Todas As Coisas Que Parecem Me Acontecer eu as Peço e as Recebo Conforme Pedi

O livro um curso em milagres tem uma passagem com esses dizeres onde orienta a dizer essa sentença com convicção. Convicção as vezes precisa ser construída, então vamos analisar um pouco e ver se conseguimos vender a nós mesmos essa ideia. Porque mudar uma crença é isso, convencer a si mesmo, e se você fosse vender algo a outra pessoa precisaria de argumentos, então quando você quiser absorver uma ideia a analise de modo a construir argumentos para vende-la a si mesmo.

Eu sou responsável pelo que vejo. Eu escolho os sentimentos que experimento, e eu decido quanto a meta que quero alcançar.

E TODAS AS COISAS QUE PARECEM ME ACONTECER EU AS PEÇO E AS RECEBO CONFORME PEDI

PARECE, porque as coisas realmente parecem que simplesmente acontecem, acontece de o ônibus atrasar ou passar mais cedo e você perder, acontece de alguém bater no seu carro no transito, acontece de alguém esbarrar e derramar café na sua roupa branca, do carro passar na poça de água bem na hora que você estava do lado.

A vida é vivida assim, tudo parece que acontece e tudo bem, esse é o jogo que estamos jogando no teatro da vida. Mas quanto mais conscientes estamos de QUE APENAS PARECE mais empoderados estamos pra lidar com as situações, identificar e mudar a informação interna que é refletida neles. O NOSSO CONTEÚDO INTERNO SE EXTERNA E SE MOSTRA PRA NÓS ATRAVÉS DOS ACONTECIMENTOS DO DIA A DIA, das pessoas que atraímos, das reações que atraímos, de absolutamente tudo que vivenciamos.

O PRIMEIRO PASSO é reconhecer que por mais dolorido ou bizarro que seja o que estamos vivenciando e do quanto gostaríamos conscientemente que fosse diferente, ISSO é um reflexo do conteúdo interno. Alguma informação registrada por você desde o início da sua vida ressoa criando experiências presentes e é através dessas mesmas informações que a sua mente interpreta as interpreta. Então não é pra se debater e pensar “nossa eu sou um merda pra criar essa vida horrível pra mim mesmo”. A sua experiência é a única forma de você ver o seu conteúdo, por isso fala-se em ser grato pelo que se apresenta. A vida não está te batendo mas sim mostrando o que tem aí dentro, se quiser viver de uma forma diferente é isso que precisa ser mudado internamente, ela não pode fazer por você mais que isso, mostrar.

EU AS PEÇO E AS RECEBO

Pedir aqui quer dizer energeticamente, a gente sabe que na nossa sã consciência não quer bater o carro, não quer chegar atrasado numa reunião importante ou ser maltratado. Mas pessoas se atraem para cocriar experiências que são a externalização do conteúdo de ambas. Melhor dizendo Campos energéticos se atraem, inconscientes se atraem porque tem em si peças que se encaixam como um quebra cabeça, para qualquer experiência acontecer é preciso que exista esse encaixe energético, as informações no que dr Hew Len chama banco de dados precisam se encaixar.

O campo busca algo que o complemente, que encaixe uma peça na outra pra poder assim construir uma realidade material pra ser experimentada. Fulano que tem uma informação que é compatível com chegar atrasado vai atrair como chefe alguém que tem uma informação compatível de ter funcionários que atrasem. E se ele fizer de tudo para não atrasar, algo vai aparentemente acontecer com ele, pode ser através de atrair alguém que vai bater no carro de leve, o suficiente para atrasar, ou que vai roubar a vaga de estacionamento, ou pode o carro estragar se não houver ninguém nas redondezas com um campo predisposto a cocriar essas coisas. Essas pessoas tem campos energéticos predispostos a x ações e reações e o seu inconsciente vai estar caçando essas pessoas por aí pra te ajudar a viver a experiência necessária e/ou padrão. No exemplo de chegar atrasado se não houver pessoas para cocriar, o inconsciente vai dar outro jeito porque é o trabalho dele manifestar a sua vida de ACORDO com o seu conteúdo interno, com os seus comandos primordiais. Então essas pessoas estão te ajudando a manifestar o seu conteúdo ao mesmo tempo que você as ajuda a manifestar o delas, é e sempre será uma troca justa e compatível no campo energético. Mas no físico pode parecer injusto, sacanagem ou azar. Portanto é sim um pedido recebido.

EU SOU RESPOSÁVEL PELO QUE VEJO

É a experiência, mas também é como você a enxerga.

Você está manifestando o seu conteúdo interno na experiência presente e ao mesmo tempo “programando manifestações futuras”, criando padrões, com o modo de ver/interpretar e sentir esta mesma experiência presente.

Você é o único que tem o poder de mudar a sua PERCEPÇÃO, olhar para as mesmas pessoas, para os mesmos eventos DE UM MODO TOTALMENTE DIFERENTE. É você quem tem que mergulhar dentro de si mesmo e dissolver a raiva, o ressentimento, o julgamento e mudar a sua percepção.

A primeira interpretação que você dá a algo é automática, vem do seu “banco de dados inconsciente”, mas você pode parar e reinterpretar conscientemente de forma que te eleve e libere a todos, não resumindo as pessoas aos seus defeitos ou erros, se abstendo de julgar de forma condenatória. Quando você faz isso seu inconsciente que está sempre trabalhando, ouvindo, registrando e executando no mundo externo o que está no seu mundo interno, registra a diferença e começa a mudar a sua “visão/interpretação automática das coisas”, assim o mesmo passa a ser visto com outros olhos. É como se o inconsciente fosse uma máquina que está o tempo todo aprendendo conforme observa você, e ele é a maquina que executa no mundo energético os comandos necessários pra manifestar o que você experimenta no mundo material. E aí quando você experiência o que materializou, ele registra as suas reações e vai aprendendo mais sobre o que criar em seguida e vai trocando a informação conforme percebe que você está reagindo diferente! Em essência ele presta atenção no que você sente e esse sentimento vai estar vinculado a ideias, pensamentos e a elementos materiais que para o inconsciente é 0101, é código energético. Ele não entende dinheiro como dinheiro e namorado como namorado, mas ele entende que quando você foca no código energético que pra gente é dinheiro você se sente “triste”, seu campo e DNA se contraem, o que pode gerar doença no seu sistema, um corpo e campo saudável requerem um DNA relaxado, então como o objetivo primário desse sistema é a sua sobrevivência gastando o mínimo de energia possível ele vai afastar isso que contrai (dinheiro etc) de você.

EU ESCOLHO OS SENTIMENTOS QUE EXPERIMENTO” é vinculado a sua percepção e sua habilidade de reinterpretar as coisas de uma forma que faça você se sentir bem, seguro e empoderado. Você é livre para ver o seu problema como a vida te ferrando, e ver a si mesmo como um nada, ou mesmo determinado a mudar a sua realidade e resolver seus problemas, olhar pra tudo como uma oportunidade de ver o seu conteúdo interno, escolher seus sentimentos conscientemente, retomar o poder do seu mundo interno e sair do automático. Você pode lembrar de todos os pontos acima para fazer isso, lembrar que as pessoas envolvidas são compatíveis com seu mundo interno e estão contribuindo, que você só recebe o que pede não importa como isso (recebido)lhe pareça no primeiro momento. Porque mesmo que você não consiga mergulhar dentro de si mesmo e achar a raiz dessa informação que origina o seu problema/oportunidade, só de olhar pra isso de maneira diferente, só de trabalhar as memórias conscientemente, o seu sistema já está registrando uma mudança. Você já está plantando sementes novas ao invés de somatizar o mesmo padrão.

Então você pode pegar a sua lista negra e começar a reinterpretar esses momentos e essas pessoas através de um olhar diferente, ou apenas usar esse olhar a partir daqui com o que quer que lhe aconteça. Você pode buscar ferramentas e praticar pensar conscientemente, ou não fazer nada. A questão é assumir que não fazer nada também é uma escolha. Manter as mesmas crenças e padrões também é uma escolha. Acreditar que tudo está contra você ou a seu favor é uma escolha. A seu favor não é o que só facilita a sua vida, mas é acreditar que dentro daquele problema tem uma oportunidade que você não está se permitindo enxergar.

@interconexao



Você Está Disposto a Abandonar o Que Te Faz Sofrer?

