensar com clareza, lembrar, aprender, raciocinar e tomar decisões eficazes. (Isso ajuda a explicar por que muitas vezes podemos agir impulsivamente e imprudentemente quando estamos sob estresse.) A entrada do coração no cérebro durante emoções estressantes ou negativas também tem um profundo efeito nos processos emocionais do cérebro – na verdade servindo para reforçar a experiência emocional do cérebro. estresse.

Em contraste, o padrão mais ordenado e estável de entrada do coração para o cérebro durante estados emocionais positivos tem o efeito oposto – facilita a função cognitiva e reforça sentimentos positivos e estabilidade emocional. Isso significa que aprender a gerar maior coerência no ritmo cardíaco, ao manter as emoções positivas, não apenas beneficia todo o corpo, mas também afeta profundamente a maneira como percebemos, pensamos, sentimos e atuamos.

O ritmo em mudança do seu coração

O coração em repouso já foi pensado funcionar como um metrônomo, batendo fielmente em um ritmo regular e constante. Cientistas e médicos agora sabem, no entanto, que isso está longe de ser o caso. Em vez de ser monotonamente regular, o ritmo de um coração saudável – mesmo sob condições de repouso – é surpreendentemente irregular, com o intervalo de tempo entre batimentos cardíacos consecutivos em constante mudança. Essa variação natural de batimento a batimento na freqüência cardíaca é chamada de variabilidade da frequência cardíaca (VFC).

A variabilidade da frequência cardíaca é uma medida das alterações batimentos a batimentos da frequência cardíaca. Este diagrama mostra três batimentos cardíacos registrados em um eletrocardiograma (ECG). Nota-se que a variação no intervalo de tempo entre batimentos cardíacos consecutivos, dando uma freqüência cardíaca diferente (em batimentos por minuto) para cada intervalo interbeat.

A variabilidade normal da frequência cardíaca deve-se à ação sinérgica dos dois ramos do sistema nervoso autônomo (SNA) – a parte do sistema nervoso que regula a maior parte das funções internas do corpo. Os nervos simpáticos agem para acelerar a freqüência cardíaca, enquanto os nervos parassimpáticos (vagos) diminuem a velocidade. Os ramos simpático e parassimpático do SNA estão continuamente interagindo para manter a atividade cardiovascular em sua faixa ideal e para permitir reações apropriadas à mudança das condições externas e internas. A análise da VFC, portanto, serve como uma janela dinâmica para a função e equilíbrio do sistema nervoso autônomo.

As variações momento-a-momento da frequência cardíaca são geralmente negligenciadas quando a frequência cardíaca média é medida (por exemplo, quando o médico toma o seu pulso num determinado período de tempo e calcula que o seu coração está batendo a 70 batimentos por minuto ). No entanto, as tecnologias emWave e Inner Balance permitem-lhe observar os ritmos em mudança do seu coração em tempo real. Usando seus dados de pulso, ele fornece uma imagem da sua VFC – plotando os aumentos e diminuições naturais na frequência cardíaca que ocorrem de forma contínua.

Por que o VFC é importante?

Cientistas e médicos consideram a VFC como um importante indicador de saúde e condicionamento físico. Como um marcador de resiliência fisiológica e flexibilidade comportamental, reflete nossa capacidade de nos adaptarmos efetivamente às demandas de estresse e ambientais. Uma simples analogia ajuda a ilustrar este ponto: assim como a postura de mudança de um tenista prestes a receber um saque pode facilitar a rápida adaptação, em indivíduos saudáveis o coração permanece responsivo e resiliente, preparado e pronto para reagir quando necessário.