Não é apenas sobre pessoas, relacionamentos, trabalhos… é sobre ideias percepções, julgamentos, sentimentos…é sobre raiva, ressentimento e o apego a sua interpretação dos fatos e das pessoas. É sobre resumir o outro e a si mesmo aos erros e a dor quando existe muito mais que isso! É a sua escolha abandonar um emprego ou um relacionamento, mas também é a sua escolha que emoções vai manter consigo se ficar ou partir. Você pode ter raiva do que alguém fez ou pode escolher entender que ele deu o que tinha e que algo dentro de você se colocou disponível à isso. Você continua se levando consigo, é o sentimento que carrega no seu coração e a maneira como interpreta a dinâmica da vida que determinam o peso do sofrimento/problema e sua habilidade de lidar com isso sem perder a paz.

Você está disposto a abandonar a narrativa da vítima e do vilão? Somos espíritos interpretando personagens que apenas parecem a vítima ou o vilão. Enquanto você contar a história de que por culpa dos seus pais…do seu chefe… do cliente…do seu marido(esposa)…do seu filho…do seu vizinho… Você não se sente ______, amado, feliz, próspero, em paz, ou que por sua culpa o seu filho, fulano ou ciclano não é feliz ou qualquer coisa que seja, você carrega uma carga que não é sua enquanto dá o seu poder ao outro. Cada um é responsável pelo seu mundo interno. Se a carga não é sua, você não tem o poder ou o que é necessário para carrega-la, e por isso enverga. A “carga” foi feita sob medida para o seu dono, para o desenvolvimento dele, por tanto só ele tem o necessário para dar conta dela, é o poder dele. Aquela pessoa precisa daquilo pra desenvolver as habilidades necessárias para dar o próximo passo. Tudo serve ao ser. Tudo agora está a serviço do que está por vir.

Abandonar o que te machuca aqui não é apenas perdoar o erro, é compreender que cada ser humano deu o seu melhor em cada circunstância ainda que pareça pouco, ainda que pareça horrível, que doa, ainda que existisse uma opção “melhor” ao nosso ver. Tudo que aquele ser podia fazer com o conteúdo interno dele, ele fez. Mesmo que você olhe e diga que ele poderia ter pego outro caminho, tomado outra ação ou reagido de outra forma… você não vê o interior do outro, nem as razões do espírito por trás das ações do humano. Você não sabe o que só Deus sabe. Você julga da sua posição, com o seu conteúdo, não do lugar do outro, com a dor do outro, na pele do outro, você não sabe, então você escolhe uma maneira de interpretar o outro, a si mesmo, as circunstancias, as ações e reações. Se é assim, escolha uma interpretação que te faça bem, que te beneficie e te empodere ao invés de uma que te diminua. Escolha uma interpretação que liberte, que não aprisione nem resuma ninguém à um julgamento no seu mundo interno. Que não te amarre em emoções pesadas. Que não te prenda à cadeira da vítima ou do vilão. Para ser livre você precisa se soltar da culpa e do julgamento que te amarra ao outro. Do lado de fora você toma as ações pertinentes a cada situação mas não internaliza a posição de mocinho ou bandido e busca entender porquê seu inconsciente trouxe aquela situação para sua experiência. Quanto mais desenvolvemos a habilidade de agir no mundo externo de acordo com o que determinamos que é melhor e mais humano, e simultaneamente do lado de dentro não nos prendermos ao julgamento, mais livres nos tornamos.

Autorresponsabilidade não é culpa. Se julgar do lugar em que você está agora, quando já sabe onde aquelas escolhas “erradas” te levaram, quando você já aprendeu algo com aquilo é incoerente, até mesmo insano. A consciência que você tem hoje é resultado de todas as suas vivências, aquele era o seu melhor, e te desenvolveu para ser melhor um passo a frente. Abandone a ideia de que você poderia ter feito melhor, com o conteúdo que você tinha aquele foi o seu melhor.

Você está disposto a abandonar a ideia de que não te deram o bastante? De que aquilo que aconteceu foi feito pra te destruir? De que a vida é injusta com você? A vida que o seu Espirito escolheu!

Parece que são pessoas que te machucam

Não são pessoas que te machucam mas a sua ideia sobre o que eles deveriam fazer pra você se sentir ____________em contraste com a realidade. Se você abandonar a ideia de que precisa disso pra se sentir ________ você é livre pra continuar buscando pessoas que tenham determinado trato com você, mas não vai mais sofrer quando se deparar com alguém que não tiver. Você se muda sem se afetar pela mudança, pela dor do que não foi….você é livre pra continuar buscando o trabalho sonhado e todas as coisas que deseja desfrutar mas não sofre por não as ter porque abandonou a ideia de que depende delas pra se sentir_________. As buscas sempre serão contínuas, mas os resultados, cedo ou tarde, podem surpreender. Todo sentimento é uma semente para colheita futura. Escolha uma visão da vida que você tem agora que faça você se sentir bem, o melhor possível, mas continue agindo no mundo material para ter uma vida melhor. Uma coisa não anula a outra, a semeadura acontece simultaneamente no mundo material e imaterial, pelo que você faz, acredita e pelo que você sente.

@interconexão


5 Conselhos Para Eliminar a Mágoa

1 – PASSE A OLHAR O SEU PASSADO COMO UMA OPORTUNIDADE DE APRENDIZADO: Ao invés de acreditar que aconteceram coisas erradas com você no passado, passe a enxergar essas situações como oportunidades de crescimento. Uma dica é utilizar a frase: “Ou eu consigo ou eu aprendo”.

2 – OLHE PARA AS PESSOAS COM COMPAIXÃO: Costumamos ser condenadores vorazes das atitudes alheias e até das nossas. Cobramos atitudes perfeitas e esquecemos que todos tem seus limites. Uma maneira de trabalhar esse “julgador interno” é a compaixão. Comece a olhar as pessoas lembrando que todos tem os seus limites e que todo equívoco nada mais é do que o limite de cada um.


3 – APRENDA A SOLTAR: Nossa mente tem o poder de prender ou de soltar. Tudo que você fixa o seu pensamento você prende no seu emocional. Se as lembranças do passado ainda lhe causam dor, tente assumir o ponto de vista dos dois conselhos anteriores, e se ainda tiver dificuldades pense nas oportunidades que você quer criar em sua vida.

4- NÃO ALIMENTE A VÍTIMA: Todos já nos consideramos injustiçados em algum momento. Porém focar nesse personagem não vai resolver nossos desafios, apenas nos aprisionar como reféns do nosso passado. Sempre lembre que independente do que lhe aconteceu, não é seu passado que determina sua vida é a sua atitude no hoje que molda os seus caminhos. Você não é o refém, é o protagonista!


5 – PRATIQUE A POSITIVIDADE E A GRATIDÃO: Ser positivo não é ser ingênuo, é ser prático e ver o melhor de cada situação. Filtre o que você quer levar com você de suas experiências e seja grato por tudo que viveu. Há situações que são desagradáveis, porém mesmo elas nos são importantes. Seja grato por quem você se tornou e saiba que muitas situações melhores virão.
Marque alguém que sente a necessidade de eliminar suas mágoas.

Alexandro Gruber

A Doença Como Linguagem da Alma

O titulo A Doença como Caminho levou a alguns mal-entendidos. Ele deve ser encarado de maneira absolutamente literal e sem qualquer atributo de valor. A doença é um caminho que pode ser percorrido, nem bom nem mau em si mesmo. O que fazer a respeito depende única e exclusivamente do afetado. Eu vivenciei com uma série de pacientes como eles percorreram
conscientemente esse caminho e puderam constatar retrospectivamente que “seu excesso de peso”, “seu infarto do miocárdio” ou até mesmo “seu câncer” transformaram-se em uma grande oportunidade. Hoje é preciso assumir que foi seu infarto do miocárdio que levou santa Teresa de Ávila a percorrer o caminho que percorreu. Sabemos quão intimamente as visões de Hildegard von Bingen estavam ligadas à sua enxaqueca. Estas duas mulheres extraordinárias evidentemente receberam as mensagens transmitidas por seus sintomas e transformaram suas vidas de maneira exemplar. É isso exatamente o que exige A Doença como Caminho: aprender e crescer a
partir dos próprios sintomas.
Utilizar mal esse conceito e a filosofia que subjaz a ele é um grande mal entendido. O esoterismo não tem nada a ver com a atribuição de culpa, tratando-se, tal como esta explicitado extensamente no primeiro volume, de que cada pessoa é fundamentalmente culpada por ter se separado da unidade. Ser culpado não é uma questão de pequenas ou grandes faltas cometidas na vida cotidiana, mas de algo fundamental. A culpa humana primordial reside no abandono da unidade paradisíaca. A vida neste mundo
de opostos é necessariamente cheia de faltas e serve para que se reencontre o caminho de volta à unidade. Cada falta e cada sintoma significam elementos que faltam para a perfeição, transformando-se em oportunidades de desenvolvimento.


Distorcer o significado da doença para avaliar outras pessoas é um mal entendido sob vários pontos de vista. Ele não pode servir para a atribuição de culpa, já que a culpa primordial foi distribuída há muito e não precisa de nenhuma colaboração humana. Da mesma forma, poderíamos congratular os afetados por suas doenças devido às possibilidades de desenvolvimento e aprendizado nelas contidas. Os assim chamados “primitivos” estão bastante
mais avançados que nós nesse sentido, já que consideram os sintomas da doença como golpes do destino em suas vidas, e os aceitam de bom grado como provas. Em muitas tribos, o candidato a xamã sofre sua doença de iniciação, único meio que pode introduzi-lo em novos campos de experiência. Às vezes esse pensamento é seguido de maneira tão consequente que um
curandeiro somente pode tratar aqueles sintomas que ele mesmo padeceu de corpo e alma. Essa postura é forçosa caso se entenda o curandeiro como sendo um guia de almas pelos mundos interiores, já que, afinal, um guia de viagens deveria conhecer de antemão o país através do qual guia os outros. Entre nós existem somente traços dessa maneira de pensar. Assim, em alemão se reconhece a “cura enviada” (geschickte Heil, do latim salus = Heil) na palavra destino (Schicksal). Dever-se-ia pensar também nas provas de medicamentos dos homeopatas. Nesse caso, o médico penetra de livre e espontânea vontade no âmbito de experiências da doença para reconhecer o
padrão de seu medicamento, ou meio de cura. E finalmente esperamos com razão que um psicoterapeuta tenha viajado extensamente pelos países anímicos próprios e coletivos e que saiba aonde está acompanhando seu paciente. Acusar o fato fundamental e que nos une a todos, o estar doente de uma pessoa, uma difícil época de aprendizado com as correspondentes oportunidades de crescimento, não leva a lugar algum. Isso, pelo menos, não tem nada a ver com “a doença como caminho”, e sim com o desejo de atormentar alguém.
Quem transforma seu dedo indicador em arma e, “interpretando” seus sintomas, incrimina outras pessoas ou culpa a si mesmo em relação a isso, dá a entender além do mais que compreendeu mal todo o principio. O mau uso da interpretação como incriminação, segundo o lema “você está com prisão de ventre porque é um tremendo de um avarento!”, implica no desconhecimento do caráter de sombra que existe em cada sintoma de uma doença. Por definição, sombra é o que é inconsciente para o afetado. Por isso mesmo, a pessoa incriminada dessa maneira não poderá de modo algum aceitar a interpretação. Se ela soubesse que é avarenta, não haveria a menor razão para que tivesse prisão de ventre. A sombra não assume o ataque. Ao contrário, é preciso proceder com extrema cautela neste que é o tema mais difícil de nossa existência. O afetado precisa de toda a sua energia e de muito espaço em termos de ambiente para, de pequeno passo em pequeno passo, descobrir sua relação com o tema expresso no sintoma da doença. Para isso a valoração é tão prejudicial quanto a interpretação é significativa.
Quem culpa a si mesmo dessa maneira deixa igualmente de reconhecer as oportunidades de crescimento da doença. Ver o plano da alma através do sintoma não muda nada nem devido à culpa fundamental nem devido aos fatos concretos do problema em questão. Isso tampouco faz com que uma pessoa se tome melhor ou pior; ela se toma única e exclusivamente mais
sábia e com mais consciência de responsabilidade. Caso se ignore esse conhecimento e a responsabilidade nele implícita, pouco muda, tudo continua como antes. Caso contrário, se assume a responsabilidade pelo próprio destino, a doença transforma-se em oportunidade e possibilita responder às indicações do próprio padrão.
O procedimento para isso não é de forma alguma difícil. Qualquer um pode indicar na superfície do corpo, ou seja, colocar o dedo sobre o lugar que lhe causa incômodos. O objetivo deste livro é relacionar essa experiência com o plano anímico. Apontar com o dedo corpóreo era tão óbvio antes quanto o é agora. Trata-se de colocar o dedo na ferida em sentido figurado. Isso exige coragem, mas nem tanta assim, pois a ferida já está lá. Ela não surge no momento em que se coloca o dedo sobre ela, somente se torna mais consciente. Através desse passo corajoso obtém-se, a longo prazo, a possibilidade de curar-se.

Trecho do livro A Doença como a Linguagem da Alma

Como Limpar Bloqueios Inconscientes

Nossos problemas são construções nossas mas como arquiteto é o nosso inconsciente não nos parece assim.

Nossos hábitos, sentimentos, impulsos, reações e realidade são uma programação do nosso inconsciente, mas nós fomos os programadores em algum ponto do tempo de cada um desses programas. Nossas percepções, julgamentos e emoções são os zeros e uns desse sistema. Nosso sistema operacional escuta e traduz em realidade continua tudo isso o tempo todo.

Mudar nossa realidade começa por mudar a nós mesmos, mas mudar nossos impulsos, formas de pensar e sentir, pontos de vistas fixos e hábitos não é fácil porque eles são enraizados em experiências do passado, geralmente na infância e ramificados conforme outras experiências se desenrolaram após a primeira. Eles vão se solidificando por assim dizer, por conta das vezes que repetimos determinado julgamento, emoção, experiência. A experiência é sempre uma evidência de que estamos certos naquele modo de operar/pensar. Mesmo quando o evento em si é desagradável. Para o subconsciente tem sempre algo pior a espreita do que aquilo que você está reclamando que está vivendo, e o seu “drama pessoal” é na verdade como ele está te protegendo disso.

Quantas vezes você quis acordar mais cedo pra fazer seu dia render mais, ou pra incluir uma nova atividade na sua rotina diária mas acabou acordando no horário de sempre e se sentindo um fracasso depois? Quantas vezes você olhou para aquele seu amigo que acorda seis horas da manhã pra correr antes do trabalho e pensou eu queria ser assim!? Ter essa motivação? A verdade é que você não é um fracasso, apenas tem uma programação diferente e se você quiser o bastante pode muda-la. Mas se não o fizer, (do jeito especifico que quer, como acordar 6 da manhã motivado) você pode certamente eliminar o padrão de se sentir fracassado por não fazer assim. pode mudar sua percepção sobre si mesmo, suas metas e como deve alcança-las. Se você não consegue acordar as 6h bem, durma até o hr que você pode com a gratidão de poder dormir até tal horário ao invés de se recriminar, encontre outros meios de incluir na sua rotina o que você quer. Mas dizer isso é fácil e lógico, agora determinar como se sentir não depende de dizer sinta-se grato.

É preciso encontrar meios de reescrever o programa que corre abaixo da superfície. E não existe um meio, mas existem vários. Umas ferramentas funcionam melhor para umas pessoas do que pra outras, ou funcionam em area da vida, melhor do que outras, e então você pode tentar e quando não funcionar para uma coisa, passar para outra e depois voltar para aquela coisa com outra ferramenta.

PREPARAÇÃO

Abaixo tem um processo inspirado pela Christie Sheldon que você pode experimentar, fica a seu critério fazer diretamente ou gravar com sua própria voz uma meditação guiada seguindo os passos, é um um processo de autoindução, relaxando seu corpo entrando em uma frequência cerebral e cardíaca capaz de facilitar o processo de acessar o subconsciente e trabalhar com ele.

Você também pode gravar a sessão e depois ouvir e tomar notas, como sendo o seu próprio terapeuta, porque você é. Frequentemente pessoas que praticam autoindução durante meditação não conseguem se lembrar de tudo que fizeram no final processo. Isso é bem comum, por isso você pode achar interessante gravar.

Escolha um lugar confortável, garanta que você tenha privacidade e tempo suficiente sem ser incomodado. Se escolher gravar anteriormente, prepare a gravação. Se escolher gravar a sessão prepare o gravador. Sinta-se livre para criar o ambiente que achar mais conveniente(música, aroma, luz).