A VFC também é um marcador do envelhecimento biológico. A nossa variabilidade da frequência cardíaca é maior quando somos jovens e, à medida que envelhecemos, a variação da frequência cardíaca em repouso diminui. Embora o declínio da VFC relacionado à idade seja um processo natural, ter VFC anormalmente baixa para o grupo etário está associado a um aumento do risco de futuros problemas de saúde e mortalidade prematura. Baixa VFC também é observada em indivíduos com uma ampla gama de doenças e distúrbios. Ao reduzir o desgaste induzido pelo estresse no sistema nervoso e facilitar os processos regenerativos naturais do corpo, a prática regular de técnicas de construção de coerência HeartMath pode ajudar a restaurar a baixa VFC a valores saudáveis.

Padrões de Ritmo Cardíaco e Emoções

Muitos fatores afetam a atividade do SNA e, portanto, influenciam a VFC. Estes incluem nossos padrões de respiração, exercícios físicos e até mesmo nossos pensamentos. Pesquisas no HeartMath Institute mostraram que um dos fatores mais poderosos que afetam o ritmo de mudança do nosso coração são nossos sentimentos e emoções. Quando nossa frequência cardíaca variável é plotada ao longo do tempo, a forma geral da forma de onda produzida é chamada de padrão de ritmo cardíaco. Quando você usa as tecnologias emWave e Inner Balance, você está vendo seu padrão de ritmo cardíaco em tempo real. A pesquisa da HeartMath descobriu que as emoções que sentimos afetam diretamente nosso padrão de ritmo cardíaco – e isso, por sua vez, nos diz muito sobre como nosso corpo está funcionando.

Em geral, o estresse emocional – incluindo emoções como raiva, frustração e ansiedade – dá origem a padrões de ritmo cardíaco que parecem irregulares e erráticos: a forma de onda da VFC parece uma série de picos irregulares irregulares (um exemplo é mostrado na figura abaixo). ). Os cientistas chamam isso de padrão incoerente de ritmo cardíaco. Fisiologicamente, esse padrão indica que os sinais produzidos pelos dois ramos do SNA estão fora de sincronia entre si. Isso pode ser comparado a dirigir um carro com um pé no pedal do acelerador (o sistema nervoso simpático) e o outro no freio (o sistema nervoso parassimpático) ao mesmo tempo – isso cria um movimento brusco, queima mais gás e não também é ótimo para o seu carro! Da mesma forma, os padrões incoerentes de atividade fisiológica associados a emoções estressantes podem fazer com que nosso corpo funcione de maneira ineficiente, esvazie nossa energia e produza desgaste adicional em todo o nosso sistema. Isso é especialmente verdadeiro se o estresse e as emoções negativas forem prolongadas ou vivenciadas com frequência.

Em contraste, as emoções positivas enviam um sinal muito diferente em todo o nosso corpo. Quando experimentamos emoções edificantes, como apreço, alegria, cuidado e amor; nosso padrão de ritmo cardíaco torna-se altamente ordenado, parecendo uma onda suave e harmoniosa (um exemplo é mostrado na figura abaixo). Isso é chamado de padrão de ritmo cardíaco coerente. Quando estamos gerando um ritmo cardíaco coerente, a atividade nos dois ramos do SNA é sincronizada e os sistemas do corpo operam com maior eficiência e harmonia. Não é de admirar que as emoções positivas sejam tão boas – na verdade, elas ajudam os sistemas do nosso corpo a sincronizar e a funcionar melhor.

Padrões de ritmo cardíaco durante diferentes estados emocionais. Estes gráficos mostram exemplos de padrões de variabilidade da frequência cardíaca em tempo real (ritmos cardíacos) gravados a partir de indivíduos com diferentes emoções. O padrão de ritmo cardíaco incoerente mostrado no gráfico superior, caracterizado por sua forma de onda irregular e irregular, é típico de estresse e emoções negativas, como raiva, frustração e ansiedade. O gráfico inferior mostra um exemplo do padrão de ritmo cardíaco coerente que é tipicamente observado quando um indivíduo está experimentando uma emoção positiva sustentada, como apreciação, compaixão ou amor. O padrão coerente é caracterizado por sua forma de onda regular, semelhante a uma onda senoidal. É interessante notar que a quantidade total de variabilidade da freqüência cardíaca é na verdade a mesma nas duas gravações mostradas acima; no entanto, os padrões das formas de onda da VFC são claramente diferentes.