PROCESSO DE ACESSO E REFRAME PASSO A PASSO

  • PASSO 1 – DEFINA UM PROBLEMA/BLOQUEIO/ tema para trabalhar.
    • Um sentimento, um bloqueio, algo que você não consegue ultrapassar, talvez algo que fique se repetindo na sua vida, um padrão.

O problema é algo consciente mas o que você precisa limpar está abaixo da superfície é o alicerce, a fundação que fica abaixo da terra sustentando a construção do seu problema.


  • PASSO 2 – AUTOINDUÇÃO & CONEXÃO
    • Entre em meditação e se conecte – Um estado de relaxamento físico e mental, um estado de conexão com a luz, com o universo em todas as direções.

Feche os olhos, relaxe e respire de vagar. Visualize energia vindo de cima (do universo/fonte) e de baixo (do centro da terra) e entrando no seu corpo. Preenchido de energia, visualize expandido essa luz de você para o mundo, comece aos poucos, expanda até o ambiente que está, até o bairro, cidade, estado, país, planeta… Assim você esta recebendo e enviando energia simultaneamente. Neste estado você esta pronto para o próximo passo acessar as informações pertinentes a solução do seu bloqueio.

Sendo possível grave sua sessão, você pode achar interessante o que é capaz de lembrar durante o processo e como isso está interconectado ao que você tem manifestado, ao que não consegue fazer ou parar de fazer. E essa conexão muitas vezes você só consegue fazer depois ao escutar o áudio, e então o processo começa a fazer mais sentido, e você se torna especialista de si mesmo, se tornando cada vez mais fácil encontrar a raiz dos seus padrões e bloqueios.


  • PASSO 4- FAÇA PERGUNTAS:

Pra esse processo você vai dizer a primeira coisa que vier a mente logo após a pergunta. NÃO É PARA TENTAR LEMBRAR NADA. Apenas trabalhe com o que vier naturalmente, com o que você sente e com o que você acha que parece ser a resposta.

  • EU ESTOU SENTINDO ISSO____ COM QUANTOS ANOS EU SENTI ISSO PELA PRIMEIRA VEZ? (leve o sentimento/frustação para esse centro e pergunte)
    • Você pode focar no tema e começar a fazer perguntas para se conectar com a emoção.
      • EX: Seu problema é querer/precisar perder peso, ou para de comer um certo tipo de alimento, mas não consegue.
    • Você poderia se perguntar: Qual idade eu senti/ entendi que eu precisava comer esse tanto? quando eu entende que era bom e seguro pra mim comer esse tanto ou esse tipo de comida? Quando eu entendi que era seguro pra mim estar sempre acima do peso? Quando eu entendi que isso me protegeria e me manteria seguro?
  • QUEM ESTAVA ENVOLVIDO?
    • DE QUEM EU ESTOU REPLICANDO ISSO ? De quem copiei/modelei isso? ou quem eu estou corrigindo com isso? Meu pai? minha mãe? meus avós? eu mesmo?
    • De modo geral na infância aprendemos observando e nos definimos como julgamos o que observamos. Então você pode estar modelando alguém ou fazendo o extremo oposto daquela pessoa, caso você tenha julgado ela errada, ou tenha sentido alguma dor a partir de um modo de ser dela.
  • QUAIS SENTIMENTOS e/ou JULGAMENTOS ESTÃO LINKADOS A ISTO?
    • Neste momento pode ser que você tenha se lembrado de um determinado evento do passado, assim observe todos os sentimentos do seu eu de X anos (a idade que veio na pergunta 1) mesmo que isso não tenha acontecido e você não lembre de um evento especifico apenas se concentre em você com aquela idade, (imagine, ok eu tenho 8 anos como eu me sinto sobre isso)
    • Pode ser medo, carência, vazio etc…apenas reconheça esse pacote de informações psicoemocionais porque podem ser várias emoções.
  • ONDE ESSA ENERGIA ESTÁ CONDENSADA NO MEU CORPO E/OU EM TORNO?
    • Sinta ou visualize onde isso parece que está, em qual parte do seu corpo?
    • APENAS DIGA O QUE VOCÊ ACHA. A PRIMEIRA COISA QUE VIER NA SUA MENTE, e trabalhe com isso como sendo verdadeiro. Quanto mais vezes fizer esse processo, mais confiança em sua capacidade de ver/sentir/reconhecer você desenvolve e fica mais fácil.

  • PASSO 5LIMPEZA
    • VISUALIZE A LUZ ENTRANDO NESSA PARTE DO CORPO E DESINTEGRANDO AQUELE BLOCO.
    • Diga eu limpo e transmuto através de todos os tempos, dimensões, espaço e realidade.
    • Se você tem outros comandos de limpeza que já utiliza pode tentar com eles também, como o do Access Consciousness.

  • PASSO 6 – SE ABRINDO PARA RECEBER NOVAS POSSIBILIDADES E PARA NOVAS FORMAS DE SER
    • SE ABRA PARA A MUDANÇA DE PADRÃO COM NOVAS PERGUNTAS
    • O QUE ME LEVARIA A …

Exemplo: O que me levaria a pesar… ? O que me levaria a comer apenas o suficiente? O que me levaria a gostar de alimentos saudáveis? O que me levaria a ser mais saudável? A me sentir seguro e a salvo comendo apenas essa quantidade que meu médico definiu? A me sentir protegido e seguro fazendo isso(…) que eu preciso fazer?

O que me levaria a praticar esse exercício até eu ficar tão bom nele que eu faria em qualquer lugar, sobre qualquer circunstância, sempre que eu precisar? O que me levaria a encontrar a ferramenta/técnica mais adequada pra acessar o potencial da minha mente? mudar o como sinto sobre? Enfim…


Para aqueles que escolheram gravar a sessão, o último passo é escutá-la, anotar os pontos chaves e ver como eles se relacionam com os bloqueios no presente que escolheu tratar. Isso vai ajudar a treinar o seu ouvido e a sua mente para perceber essas conexões intuitivamente. Quando você tiver um novo problema e já estiver treinado nessa leitura as chances são de você já começar a perceber o que está abaixo da superfície, com você e com os outros. E compreendendo isso se torna mais fácil prestar atenção nas informações que você está oferecendo dia a dia ao seu sistema. Uma vez que se entende como isso vai ser registrado é mais fácil alterar a percepção imediatamente no presente para não programar mais do que não deseja. Agora isso não é obrigatório, você pode tranquilamente fazer a limpeza sem analisar a causa raiz. Mas alguma pessoas gostam de compreender como essa manifestação se dá.

Tente e nos conte qual foi a sua experiência!


Sessão de Limpeza Akáshica Gratuita para a Prosperidade

Quando você muda uma crença arraigada, aprende uma lição de vida, domina um desafio ou cresce e evolui na consciência, você está essencialmente mudando todas as outras versões de “você” também. Este conhecimento é então registrado nos Registros Akáshicos para todos os outros para, então, acessarem subconscientemente, para que também possam se beneficiar se assim desejarem.

Os registros estão em toda parte porque esses registros estão codificados em cada uma de suas células, cada fio de DNA de cada ser e, no entanto, não é físico. Não é um lugar, mas um estado de espírito ou realidade vibracional. Todos os seres têm acesso a esses registros, não há exceções. Tudo o que se interpõe entre você e o acesso a esses registros conscientemente é a sua vibração, ressonância e frequência.

As sessões a seguir são sessões de limpeza em grupo da terapeuta Patricia Missakian, você pode conhecer os cursos/terapias oferecidos por ela logo abaixo e experimentar uma das sessões gratuitas

Limpeza Akáshica Com Foco em Prosperidade

Essa sessão abre espaço par ver ao que a vida está te convidando, qual é o próximo passo. Limpa energia de medo de rejeição consciente ou inconsciente, medo de aparecer, de compartilhar com o mundo os seus dons, autosabotagem, memórias de rejeição e abandono, bloqueios no relacionamento com dinheiro, resistência de fazer o que precisa fazer, vergonha de pedir (“se vender” no sentindo de oferecer o seu serviço) limpa bloqueios em receber, ressentimento, culpa e vergonha em relação ao dinheiro, limpando contratos. Harmoniza a energia de dar e receber. Desperta senso de valor

Sessão De Limpeza Akáshica Cura individual e planetária:

Essa sessão limpa a energia de hesitação, o medo, acordos do passado de não acessar a intuição e/ou de duvidar dela, ressentimento, dúvidas, culpa consciente ou inconsciente, a procrastinação e as suas “desculpas”, a insegurança e o medo de oferecer os seus serviços. Limpa memórias de julgamento. Limpa os bloqueios que você está pronto para liberar. Desperta a paz interior e a energia de possibilidades.

Aprofunde Sua relação com os Registros Akáshicos :

Acesse os seus Registros Akáshicos

Self Healing

  Você experimentará técnicas para se tornar adepto não apenas de ouvir seu corpo, mas de finalmente liberar crenças, bloqueios e emoções que estão presas em seu corpo.

Confiar e Fluir

A maioria das pessoas não decifrou o código para manifestação porque
estão vindo de um lugar de falta. Nesta experiência, criaremos espaço para o SER, que elevará sua vibração para se alinhar com as de seus desejos

Os 4 Arquétipos e Estações do Ciclo Menstrual

“Quando tentamos nos forçar a ser lineares e constantes, a ser as mesmas mulheres alegres, extrovertidas e produtivas todos os dias, estamos nos preparando para nos sentirmos fracassadas – e para suspeitar que perdemos a cabeça em certos momentos do mês. Lembre-se, as mulheres em nossa sociedade são socializadas para sempre serem simpáticas, cuidadoras, sempre se doarem e nunca mostram insatisfação. Talvez a melhor maneira de perceber suas emoções pré-menstruais é reconhecer que é um momento em que você finalmente se permite expressar as frustrações que a sociedade espera que você reprima.” -Toni Weschler

Sim, mulher é de Lua! Intrinsicamente cíclica! O ciclo feminino compreende quatro fases de acordo com as quatro fases da lua, tendo aproximadamente 28 dias e pode variar entre 24 e 35 dias, podendo ser dividido em: fase pré-ovulatória, fase  ovulatória, fase pré-menstrual e fase menstrual. Essas fases e suas energias ainda se relacionam com as estações do ano e com os arquétipos da donzela, mãe, feiticeira e anciã.

Semana 1: Inverno interno –  Por volta do dia 1-6 do seu ciclo menstrual, quando você está sangrando.
Semana 2: Primavera Interior – Por volta do dia 7 a 13, quando você está na fase de pré-ovulação.
Semana 3: verão interno – por volta do dia 14-21 durante a fase de ovulação.
Semana 4: Queda interna – Por volta do dia 22-29 durante sua fase lútea , pré menstrual(desaceleração novamente).

Cada mulher é única. Você pode acabar tendo um ciclo mais curto ou mais longo, o que incorpora uma certa estação/arquétipo mais longa do que as outras ao longo de cada mês. A Lua que o seu ciclo se relaciona no inicio pode ser outra, e você pode se sentir desconectada da lua, mas ao rastrear seu ciclo ele começa naturalmente a se alinhar ainda que de forma única. Após algumas mandalas a relação da sua fase cíclica com a fase da lua fica mais clara.

Semana 1 – A Anciã e o Inverno

  • Temporada: Inverno
  • Arquétipo: Mulher Sábia / Velha /anciã/bruxa
  • Fase de Sangramento – Menstruação
  • Lua nova

No período menstrual entramos no arquétipo da Anciã e na fase do inverno. Este é o primeiro dia em que você começa a sangrar e é a primeira semana do seu ciclo.

A fase de sangramento do ciclo é o momento em que nossa energia e hormônios estão baixos o tempo todo, temos menos energia física, nossa força está voltada para dentro. A maioria das mulheres, quando possível, descansam mais nos primeiros dias da sua “lua”. Nesse período podemos ter uma maior abertura para o inconsciente, nossas memórias e energias ancestrais, é um período de recolhimento em que precisamos entrar em nosso espaço sagrado.

De acordo com a sabedoria das mulheres antigas, a fase da anciã é uma época em que o véu entre os mundos se tornam mais tênues. Diz-se que uma mulher em sua lua é mais poderosa e tem um acesso mais profundo à sua própria sabedoria. Em tempos mais antigos, as mulheres se separavam dos homens durante o período de sangramento para se reunir em cabanas ou tendas menstruais para se renovar e se sintonizar com o mundo espiritual.

O inverno é uma época de reflexão interior, uma época de morte metafórica.

Hibernação e repouso são duas qualidades do inverno que caracterizam com precisão o que é esta fase para uma mulher. O inverno interno não é uma época para dar aos outros, mas para nós mesmas. Aprender a amar a si mesma durante esse período e respeitar seus limites é o comportamento mais saudável que podemos adotar para nós mesmos e nossa família. 

Durante o período de inverno também aprendemos a deixar ir, é a fase de renovação e limpeza do que foi e do que não foi, para abrir espaço para o que pode ser, é o fim e o começo. 

Palavras-chave: Paz e sossego, descanso, tempo sozinho, dê-me espaço, aconchego, não estou disponível para você agora, sensibilidade, sabedoria, criatividade, desapego, renovação. 

Deusas e orixás relacionadas: Kali, Héstia, Nanã, Hécate

Semana 2 – A Donzela e a Primavera

  • Temporada: Primavera
  • Arquétipo: A Deusa, A Donzela
  • Fase pré-ovulatória -folicular
  • Lua crescente

Após o fim da menstruação, entramos na fase pré-ovulatória. Durante essa fase, o hormônio estradiol (um estrogênio) está subindo e os níveis de energia começam a voltar. Podemos nos sentir mais dispostas, extrovertidas, energizadas e ativas fisicamente.

Pense em como você se sente na primavera!

 Conforme a mulher entra em sua fase interna da primavera, ela está pronta para voltar ao mundo no arquétipo da Donzela, com uma energia mais solar e ativa. Como uma predisposição a ação. Este é o momento ideal para dedicar tempo aos nossos projetos, aprendizado e execução. 

Deusas e orixás relacionadas: Ártemis, Atenas, Ewá, Onirá

Palavras-chave: Renascimento, renovação, recomeço, produtivo, focado, independente, aprendendo, forte, capaz de enfrentar desafios, fisicamente energizado, concentração, execução, entusiasmo. 

Semana 3 – o Arquétipo da Mãe e o Verão

  • Temporada: Verão
  • Arquétipo: Mãe
  • Fase de Ovulação – fértil
  • Lua cheia

A fase de verão é quando as coisas começam a esquentar – literal e metaforicamente. Esta é a terceira semana do ciclo menstrual, onde ocorre a ovulação.

Eu amo o paralelo do corpo à terra em O Jardim da Fertilidade: “Como a superfície da terra, uma mulher em idade fértil passa por fases de resfriamento e aquecimento, que por sua vez criam umidificação e secagem, Sua fase fértil é seu próprio verão abafado. Este é um tempo de amadurecimento e de realização – seja a vida ou a criação frutífera de seus esforços. É uma fase altamente produtiva, cheia de energia, impulso criativo e sexualidade . A lua cheia redonda espelha o ovo. É a manifestação da lua escura. Irradiando sua energia para fora e conectando-se com a comunidade está no cerne desta fase. 

Durante a fase fértil, os níveis de estrogênio atingem o pico e a glândula pituitária secreta o hormônio luteinizante, causando a ruptura de um óvulo maduro do folículo e do ovário, resultando na ovulação. Sua temperatura corporal será maior nesse período por isso é a fase do verão interno.

Durante a fase ovulatória, manifestamos o arquétipo da Mãe que confere uma energia de nutrição externa, nos tornando mais disponíveis para os outros e para as nutrir as nossas relações. É uma fase altamente produtiva pois a energia sexual está bem ativa nessa fase solar, conferindo não só mais desejo sexual, libido, mas também tesão por fazer as coisas que são necessárias e socializar. É uma fase de vitalidade, criatividade, comunicação, sexualidade e receptividade.

  • algumas pesquisas sugerem que a ovulação é a melhor hora para pedir o que você quer – seja do seu parceiro, ou pedindo um aumento no trabalho por exemplo.

Deusas e orixás relacionadas: Deméter, Isis, Oxum, Iemanjá, Amaterasu, Afrodite

Palavras-chave: externo, expressivo, sedutora, criativa, lúdico, comunidade, construção de relacionamento, serviço, nutrir, amor, sexualidade, criar, construir, libido.

Algumas características ajudam a identificar o período da ovulação:

  • Leve desconforto ou dor abdominal
  • Fluido cervical: inicia seco e vai se tornando cada vez mais úmido, até parecer água. Quanto mais fluido, mais perto da ovulação você está.
  • Inchaço das mamas.
  • A temperatura aumenta e volta a cair no primeiro dia da próxima menstruação.