Coerência: um estado de função ótima

A pesquisa do HeartMath Institute mostrou que a geração de emoções positivas sustentadas facilita a mudança para um estado específico, cientificamente mensurável. Esse estado é denominado coerência psicofisiológica, porque é caracterizado por ordem e harmonia aumentadas em nossos processos psicológicos (mentais e emocionais) e fisiológicos (corporais). A coerência psicofisiológica é o estado da função ótima. Pesquisas mostram que, quando ativamos esse estado, nossos sistemas fisiológicos funcionam mais eficientemente, experimentamos maior estabilidade emocional e também aumentamos a clareza mental e melhoramos a função cognitiva. Em termos simples, nosso corpo e cérebro funcionam melhor, nos sentimos melhor e temos um desempenho melhor.

Fisiologicamente, o estado de coerência é marcado pelo desenvolvimento de um padrão suave de onda senoidal no traço da variabilidade da frequência cardíaca. Esse padrão característico, chamado de coerência do ritmo cardíaco, é o principal indicador do estado de coerência psicofisiológica, e é o que as tecnologias emWave e Inner Balance medem e quantificam. Várias mudanças fisiológicas importantes ocorrem durante a coerência. Os dois ramos do SNA sincronizam-se um com o outro, e há uma mudança geral no equilíbrio autonômico para o aumento da atividade parassimpática. Há também aumento do arrastamento fisiológico – vários sistemas corporais diferentes se sincronizam com o ritmo gerado pelo coração (veja a figura abaixo). Finalmente, há aumento da sincronização entre a atividade do coração e do cérebro.

Arrastamento fisiológico durante a coerência.

Os gráficos principais mostram a variabilidade da frequência cardíaca do indivíduo, o ritmo da pressão arterial (tempo de trânsito do pulso) e o ritmo da respiração ao longo de um período de 10 minutos. Na marca de 300 segundos (linha tracejada central), o indivíduo usou a técnica Quick Coherence ® da HeartMath para ativar um sentimento de apreciação e mudar para o estado de coerência. Nesse ponto, os ritmos de todos os três sistemas entram em sintonia: observe que os padrões rítmicos são harmoniosos e sincronizados um com o outro, em vez de dispersos e fora de sincronia. O lado esquerdo dos gráficos mostra a análise espectral dos três ritmos fisiológicos antes da mudança para a coerência. Observe como cada padrão parece bem diferente dos outros. Os gráficos à direita mostram que, no estado de coerência, os ritmos dos três sistemas arrastaram-se para oscilar na mesma frequência.

Coerência não é relaxamento

Um ponto importante é que o estado de coerência é psicológica e fisiologicamente distinto do estado alcançado pela maioria das técnicas de relaxamento. No nível fisiológico, o relaxamento é caracterizado por uma redução geral no fluxo autonômico (resultando em menor VFC) e uma mudança no equilíbrio do SNA para o aumento da atividade parassimpática. A coerência também está associada a um aumento relativo da atividade parassimpática, abrangendo assim um elemento-chave da resposta de relaxamento, mas é fisiologicamente distinta do relaxamento, pois o sistema oscila em sua frequência ressonante natural e há maior harmonia e sincronização no sistema nervoso e no coração – dinâmica cerebral. Esta diferença importante entre os dois estados é refletida mais claramente em seus respectivos espectros de potência de VFC (veja figura e explicação abaixo). Além disso, ao contrário do relaxamento, o estado de coerência não envolve necessariamente uma diminuição da freqüência cardíaca ou uma mudança na quantidade de VFC, mas é principalmente marcado por uma mudança no padrão do ritmo cardíaco.