Semana 4 – A Sacerdotisa e o Outono

  • Temporada: Outono
  • Arquétipo: Mulher Selvagem / Sacerdotisa / Feiticeira
  • Fase Lútea – Pré-menstrual  
  • Lua minguante – geralmente

O outono é a quarta semana do seu ciclo e é aqui que as coisas começam a desacelerar. É  hora de ir diminuindo o ritmo e se preparando para a menstruação.

Depois da ovulação, o folículo vazio se torna o corpo lúteo, que permanece na superfície do ovário e produz progesterona para revestir o endométrio. A progesterona também faz com que a temperatura se torne mais quente e o fluido cervical seque. Caso a implantação não ocorra, após uma média de 14 dias, no máximo de 16 dias, o corpo lúteo se desintegra e seu revestimento uterino é liberado, desencadeando no período menstrual.

Este é um momento dinâmico que se altera gradualmente à medida que a fase avança. Sua lua interior se afasta do calor do verão interior e se move para a longa expiração do início do outono . Durante essa fase, sua intuição se intensifica e você pode desejar nutrição espiritual, um tempo sozinha, rituais de autocuidado e comunicação autêntica mais do que um toque físico . Preste muita atenção às suas emoções e reconheça-as. Isso diminui a probabilidade de ser expresso pelo corpo como um sintoma. Essa fase pode ser a mais dramática de todas e ter o maior impacto em nossa vida diária.

Muitos profissionais da saúde da mulher afirmam que a TPM é um sintoma de nossos tempos. Embora possamos tentar ignorar as necessidades de nosso corpo, nossa conversa corporal geralmente fica mais alta como resultado e se manifesta como extrema irritabilidade e fadiga, cólicas, entre outros sintomas.

Deusas e orixás relacionadas: Cerridwen, Morgana,  Baba Yaga, Obá, Yansã

Palavras-chave:  energia baixa, hormônios caindo, mais espaço, peça menos de mim, não quero dar agora, temperamental, menos foco e concentração, quero criar, menos coordenado, mentalmente criativo, criatividade ativa e intensificada, assertiva, estratégica. 


Muitas mulheres sentem que não têm nenhuma conexão com a lua. Quando começam a observá-la regularmente, o ciclo pode começar a se sincronizar com a lua. E isso é único, será a sua lua e não necessariamente será igual para todas, a mesma fase da lua, a mesma fase do ciclo. Mas ficará claro pra você a relação.

Essa é a conexão inegável que existe entre o corpo feminino e a lua, que está além da compreensão mental, que é a sabedoria esotérica da experiência feminina por causa de sua capacidade de sangrar.

Nossa conexão com a lua nos desperta para a sacralidade da menstruação e nos lembra que sangrar com a lua, circular com os ritmos da terra, faz parte da experiência de nascer mulher. Este é o rito nascimento milagroso e misteriosa de todas as mulheres. Quando você começa a traçar sua menstruação em relação à lua, você começa uma viagem para dentro de si. Você se dá conta de que seu corpo, como a Terra, está conectado a um padrão universal atemporal que é maravilhado desde o início.

Se você deseja se aprofundar Miranda Gray, no livro Lua Vermelha e Descubra as Deusas dentro de você resgata os ensinamentos sobre os arquétipos femininos durante cada fase.

No artigo Mulheres de lua você pode aprender sobre e baixar a Mandala Lunar Menstrual para rastrear seu ciclo, analisa-lo e compreender mais de si mesma conforme passa por cada fase do ciclo.


Recursos para Mulheres trabalharem o Sagrado Feminino

Você deseja viver plenamente como a mulher apaixonada, espiritual, poderosa, amorosa, criativa e sensual que você sabe que realmente é?

O Arquétipo Mãe por Carl Jung

Foto por Daria Obymaha em Pexels.com

Como qualquer outro arquétipo, o arquétipo mãe aparece sob uma variedade quase infinita de aspectos.

Menciono aqui apenas algumas das mais características.

Os primeiros em importância são a mãe e a avó pessoais, madrasta e sogra; então, qualquer mulher com quem exista um relacionamento – por exemplo, uma enfermeira ou governanta ou talvez uma ancestral remota. Depois, há o que poderia ser chamado de mães em sentido figurado. A essa categoria pertence a deusa, e especialmente a Mãe de Deus, a Virgem e Sophia. A mitologia oferece muitas variações do arquétipo da mãe, como por exemplo a mãe que reaparece como donzela no mito de Deméter e Kore; ou a mãe que também é amada, como no mito de Cybele-Attis. Outros símbolos da mãe, em sentido figurado, aparecem nas coisas que representam o objetivo de nosso desejo de redenção, como o Paraíso, o Reino de Deus, a Jerusalém Celestial.

Muitas coisas que despertam devoção ou sentimentos de reverência, como, por exemplo, a Igreja, universidade, cidade ou país, céu, terra, floresta, mar ou qualquer água parada, importam mesmo, o submundo e a lua, podem ser símbolos da mãe.

O arquétipo é freqüentemente associado a coisas e lugares que representam fertilidade e fecundidade: a cornucópia, um campo arado, um jardim.

Pode ser anexado a uma rocha, uma caverna, uma árvore, uma fonte, um poço profundo ou vários vasos, como a pia batismal, ou flores em forma de vaso, como a rosa ou o lótus.

Devido à proteção que implica, o círculo mágico ou mandala pode ser uma forma de arquétipo mãe.

Objetos ocos, como fornos e recipientes de cozimento, estão associados ao arquétipo mãe e, é claro, ao útero, yoni e qualquer outra forma semelhante. Adicionado a esta lista, existem muitos animais, como vaca, lebre e animais úteis em geral.

Todos esses símbolos podem ter um significado positivo e favorável ou um significado negativo e maligno. Um aspecto ambivalente é visto nas deusas do destino (Moira, Graeae, Norns).

Os símbolos do mal são a bruxa, o dragão (ou qualquer animal devorador e entrelaçado, como um peixe grande ou uma serpente), o túmulo, o sarcófago, águas profundas, morte, pesadelos e truques (Empusa, Lilith, etc.). Esta lista não está, é claro, completa; apresenta apenas as características mais importantes do arquétipo mãe.

As qualidades associadas a ela são solicitude e simpatia maternas; a autoridade mágica da mulher; a sabedoria e exaltação espiritual que transcendem a razão; qualquer instinto ou impulso útil; tudo o que é benigno, tudo o que estima e sustenta, que promove o crescimento e a fertilidade.

O lugar da transformação mágica e do renascimento, junto com o submundo e seus habitantes, é presidido pela mãe.

No lado negativo, o arquétipo da mãe pode conotar qualquer coisa secreta, oculta, sombria; o abismo, o mundo dos mortos, tudo o que devora, seduz e envenena, que é aterrorizante e inevitável como o destino.

Todos esses atributos do arquétipo mãe foram totalmente descritos e documentados em meu livro Symbols of Transformation.

Lá, formulei a ambivalência desses atributos como “a mãe amorosa e terrível”. Talvez o exemplo histórico da natureza dual da mãe mais familiar para nós seja a Virgem Maria, que o arquétipo da mãe não é apenas a mãe do Senhor, mas também, de acordo com as alegorias medievais, sua cruz.

Na Índia, “a mãe amorosa e terrível” é o paradoxal Kali. A filosofia Sankhya elaborou o arquétipo mãe no conceito de prakrti (matéria) e atribuiu a ele os três gunas ou atributos fundamentais: sattva, rajas, tamas: bondade, paixão e escuridão.

Estes são três aspectos essenciais da mãe: a bondade que nutre, a emocionalidade orgiástica e as profundezas da Stygian.

A característica especial do mito filosófico, que mostra Prakrti dançando diante de Purusha, a fim de lembrá-lo de “conhecimento discriminador”, não pertence ao arquétipo da mãe, mas ao arquétipo da anima, que na psicologia de um homem sempre aparece invariavelmente. , misturado com a imagem da mãe.

Embora a figura da mãe, tal como aparece no folclore, seja mais ou menos universal, essa imagem muda acentuadamente quando aparece na psique individual. No tratamento de pacientes, a princípio, ficamos impressionados e de fato presos pelo aparente significado da mãe pessoal.

Essa figura da mãe pessoal aparece tão grande em todas as psicologias personalistas que, como sabemos, elas nunca foram além, mesmo em teoria, a outros fatores etiológicos importantes. Minha visão difere da de outras teorias médico-psicológicas, principalmente porque atribuo à mãe pessoal apenas um significado etiológico limitado.