Padrões de ritmo cardíaco durante o relaxamento e coerência. Os dois gráficos à esquerda mostram padrões típicos de variabilidade da frequência cardíaca (ritmo cardíaco) durante estados de relaxamento e coerência. À direita são mostrados os gráficos de densidade espectral de potência da VFC dos padrões de ritmo cardíaco à esquerda. O relaxamento produz um ritmo cardíaco de baixa frequência e alta frequência, indicando diminuição do fluxo autonômico. O aumento da potência na banda de alta frequência do espectro de potência da VFC é observado, refletindo o aumento da atividade parassimpática (a “resposta de relaxamento”). Em contraste, o estado de coerência, ativado por emoções positivas sustentadas, está associado a um padrão de ritmo cardíaco de onda senoidal, altamente ordenado e suave.

Ao contrário do relaxamento, a coerência não envolve necessariamente uma redução na VFC e pode, às vezes, até mesmo produzir um aumento na VFC em relação ao estado basal. Como pode ser visto no espectro de energia correspondente, a coerência é marcada por um pico incomumente grande e estreito na banda de baixa frequência, centrado em torno de 0,1 hertz (note a diferença significativa entre os espectros de coerência e relaxamento). Este grande pico espectral característico é indicativo da ressonância e sincronização do sistema que ocorre durante o estado de coerência.

Não só existem diferenças fisiológicas fundamentais entre relaxamento e coerência, como também as características psicológicas desses estados são bem diferentes. O relaxamento é um estado de baixa energia no qual o indivíduo descansa tanto no corpo quanto na mente, normalmente se desligando dos processos cognitivos e emocionais. Em contraste, a coerência geralmente envolve o envolvimento ativo de emoções positivas. Psicologicamente, a coerência é vivenciada como um estado calmo, equilibrado, porém energizado e responsivo, que conduz ao funcionamento e à interação cotidianos, incluindo o desempenho de tarefas que exigem acuidade mental, foco, resolução de problemas e tomada de decisões, bem como atividade física. e coordenação.

O papel da respiração

Outra distinção importante envolve a compreensão do papel da respiração na geração de coerência e sua relação com as técnicas do sistema HeartMath. Como os padrões de respiração modulam o ritmo do coração, é possível gerar um ritmo cardíaco coerente simplesmente respirando lenta e regularmente a um ritmo de 10 segundos (5 segundos na inspiração e 5 segundos na expiração). Respirar ritmicamente dessa maneira pode ser uma intervenção útil para iniciar uma mudança do estado emocional estressante e aumentar a coerência. No entanto, esse tipo de respiração estimulada cognitivamente dirigida pode exigir considerável esforço mental e é difícil para algumas pessoas manterem.

Embora as técnicas do HeartMath incorporem um elemento respiratório, a respiração ritmada não é seu foco principal e, portanto, não deve ser pensado simplesmente como exercícios de respiração. A principal diferença entre as ferramentas HeartMath e as técnicas de respiração mais comumente praticadas é o foco das ferramentas HeartMath na geração intencional de um estado emocional positivo sincero. Essa mudança emocional é um elemento-chave da eficácia das técnicas. As emoções positivas parecem excitar o sistema na sua frequência ressonante natural e, assim, permitir que a coerência emerja e seja mantida naturalmente, sem um foco mental consciente no ritmo da respiração.

Isso ocorre porque a entrada gerada pela atividade rítmica do coração é, na verdade, um dos principais fatores que afetam nossa taxa e padrões respiratórios. Quando o ritmo do coração se transforma em coerência como resultado de uma mudança emocional positiva, nosso ritmo respiratório sincroniza automaticamente com o coração, reforçando e estabilizando a mudança para a coerência do sistema.

Além disso, o foco emocional positivo das técnicas HeartMath confere uma gama muito mais ampla de benefícios do que aqueles normalmente obtidos apenas com a respiração. Estes incluem mudanças perceptivas e emocionais mais profundas, maior acesso à intuição e criatividade, melhorias cognitivas e de desempenho e mudanças favoráveis no equilíbrio hormonal.

Para obter todos os benefícios das ferramentas HeartMath, é importante aprender como se auto-ativar e eventualmente sustentar uma emoção positiva. No entanto, para os usuários que inicialmente têm dificuldade em alcançar ou manter a coerência, praticar a respiração com foco no coração a um ritmo de 10 segundos, conforme descrito acima, pode ser um auxílio de treinamento útil. Uma vez que os indivíduos se acostumem a gerar coerência através da respiração rítmica e se familiarizar com a sensação desse estado, eles podem começar a praticar a respiração de um sentimento ou atitude positiva através da área do coração para melhorar sua experiência das ferramentas HeartMath e seus benefícios. Eventualmente, com a continuidade da prática, a maioria das pessoas torna-se capaz de se transformar em coerência, ativando diretamente uma emoção positiva.

O coração inteligente

Muitas das mudanças na função corporal que ocorrem durante o estado de coerência giram em torno de mudanças no padrão de atividade do coração. Enquanto o coração é certamente uma bomba notável, curiosamente, é apenas relativamente recentemente no curso da história humana – por volta dos últimos três séculos – que a função do coração foi definida (pelo pensamento científico ocidental) como apenas a de bombear sangue. . Historicamente, em quase todas as culturas do mundo, o coração foi atribuído a um papel muito mais multifacetado no sistema humano, sendo considerado uma fonte de sabedoria, percepção espiritual, pensamento e emoção. Curiosamente, a pesquisa científica nas últimas décadas começou a fornecer evidências de que muitas dessas associações de sobrevivência prolongada podem ser mais do que simplesmente metafóricas. Esses desenvolvimentos levaram a ciência a rever e expandir sua compreensão do coração e do papel desse órgão incrível.

No novo campo da neurocardiologia, por exemplo, os cientistas descobriram que o coração possui seu próprio sistema nervoso intrínseco – uma rede de nervos tão funcionalmente sofisticada que ganha a descrição de um “cérebro do coração”. Contendo mais de 40.000 neurônios, esse “pequeno cérebro ”dá ao coração a capacidade de detectar, processar informações, tomar decisões e até mesmo demonstrar um tipo de aprendizado e memória. Em essência, parece que o coração é verdadeiramente um sistema inteligente. A pesquisa também revelou que o coração é uma glândula hormonal, fabricando e secretando numerosos hormônios e neurotransmissores que afetam profundamente o funcionamento do cérebro e do corpo. Entre os hormônios que o coração produz está a oxitocina – conhecida como “amor” ou “hormônio de ligação”. A ciência só começou a entender os efeitos dos campos eletromagnéticos produzidos pelo coração, mas há evidências de que as informações contidas no coração Um campo poderoso pode desempenhar um papel essencial de sincronização no corpo humano – e também pode afetar outros ao nosso redor.

A pesquisa também mostrou que o coração é um componente fundamental do sistema emocional. Os cientistas agora entendem que o coração não apenas responde à emoção, mas que os sinais gerados por sua atividade rítmica desempenham um papel importante na determinação da qualidade de nossa experiência emocional de momento a momento. Como descrito a seguir, esses sinais cardíacos também afetam profundamente a percepção e a função cognitiva em virtude da extensa rede de comunicação do coração com o cérebro. Finalmente, estudos eletrofisiológicos rigorosos realizados no HeartMath Institute indicaram que o coração parece desempenhar um papel fundamental na intuição. Embora ainda haja muito a ser entendido, parece que as antigas associações do coração com pensamento, sentimento e discernimento podem, de fato, ter uma base na ciência.