Ou seja, todas as influências que a literatura descreve como exercidas sobre os filhos não provêm da própria mãe, mas do arquétipo projetado sobre ela, que lhe dá uma base mitológica e a investe em autoridade e numinosidade. Os efeitos etiológicos e traumáticos produzidos pela mãe devem ser divididos em dois grupos:

(1) aqueles que correspondem a traços de caráter ou atitudes realmente presentes na mãe; e (2) aqueles que se referem a traços que a mãe apenas parece possuir, sendo a realidade composta por projeções mais ou menos fantásticas (ou seja, arquetípicas) sobre a mãe. Parte da criança.

O próprio Freud já havia visto que a verdadeira etiologia das neuroses não se encontra em efeitos traumáticos, como ele inicialmente suspeitava, mas em um desenvolvimento peculiar da fantasia infantil.

Isso não significa negar que esse desenvolvimento possa ser rastreado até influências perturbadoras que emanam da mãe.

Eu mesmo estabeleci como regra procurar primeiro a causa das neuroses infantis na mãe, pois sei por experiência que uma criança tem muito mais probabilidade de se desenvolver normalmente do que neuroticamente, e que, na grande maioria dos casos, causas definidas de distúrbios podem ser encontrado nos pais, especialmente na mãe.

O conteúdo das fantasias anormais da criança só pode ser referido à mãe pessoal, em parte, uma vez que muitas vezes contêm alusões claras e inconfundíveis que possivelmente não poderiam ter referência a seres humanos. Isso é especialmente verdadeiro no caso de produtos definitivamente mitológicos, como é o caso das fobias infantis, nas quais a mãe pode aparecer como uma fera selvagem, uma bruxa, um espectro, um ogro, um hermafrodita e assim por diante.

Deve-se ter em mente, no entanto, que essas fantasias nem sempre são de origem mitológica inconfundível e, mesmo que sejam, nem sempre podem estar enraizadas no arquétipo inconsciente, mas podem ter sido ocasionadas por contos de fadas ou observações acidentais.

Uma investigação completa é, portanto, indicada em cada caso. Por razões práticas, tal investigação não pode ser feita tão prontamente com crianças quanto com adultos, que quase sempre transferem suas fantasias para o médico durante o tratamento – ou, para ser mais preciso, as fantasias são projetadas automaticamente sobre ele. Quando isso acontece, nada se ganha por ridicularizá-los, pois os arquétipos estão entre os ativos inalienáveis ​​de toda psique.

Eles formam o “tesouro no reino dos pensamentos sombrios”, do qual Kant falou, e do qual temos amplas evidências do arquétipo mãe nos incontáveis ​​motivos do tesouro da mitologia.

Um arquétipo não é, em nenhum sentido, apenas um preconceito irritante; só se torna quando está no lugar errado.

Em si mesmas, imagens arquetípicas estão entre os valores mais altos da psique humana; povoaram os céus de todas as raças desde tempos imemoriais.

Descartá-los como sem valor seria uma perda distinta. Nossa tarefa não é, portanto, negar o arquétipo, mas dissolver as projeções, a fim de restaurar seus conteúdos ao indivíduo que os perdeu involuntariamente, projetando-os fora de si. ~

Carl Jung; Quatro Arquétipos: Mãe, Renascimento, Espírito, Malandro

Livros de Carl Jung:


Outros livros interessantes:

Como Você Cria a Realidade Através de Suas Percepções

A percepção é baseada em nosso modelo de mundo construído pela mente, de modo que a vida reflete nossas crenças e opiniões. Sua visão de mundo criou tudo a sua volta.

A maneira como você percebe um fato é relativo não absoluto. Você percebe o mundo através do seu próprio filtro, cheio de coisas predeterminadas por você desde a sua infância ou gestação. Em suma, a percepção equivale à soma do seu condicionamento passado.

COMO A COCRIAÇÃO ACONTECE

O poder é seu e tudo é sobre você! Você cocria suas experiências com as pessoas que fazem parte dela. Elas respondem ao que você emite/pede energeticamente e vice e versa. Logo alguma coisa no seu banco de dados/campo energético, estava emitindo uma predisposição a tal evento e X comportamento do outro e você atrai pessoas predispostas a atuar nesse cenário e vice e versa.

Sempre vai existir em algum nível uma permissão ou solicitação. Assim as coisas parecem acontecer conosco e com fulano. Porém é uma cocriação de todos os envolvidos, por uma razão subconsciente que desconhecemos no momento (mas que pode ser desvendada). E ainda uma razão maior, do espírito que nos tem e determinou o que seria desenvolvido nesta vida. Com base nesta determinação é que escolhemos inicialmente nossa família, aquela que nos daria as condições primárias necessárias a este desenvolvimento. Então entendesse que algumas coisas nós simplesmente teremos que passar, mas a maneira que lidamos com elas, (com sofrimento ou paz) depende inteiramente de nós enquanto humanos. Depende da percepção e da inteligência emocional de cada um.

Na Teoria Holoinformacional na qual o cérebro e o universo são compreendidos como sistemas informacionais interconectados, tudo é informação e o todo está nas partes, assim como cada parte está no todo. Toda informação está portanto disponível no campo holográfico.

Todo mundo tem seu banco de informações particular que também e é conectado ao consciente coletivo neste campo holográfico. Todos os campos são interconectados, o que já vem sendo estudado há algum tempo como no estudo do heart math sobre o campo magnético do coração. Sabe-se que esses campos entram uns nos outros ao convivermos ou cruzarmos com outras pessoas e trocam informações.

Existe por meio sutil e energético toda uma troca de informações. Uma conversa entre esses bancos de dados buscando aquilo que é correspondente, que é comum a ambos para cocriar determinadas experiências por razões particulares ou coletivas. Onde predispostos se atraem por coerência de informação magnética/energética. Da mesma forma essa comunicação busca por um alinhamento entre os campos. Quando alguém é intuitivo ou seja recebe de alguma forma essa informação lida no campo externo, ela pode saber a coisa certa para falar para determinada pessoa em determinada situação para um certo resultado.

Tal como a música não pode ser localizada no piano, e sim em todo o campo ressonante que o circunda, as memórias de um indivíduo não estão localizadas somente no cérebro, mas também no campo de informação holográfica que o envolve!

Essa predisposição e cocriação é feita de maneira inconsciente e automatizada, como um programa rodando sem parar. Mas ele é programado por você através das suas percepções, seus julgamentos e emoções. Todas as crenças que você tomou como verdade absoluta no seu banco de dados. Tudo que você tem ou que te faz falta tem um porquê que mora lá.

você pode entender mais sobre isso estudando a conexão cérebro coração e o sistema emocional.

REALIDADE SUBJETIVA

Um mesmo livro será lido por milhares de pessoas e cada uma terá uma leitura abstrata da mesma história e desenhará os mesmos personagens de maneiras diferentes em suas mentes. Uns se identificam com um personagem e outros leitores com outros. Uns vão desejar que o mocinho fique com a mocinha, outros vão querer dar um final feliz ao vilão. Cada um vai ler o livro com seu próprio filtro particular que contém a sua visão de mundo.

“Tudo o que você vê, ouve ou experimenta de alguma forma é específico para você. Você cria um universo ao percebê-lo, então tudo no universo que você percebe é específico para você. ” – Douglas Adams

Todo mundo tem uma realidade subjetiva diferente. Nada está totalmente certo e nada está totalmente errado. Uma mesma cena presenciada por 10 pessoas diferentes terá 10 interpretações diferentes. Cada variação da experiência (nossa realidade subjetiva) conta parte da história, nenhuma conta a história completa. 

“Todas as coisas estão sujeitas a interpretação. Qualquer interpretação que prevalecer em um determinado momento é uma função do poder e não da verdade. ” – Friedrich Nietzsche

Embora a percepção seja individual o filtro com o qual cada pessoa forma sua visão de mundo pode ser influenciado por aquilo que se pode comprar como verdade dos outros e do consciente coletivo. Você observa e copia desde bebê, assim aprende expressões faciais e corporais, aprende a falar, a andar e a comer, copiando, imitando o comportamento daqueles próximos a você. Modelos de pensamento, reação e ação também podem ser aprendidos assim.

Segundo a ciência nós construímos modelos de percepção e depois tendemos a repetir esses modelos com experiências futuras. Nesse caso o mesmo caminho neural seria ativado, mesmo ritmo cardíaco, mesmas secreção hormonal e por conseguinte mesmos sentimentos e pensamentos, ou seja mesmas reações.