“Artigo disponibilizado pela HeartMath LLC. www.heartmath.com “. O conteúdo deste documento não pode ser modificado ou alterado sem permissão por escrito do HeartMath. Por favor, envie pedidos de permissão para info@heartmath.com .

A Avó Materna e o que você pode ter herdado dela

Essa senhora é muito importante para você.

Por quê?

Porque é fundamental quando se trata da transferência de informações e programas genéticos. Acontece que quando ela estava grávida de sua mãe, o feto já tem os oócitos formados.

E desses oócitos, os dois milhões de óvulos que sua mãe terá durante a vida vão sair. Um desses óvulos, tenha seu nome. Então este carrega as informações da avó.

Quais informações você quer dizer?

Para tudo o que a avó vivia, ela sentia e vivia. Se era o momento certo para ter filhos, se a gravidez era desejada, se ela se sentia protegida pelo marido, … etc.

Sabendo que as necessidades biológicas não cobriam a avó. Tudo isso e muito mais é informação que fica impressa em todas as células do feto. Portanto, você carrega informações sobre a avó quando ela estava grávida de sua mãe. Você já ouviu falar que a genética às vezes pula uma geração? Bem, é isso.

O óvulo do qual você leva a informação da avó materna.

Por que a avó e não o avô?

Porque a avó coloca o óvulo e o avô o esperma. E o óvulo, além da informação genética, carrega a informação mitocondrial, que está na membrana celular.

Enquanto no avô, a informação mitocondrial é na cauda do espermatozóide, e como você sabe no momento da fertilização, a cauda fica de fora.

Na mitocôndria é onde a informação é armazenada nos níveis de programas que são herdados. Informação biológica E você, o que você sabe sobre a sua avó materna?

Plano sem fim – Jodorowsky

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Como transformar o corpo da dor:

–  Reconhecendo :

Observe a conversa interna. Quando os pensamentos vêm, permita-os e reconheça os sentimentos que eles geram. “Estou com medo”, “Estou com raiva”, “Estou triste”, “Estou animado”, “Estou animado”, “Estou atraído”, “Estou confuso”, etc.

Perceba que, quando uma emoção está ativa, há também um diálogo interno que tenta justificar e dar razão ou significado à emoção. Tente ficar com a sensação sem se perder no diálogo interno.

–  Localização :

Agora, ligue-se ao seu corpo Onde eu me sinto? Observando em qual parte do corpo exatamente a sensação é.

Estamos acostumados a estar desconectados do nosso corpo. Quando permitimos que o corpo seja parte do que está acontecendo, entramos em outro nível de consciência e o corpo nos dirá o que precisamos. A energia estagnada está no corpo e a partir daí será liberada.

Permitir :

Agora você escuta ao seu corpo, deixá-lo fazer o que você precisa: em movimento, agitação, alongamento, fazendo sons …

Ao ligar para o corpo, ele nos diz o que você precisa e simplesmente permitir  que , sem julgar ou criticar . Por exemplo, o corpo precisa gritar e a mente pode resistir justificando que será embaraçoso ou deixará os outros desconfortáveis. Permitir isso significa ajudar a satisfazer a necessidade  do corpo, apesar de reconhecer o que a mente nos diz. Se você precisa gritar, pode imaginar que grita e mergulha nessa sensação.

–  Intensificando :

Ampliando ao máximo o que eu sinto.

A maneira de passar a contração é experimentá-la em todo o seu potencial, apesar dos medos que ela gera. Somos feitos de uma grande inteligência, de modo que se trata de confiar e mergulhar totalmente na contração.

– Respiração:

Após o processo de reconhecer, permitir, localizar e intensificar, a respiração nos enche de vida e equilíbrio, promovendo  a conexão entre todas as células do corpo  e, portanto, a  integração  da energia liberada.

Então, adquira algum tempo sozinho para integrar a experiência que você teve. Talvez, deite-se por um tempo e escreva na sua agenda.

Toma água.

Luis Diaz