Quando olhamos para um objeto, paisagem ou pessoa, tomamos consciência do que estamos vendo combinando os estímulos sensoriais reais imediatos, obtidos pela nova visão do momento, com comparações com imagens armazenadas na nossa memória. Isto significa que uma experiência única pode moldar nossas percepções de experiências futuras. Então você olha para seu presente através das percepções do passado.

FATO X PERCEPÇÃO

Um fato é alguém cortar fulano no trânsito. Percepção é quando você olha para isso e julga um lado como certo e outro como errado, e sente raiva de um e pena do outro. Isso faz de um grande e do outro pequeno. Como se o João que cortou o Joãozinho no trânsito estivesse fazendo algo contra a vontade do outro. Aparentemente pode ser. Mas tudo não é cocriado? Cada um não cria a sua realidade? Então? o João criou a dele e o Joãozinho não? Ele é um coitadinho sem poder nenhum? Não. Exite uma correspondência energética, e um estava predisposto para o outro e juntos cria-se o evento. E você que nesse cenário está assistindo, também. Você se identifica com um personagem e com um modelo de pensamento que colocou aquele cenário na sua frente e ele te afeta pois você da esse poder a ele.

Assumindo que você não sabe, só a fonte sabe( ou só Deus sabe)

Sua percepção cria a sua realidade pois é com ela que você julga eventos, pessoas e coisas. Com esses julgamentos você cria vilões e mocinhos e dependendo de com quem se identifica incorpora o personagem e assim os outros farão na sua vida. E quando você resume uma pessoa à errada exclui muita coisa de si mesmo e da sua vida que podem vir a lhe faltar. Uma pessoa não é só o erro que cometeu, assim como não se sabe qual o fundamento energético que criou aquele cenário.

Você não precisa julgar alguém para não fazer igual. É apenas uma escolha. Entrar no jogo do julgar apenas cria limitação e bloqueios na sua vida.

Somos dualistas, e aprendemos a julgar, certo ou errado, bom ou mau etc, o que excluí muita coisa de nós e de nossas vidas. Porque então dizemos/acreditamos que sabemos a verdade, sabemos o que é certo e errado, e temos razão.

E se você tivesse que abrir mão de ter razão para encontrar a paz?

COMO SE FORMA A BASE DAS SUAS PERCEPÇÕES, SUA VISÃO DE MUNDO

No modelo de Pribram, a experiência passada constrói dentro de nós um conjunto de padrões familiares que são estabelecidos e mantidos nas redes neurais. As entradas para o cérebro dos ambientes externo e interno contribuem para a manutenção desses padrões.

As “experiências passadas” agem como um quadro de referência para os novos estímulos, ou quadros-objeto.

Sua visão de mundo é o filtro com o qual você percebe todos e cada evento da sua vida. Ele vem sendo construído desde a gestação.

Cada percepção que você teve daqueles que te geraram e criaram você, do relacionamento, da situação financeira, da história deles de modo geral, afeta a sua vida hoje. E você teve uma percepção com uma mente infantil, sem todo o conhecimento abstrato que você tem agora. O Bebê/criança toma como verdade cada uma dessas percepções e vai tomando decisões por um amor insano. Insano porque não entende as variáveis, não consegue separar o concreto do abstrato. Ele pode assimilar por exemplo que amor tem dor, então ou esse adulto vai machucar ou se deixar ser machucado, mesmo que conscientemente diga que não é isso que quer, porque lá na base da programação dele está que isso é amor. É insano porque hoje ele vê o amor como carinho, cuidado, acolhimento e busca isso. Mas não pode ter porque o subconsciente que não julga apenas registra os seus julgamentos confia na base da programação, olha para o passado lembra buscando referencia lembra? Então ele busca lá atrás se isso é certo, bom e seguro pra você, e com aquela informação define o que é possível e disponível. E com aquilo que é disponível que você experimenta, ele então registra como você percebe e julga essa experiência e somatiza aquela informação antiga e cria novas sementes pro futuro, pra validar a sua percepção atual que então será passado. Esse é o ciclo.

Vamos citar um exemplo que serve tanto para o útero quanto para a infância:

Vamos supor que você observa seus pais e percebe um dando muita atenção ao outro, sendo super carinhoso, cuidadoso, tendo olhos só para aquela pessoa, etc, e sente que o outro está se sentindo sufocado, que tudo que ele quer é espaço. Você então acredita que tudo aquilo está causando uma dor em um dos seus pais. E você deseja que pare.

Aí você acha com a mente de hoje algo como isso: “ah beleza então meu subconsciente entendeu que eu quero essas coisas na medida certa, sem sufocar.” Até parece!

Ele entendeu o que você entendeu naquele momento, que neste caso para exemplo pode ser. “Deus me livre isso na minha vida.” Se não é bom para mamãe, não é bom pra mim.” E passa a julgar o pai como errado, afinal ele está causando “dor” na mamãe. NA SUA PERCEPÇÃO. Percepção essa infantil.

Aí você cresce, aprende outras coisas, desenvolve o pensamento abstrato seja a analisar além do que você está vendo e passa a querer alguém na sua vida que te trate com carinho, atenção e que olhe só pra você. E o seu subconsciente que é programado para te proteger e te dar o que você quer, diz assim: Você ta maluco! Deixa que eu te protejo desse perigo. Eu vou te trazer o que você no fundo realmente deseja e acha correto. Que pode ser alguém que não seja nada disso ou alguém que vai te “trair,” porque isso seria olhar menos pra você, assim não te sufoca olhando só pra você. É isso que você estaria pedindo pra essa pessoa como forma de amor. Mas você vai julgar essa pessoa como? Terrível, e o que ela estava te dando? o que você pediu, do jeito que é para o seu sistema seguro e confortável.

Lembra a mente olha para trás para perceber o presente e do presente criar o futuro. Ela considera a primeira informação mais importante, e busca validá-la e assim vai sedimentando aquela crença e somatizando novas que sejam similares.

“A realidade é apenas uma ilusão, embora muito persistente.” – Albert Einstein

Agora você tem todas as partes, sabe como a cocriação com os outros acontece e sabe que elas tem um razão inconsciente por trás, um condicionamento. Também sabe que essas percepções e julgamentos presentes plantam sementes que colhemos como experiências no futuro. É o que alimenta nosso banco de dados e ajusta a programação que atrai e exclui determinadas habilidades, pessoas, oportunidades, e eventos das nossas possibilidades. Além de predeterminar como lidamos com o que parece nos acontecer.

Sua percepção é colorida pela experiência da realidade. As experiências de sua vida dão origem a uma visão distorcida do mundo, observada através de filtros criados por você. 

O que estou dizendo não é só que você pode olhar diferente para sua realidade, e então a sentirá diferente com uma nova percepção, mas que foi o seu julgamento desde o inicio da sua vida que não só faz com que você veja a sua vida de determinada forma hoje, mas que também criou a sua vida dessa forma. Criou os fatos e determinou as percepções sobre eles e suas reações.

Continuar sustentando a mesma percepção é uma escolha sua e cada escolha gera uma consequência. Você tem uma escolha de reescrever a sua história com uma nova perspectiva dos outros, de si mesmo, das suas memórias e da vida ou não.

Você pode começar a questionar o impeto (percepção julgamento inicial) e a pensar em novas percepções, assumir que não sabe tudo e se recusar a cair na programação. O ímpeto vem, pipoca na mente sem pensar,(percebe?) e tudo bem, assim você é capaz de ver a programação observando o pensamento que vem de primeira, e questionando-o (isso é uma verdade absoluta?) e afirmando que isso é apenas uma percepção.

Lembra que a mente olha para trás, ou seja, na sua experiência futura ela vai olhar para todos os seus julgamentos e percepções passadas incluindo este momento, então você tem a escolha de parar de somatizar a informação antiga dando novas referências para a mente e quanto mais você fizer isso, mais atenção ela vai prestar e mais consideração ela vai dar.

Pra ressignificar o passado você precisa de processos, se você tiver ferramentas ou condições de fazer um trabalho para desprogramar o passado faça. Mas mas o presente, o agora só depende de você estar acordado(desperto) e prestar atenção!

Essa não é uma verdade absoluta é apenas uma abordagem, se fizer sentido para você use-a. Ferramenta inútil é a que você não usa! Eu te desejo paz acima de tudo.

G' ♾ interconexão